Capítulo 85° — Em casa.

— Rober, bom dia! — disse animada.

— Bom dia! — Luan riu. — Helena ia ter um trem se você não tivesse chegado.

— Cheguei é que tipo a porta desse hospital ta um caos! — ele riu. — Vão sair pela porta da frente?

— Não vejo problema. — disse ajeitando Theo em meus braços. — vamos?

— Da pra passar com o Theo Rober? — Luan perguntou.

— Sim, tá de boa. — ele sorriu. — me deixa ajuda-los. — disse pegando uma das bolsas com o Luan.

E então saímos do quarto lá fora no posto de enfermagem todo mundo quis vir despedir de Theo, e meus amigos também subiram para despedir. Entramos no elevador e eu fui namorando meu filho, Luan me guiando para não acabar caindo, rs. Ao chegar na porta do hospital o Amarildo já esperava com o carro estacionado na frente, alguns fotógrafos dispararam flashes. Tiramos algumas fotos, mas Wellington logo nos ajudou entrar no carro, Luan ao meu lado, Rober do lado do Luan. Amarildo acelerou.

— Bom dia Helena, filho. — Amarildo sorriu. — E como está o meninão?

— O pai bença! — Luan sorriu.

— Estamos aqui vovô, ele é tão calminho. — eu disse.

— Só com a Lena. — Luan riu.

— Ué, porque Luan? — Rober riu.

— Ontem ele estava no meu colo e não parava de chorar por causa dos trovões, foi a Helena pegar ele parou.

Todo mundo no carro riu.

— Extinto materno Luan! — Wellington disse.

— Foi o que eu disse. — ri.

— Na casa de vocês tem duas vovós arrumando tudo. — Amarildo disse rindo.

— Por isso que Dona Amélia nem apareceu de manhã no quarto. — disse.

— Sim, ela disse que pegou folga hoje.

Em uma hora estávamos entrando no condomínio. Wellington e Rober se despediram dizendo que iriam para o escritório. 

— Ah! — disse. — avisem as meninas para vir depois. 

— Pode deixar, aviso elas. — Rober disse.

Junto com Luan e o Amarildo entramos no condomínio e fomos direto pro elevador. Ao chegarmos no apartamento entramos e Isaura era a única ali na sala, que toda sorridente veio ajudar pegando as bolsas. 

— Luan e Helena, ele é lindo! — ela disse sorrindo.

— Obrigado Isa. — sorrir.

— Ô Isa é a minha cara não é? — Luan disse se gabando.

— Bom dia Sr. Amarildo. — ela disse sorrindo.

— Bom dia Isaura.

— Olha quem chegou! — Marizete e minha mãe vieram, e sogra pegou o neto que já estava acordado. — Como está Helena?

— Ô menino lindo! — minha mãe sorriu.

— Eu estou bem, um pouco dolorida, mas bem. — risos.

— Já arrumamos seu quarto e o do Theo. — minha mãe sorriu. — seu repouso começa já.

— Ah não!

— Pode ter certeza que é bem menor que você. — Luan disse já empurrando minha cintura. — Você precisa descansar um pouco, pois sei que a noite quase não dormiu Lena.

— Mas tem que trocar o Theo Luan e daqui a pouco amamenta-lo. — disse.

— Eu troco o Theo e e levo pra você Helena. — sogra sorriu.

— Almoço algo de especial? — Isaura perguntou.

— O que quiser fazer Isa. — disse. — vou subir então.

— Eu te ajudo! — Luan me ajudava e minha mãe e sogra subiam atrás com o Theo.

Então fui meio que chutada pro meu quarto praticamente. Antes de entrar vi as duas vovós entrando com o meu pequeno pela primeira vez no quartinho dele. Fiquei um instante olhando tudo da porta, minha vontade era de ficar perto e nunca mais sair. Luan me olhou sorrindo e continuou me empurrando pra cama. 

— Você precisa ficar quietinha evitar descer e subir escadas é o melhor. — Luan dizia e colocou meu celular em cima da cabeceira.

— Tudo bem, eu acho. — fiz careta. 

— Sei que não é o que você gosta, mas pensa comigo aqui em cima tem tudo que você precisa. — ele sorriu. — aliás o almoço trago pra você.

— Quero almoçar com vocês. — pedi.

