Capítulo 86° — Todo cuidado é pouco

— Oi meus amores, acordei e logo vir visitar vocês. — ela me abraçou dando dois beijinhos no meu rosto e entregou uma caixa de presente para o Theo.

— Não precisava Bru! — sorrir. 

— Quero segurar meu neném. — ela disse. — Ah espero que você goste, é lindinho e ficará um amor no bebê. — ela sorriu. — onde tem álcool e gel pras mãos. 

— Ali. — apontei, enquanto com uma mão segurando o Theo e a outra ia abrindo. — É lindo! 

— Não é? — ela sorriu esfregando as mãos uma na outra. — Posso pegar? — ela apontou o sobrinho.

— Claro Bru. — Ela então pegou o pequeno.

Me levantei com um certo cuidado e Luan veio entrando no quarto.

— Ei! Onde você pensa que vai?

— Abrir a cortina Luan. — disse revirando os olhos. — eu já estou bem! Senta Bru, fica a vontade!

— Obrigado Lena. Você viu as lembrancinhas?

— Um amor! você e a Lari arrasaram, nem estava me lembrando sério.

— E esse neném que só fica no colo? — Arleyde entrou no quarto.

— Lelê! — Luan sorriu e eles se abraçaram.

— Olá Arleyde, tudo bom?

— Tudo minha querida, e você sentindo dor? Aproveitei que estava no escritório e vim ver vocês.

— Só uns desconfortos. — sorrir me sentando na cama. — Fica á vontade!

— Ele é lindo, parece demais com os dois. — ela sorriu vendo Theo nos braços de Bruna.

— Parece mais com a Lê, olha o olhão dele azul. — Luan sorriu todo bobo.

— Que Deus abençoe. — ela sorriu. — E como foi o parto?

— Foi até tranquilo né Luan?

— Ai me doeu ver a Lê sentindo dor daquele jeito Lelê. Ela apertou tanto as minhas mãos. — Luan riu.

— Mas valeu a pena né? — sorriu.

— Não quer pega-lo? — Luan sorriu.

— Pode Helena? — ela me olhou.

— Ué, mas é claro. — ri.

— Onde tem álcool?

Luan a mostrou e ela logo estava com Theo nos braços. Ela também me entregou uma caixa linda com uma roupinha dentro. Agora só o meu bebê ganharia presente. 

— Tira uma foto aqui Luan! — ela pediu.

Depois dela sair do quarto eu me sentei e voltei a conversar com a Bruna. E Luan logo voltou dizendo que o almoço estava pronto e que todos já estavam sentados esperando no terraço. 

— Lena deixa ele aqui no quarto, tomo conta dele pra você. — Isaura sorriu. — lá fora está ventando muito!

— Ele também vai ficar quietinho. — sorrir, colocando meu bebê no berço e jogando a mantinha sobre ele. Liguei a babá eletrônica e sair do quarto. 

— Amor vem! — ele já estava vindo atrás de mim, me deu um selinho. 

— Eu juro que eu poderia ter descido, ao invés de todos subirem. — disse rindo.

— Eu não vou nem falar nada. — Luan revirou os olhos. Puxou a cadeira pra mim e se sentou do meu lado.

— Dormiu? — minha mãe me olhou.

— Sim mãe, como um anjinho!

— Ele é tão calminho Helena, não chora. — Bruna falou enquanto se servia de um copo de suco.

— Sim Bru, calminho até demais. — ri. — essa primeira madrugada de tão quietinho que ele estava eu coloquei o dedo assim no narizinho dele para ver se ele estava respirando. Eu não preguei os olhos! 

Todo mundo da mesa riu. Luan me olhava com uma cara de preocupação e ao mesmo tempo fofa!

— Meu Deus minha Helena! — Marizete riu.

— Mamãe de primeira viagem é assim não é Marizete? — minha mãe disse rindo.

— Ai gente, vai saber né? Primeira noite do meu bebê fora de mim, AH foi estranho! — disse e ri. 

— E não irá ser só a primeira noite não viu? — Meu pai disse. — digo para os dois.

— Sabemos que não. — Luan riu. — mas é o presente mais lindo que Deus nos deu.

— Mãe eu estava pensando em colocar o berço do Theo no meu quarto. O que vocês acham?

— Bom Helena por enquanto como ele está novinho e você de resguardo, seria adequado. — minha mãe sorriu.

— Mas é bom ir acostumando Theo no quartinho dele, pra depois não terem problemas. Como ele querendo dormir com vocês toda noite.

Sogra disse.

— Concordo super com você Marizete. — As vovós começaram a conversar sobre quando éramos pequenos.

Começaram a contar cada coisa que ninguém precisava ficar sabendo.

— Ei! Isso tá errado, tá faltando a Larissa aqui pra vocês falarem dela também uai. — Luan disse rindo.

— Eu concordo! — Bruna falou junto comigo.

Depois do almoço, ficamos por ali mesmo conversando com nossos pais. Bruna logo se despediu junto com os pais, Amarildo foi pro escritório e Bruna disse que ia malhar e Marizete saiu dizendo que voltava amanhã para me ajudar. Já que minha mãe tinha pegado uma folga hoje. Agradecemos todos por vir.

Fui para o quartinho do meu menino e ao entrar ele estava acordado quietinho no berço. Um principezinho que nem chorar, chorava. 