— Peço então a Isaura que traga tudo pro terraço e almoçamos todos lá.

Revirei os olhos e respirei.

— Quantos dias?

— Quantos forem necessário. — ele sorriu. 

— Ótimo eu como sou médica, amanhã já estarei liberada. 

— Desde que… — ele me analisou. — você esteja bem. 

— Mas eu estou bem.

— Hãm.. você me entendeu Lena. — ele selou meus lábios.

E por mais emburrada que eu estivesse não conseguir segurar o sorriso. 

— Tudo bem. — me dei por vencida. — Abre as cortinas por favor. — disse pegando o controle e ligando a TV e ligando a mesma.

— Quer que abre a janela?

— Não, não. — disse. — daqui a pouco o Theo vem, e não pode com corrente de ar. — sorrir.

— Ótimo mamãe. — ele sorriu. — você quer alguma coisa?

— Não amor, obrigado. — sorrir. — É… onde você vai? — perguntei.

— Lugar nenhum, porque?

— Nada. — sorrir.

— Olha o que eu trouxe, licença! — Isaura apareceu na porta do quarto com alguns pães de queijo quentinhos e dois copos de suco de laranja natural. 

— Não precisava se preocupar Isa.

— Me preocupo sim, vocês dois comam! — ela sorriu. — vou preparar o almoço.

— Ah Isaura! — Luan disse.— como a Lena não pode ficar descendo, vamos todos almoçar na área de churrasco.

— Ótimo Luan. — ela sorriu.  — precisando pode me chamar.

Junto com o Luan comemos os deliciosos pães de queijo e conversávamos. Mas eu na verdade já estava com saudades do meu neném que já estava longe demais, toda hora olhava para a porta.

— Posso buscá-lo? — olhei Luan.

— Acho que não vai precisar. — Luan sorriu tirando a bandeja de cima de mim.

Minha mãe e sogra entravam no quarto.

— Vocês viram a cor dos olhos dele? 

— Lindos como os da Helena! — Marizete sorriu.

— Nós vimos. — Luan sorriu. — Olhão azul.

— Oi mamãe. — eu disse quando peguei meu menino nos braços. — tá com fominha tá? — sorrir.

— Ah! — minha mãe sorriu com uma sacola imensa em mãos. — Bruna e Larissa que fizeram essas lembrancinhas pra quem vir ver o Theo.

— Gente essas meninas inventam tanta coisa, eu nem me lembrei disso! — ri.

Theo mamava e Luan sentado em minha observava o filho. 

— Me diz meu filho como é ter seu filho?

— Mãe eu e a Lena estávamos conversando ontem, é como se tudo agora girasse só em torno dele. — Luan sorriu ao responder a mãe. — É fascinante é nosso mundo agora né? Tão pequeno e tão dependente de nós. Eu só quero é amar ele a cada instante.

 — Ah! É realmente incrível. — sorrir, alisei o rosto do meu pequeno.

— Bom vamos deixar vocês. — Marizete sorriu. 

— Também, acho que irei ajudar a Isa.

 — Vou junto. — Elas saíram tagarelando.

— Ele só dorme, come e só. 

— Também tem a fralda né meu bem. — ri.

— Ah! — ele riu. — esqueci. 

— Que dia você tem show? — disse abaixando o volume da TV.

— Depois de amanhã, mas é aqui em São Paulo mesmo. — ele sorriu. — volto pra casa.

— Isso é bom. 

— Ainda vai querer colocar o berço do Theo aqui? Espaço temos.

— O que você acha?

— Você que manda. — disse.

— Vou ver com nossas mães, são mais experientes. 

— Isso, mas se você quiser chamo meu pai lá em baixo e a gente traz pra cá agora.

— Ok amor. — ri dele todo prestativo. — Te amo muito tá?

— Eu também te amo minha princesa. — ele me deu um selinho demorado e Theo colocou a mãozinha no rosto do Luan.

— O papai também ama você fiote! — ele beijou a cabeça do filho.

Ele já estava sonolento e os olhinhos fechavam facilmente. O engraçado que ele tentava lutar contra o sono para não dormir, e eu ria da peleja do meu principezinho.

— Já volto Lena. — ele saiu.

Ouvir a campainha também tocar. Coloquei Theo para arrotar e logo uma batidinha na porta.

— Oi titia Bru. — disse.

 

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