— Oi meu neném você é um anjinho. — disse sorrindo e ele prestava bem atenção em mim. — Vamos trocar a fraldinha do neném vamos.

— Oi mamãe linda! — Luan entrou no quarto. — quer ajuda?

— Só se você quiser se aperfeiçoar em fraldas. — ri.

— Vou arriscar mais uma vez! — ele sorriu. — oi garotão do papai! — beijou a cabeça do filho.

Deitei Theo no lugarzinho para trocar.

— Segura ele amor. — olhei Luan e ele ficou do lado da mesinha brincando.

Peguei tudo para a troca de fralda e Luan começou todo o procedimento. Estava fazendo tudo certinho até que um jato de xixi voou na camisa do Luan que logo colocou a fralda na frente e eu não me aguentei de rir.

— Meu Deus filho! — ele riu. — você quer mesmo batizar o papai hein?

— Ô amor que sorte hein! — eu ri. — primeiro o talco, agora o xixi.

— Fica rindo boba, sua vez vai chegar. — ele disse terminando de trocá-lo.

Eu peguei o Theo nos braços, enquanto Luan jogava tudo fora no banheiro do quarto. Logo ele retirou a camisa molhada e beijou o filho mais uma vez, e selou nossos lábios. 

— Amo vocês, vou trocar de camisa.

— Também te amo. — eu disse. — que tal deitarmos e assistirmos um filme? — fui atrás do Luan até nosso quarto, ou você tem algum compromisso ainda hoje? — fechei a cortina.

— Hoje o meu compromisso são vocês. — ele sorriu.

Sorrir também e me deitei na cama. Luan então encostou a porta e deitou do nosso lado, coloquei Theo no meio de nós dois. Luan ligou a televisão e colocou no Netflix.

— O que o garotão do papai quer ver? — Luan brincava com o nenê.

— Você vai ver quando começar a fase dele querer assistir as coisas. — ri baixinho.

— Vamos viver a base de galinha pintadinha! — Luan riu.

— Não tenha dúvidas!

Nos deitamos e Luan colocou num filme lindo de romance, diz ele que é para me agradar! Assistimos todo o filme comendo pipoca. Theo dormindo o tempo inteiro e Luan também acabou adormecendo antes do filme acabar. Terminei de assistir e coloquei em volta do Theo alguns travesseiros para evitar dele cair. Levantei indo até a escada.

— Mãe! — Tentei não gritar.

— Oi Lena? — Ela apareceu lá em baixo.

— Preciso dar um banho no Theo antes que escureça e fique mais frio. Você me ajuda?

— Claro, ele ta acordado?

— Não, mas já esta quase na hora dele mamar e vou acorda-lo e aproveitar pra dar o banho. — sorrir, indo com ela pro quartinho dele. — Também quero tomar um banho, relaxar um pouco.

— Faz assim eu dou um banho nele e você toma o seu, ok?

— Pode ser. Vou pegar ele.

— Luan?

— Dormindo. — sorrir.

— Esse menino é calmo igual o pai mesmo. — rindo.

— Verdade.

Fui pro meu quarto e encontrei o neném acordado olhando todo quarto em volta. Peguei ele e voltei para o quarto, lá minha mãe já preparava a banheira com água.

— Oi meninão lindo da vovó! — minha mãe disse com aquela voz fofa que todos falamos com bebês. — Vamos tomar um banhozinho vamos. 

— Mãe obrigado viu pela ajuda.

— Você sabe Helena que pode sempre contar comigo. — ela disse pegando Theo. — Agora vai tomar seu banho, cuido dele aqui.

— Ta bom. — dei um beijo no meu menino e voltei pro meu quarto, e fui logo pro banheiro. 

Tomei um banho relaxante mais ou menos quinze minutos, saí enrolada na toalha, olhei no relógio 18:00min. Luan me olhou da cama e sorrindo ele mexia no celular. Me dirigir até o clouset e em seguida escolhi um vestido floral um pouco acima do joelho, um cardigã branco, pois estava frio.

— Sua mãe desceu com o Theo ta? — Luan apareceu no clouset e beijou meu pescoço me fazendo arrepiar.

— Ta bom meu amor. — virei pra ele, o beijei. — posso descer? Só um pouquinho fiquei o dia inteiro aqui amor. 

— Tá sentindo dor?

— Só desconfortos, mas é normal. — disse pidona. — por favor.

— Desce e fica quieta lá embaixo então, só subir quando fomos dormir. 

— AH! Eu te amo! — o abracei forte.

Ele riu.

Me soltei dele e coloquei um chinelo nos pés, fiz um rabo de cavalo no cabelo.

— Já te falei o quanto você é linda Helena? — ele sentado na cama de braços cruzados me olhava.

— Já! Mas repete que eu amo quando você diz.

Ele chegou mais perto e me abraçou e com nossas bocas próximas ele repetiu, varias vezes.

— Você é linda, linda, linda, linda demais muié. Eu te amo.

— Eu te amo muito mais meu amor. — sorrir e então um beijo longo, calmo sem tanta pressa começou, até um grito vir lá de baixo.

— ÔH HELENA O THEO TÁ COM FOME!

Eu comecei a rir e Luan também.

— Vamos descer logo amor!  — Luan disse e saímos do quarto.

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