Capítulo 84° — Que paizão.

— Obrigado Cecí. — sorrir, peguei meu pequeno.

— Por nada meu bem.

— Gostei de ver, já está andando. — minha mãe disse.

— Pronta pra ir pra casa. — risos. — me leva!

— Seu médico te deu alta? — Lisa riu, enquanto eu me sentava ao lado dela.

— Amanhã de manhã. — ajeitei Theo em meus braços e comecei a amamenta-lo.

— Só uma noite Lena. — minha mãe sorriu. — Luan?

— Foi em casa tomar banho, vai voltar. — sorrir.

— Meu Deus quem diria Helena mamãe toda babona assim. — Cecília sorriu. — é lindo demais.

— Até eu me assusto. — ri. — mas ele é muito lindo.

— Bom amiga queria muito poder ficar aqui com vocês mais um pouquinho, mas tenho que ir pra academia ainda hoje. — Lisa disse muito animada. 

— Quero seu ânimo, como faz?

— Borá uai! — ela disse rindo. — Beijo Cecí. Tchau Dra. Amélia!

— Tchau Lisa! — elas disseram.

— Lê depois vou na casa de vocês com o Cauã, e a gente aproveita mais o Theo. — ela sorriu. — Beijo!

— Vou esperar hein. — sorrir. — Outro!

Ela saiu e logo também minha mãe perguntou se ficaria bem, se iria precisar da sua ajuda, mas disse que estava tudo certo. Aliás, Luan passaria a noite com a gente. Ela então se despediu e foi embora, ficando somente Cecília que contava como estava as coisas na vida dela. Tinha um tempo que a gente não se via, e colocava o papo em dia. Logo a porta do quarto abriu e junto com Luan entrou Rober, Marquinhos e Douglas. Luan mandando eles falarem baixo, pois viu que Theo dormia em meus braços, logo após terminar de mamar.

Os amigos de Luan vieram conhecer o pequeno e disseram que ele era lindo, e várias outras coisas. Dizendo que Theo daria, talvez, um pequeno trabalho para mim.

— Disso eu não vou ter dúvidas. — disse. — aliás, não vamos pensar nisso não, se não já vai começar aparecer uns fios de cabelo branco aqui.

Todos eles riram. Apenas ficaram algum tempo e foram embora. Logo mais Rober e Cecília também foram dizendo que voltava amanhã cedo para buscar.

— Olha o que eu trouxe pra nós — ele balançou uma sacola.

— O que é?

— Uma deliciosa lasanha que dona Isaura preparou e disse para trazer. — ele sorriu tirando e colocando em cima da mesinha do quarto.

— Hm! — coloquei o Theo no berço e o cobri. — ele é lindo né? — olhei Luan.

— Ele é um meninão lindo. — Luan me abraçou por trás, enquanto observávamos nosso menino. — E você não está sentindo dor? — ele me virou pra ele.

— Bem longe. — risos. 

Logo ele segurou a mãozinha de Theo eu peguei o celular e tirei uma foto e postei naquele mesmo instante.


“Então você se torna mãe, e todas as outras coisas se tornam descartáveis… Nunca me senti tão plena, e tão realizada como me sinto desde hoje de manhã quando você nasceu, hoje me olho no espelho e me vejo outra pessoa, me sinto mais segura e mais firme nas minhas decisões, não enxergo apenas o meu mundo, mas hoje vejo primeiro o teu. Filho, você me faz sentir a mulher mais abençoada deste mundo, pois você é meu presente de Deus. ” Ele chegou para alegrar todos os nossos dias, seja bem vindo Theo! Te amo 💛👶

 

— Vamos comer?

— Borá. — ele disse e nos sentamos na cadeira, enquanto comíamos conversamos um pouquinho. Luan falava do filho, que já tinha mandado a foto não sei pra quem. E que as fãs estavam muito felizes pelo nascimento. 

Enquanto comia e prestava atenção no que o Luan dizia, qualquer movimento que Theo dava no berço era automaticamente nós dois olhando juntos pro nosso bebê.

— De uma coisa eu sei, não vou conseguir dormir hoje. — disse.

— E porque não? — Luan disse enquanto levou uma garfada na boca.

— Primeira noite em que nosso filho está fora de mim, é estranho, quero ficar vigiando o tempo todo.

— Mas você precisa descansar meu amor. — Luan disse sorridente. — Ainda mais que ele deve acordar a noite toda querendo mamar, bom e nós dois vamos estar aqui juntos, pois vou te ajudar em todos os momentos que eu puder!

— Eu te amo tanto Luan, tanto!

— Não mais que eu, e você pode ter certeza disso. — ele segurou minha mão.

Após jantarmos fomos escovar os dentes e a fraldinha de Theo estava suja. Peguei tudo para troca-lo. O deixei em cima da minha cama, e ele abriu os olhinhos pela primeira vez em que pude ver.

— Luan, vem ver! — disse tanto um gritinho sem que o assustasse.

— O que foi amor? — Luan veio escovando os dentes.

— Ele abriu os olhinhos amor, olha que lindo. — fiquei namorando meu filho ali com um sorriso nos lábios. 

— Da cor dos seus. — Luan disse sorrindo. — esse menino é um galã! 

— Tenho o olhinho azul mamãe. — dizia com aquela fofa, AH! Você sabe qual.. aquela mesmo que usamos quando conversamos com bebês. E Luan me olhou entortando a cabeça pro lado, a escova de dente e a boca ainda suja de pasta, sorriu.

— É a coisa mais linda do mundo, meu Deus!

— Sem dúvidas nenhuma! — sorrir.

Luan voltou pro banheiro e eu fui separando o restante das coisas e conversando com meu menininho. Já eram quase dez da noite, chovia lá fora e o frio normal de São Paulo começava.

— Me deixa trocar. — ele pediu.

— Claro Luan, vem. — disse o puxando.

— Tá o que eu faço primeiro? — ele olhou pro filho e logo depois pra mim.

— Hm, bom primeiro tira a roupinha dele. Em seguida tira a fralda suja, aliás, você deu sorte papai é só xixi. — Sorrir, enquanto ele fazia o que eu ia falando.

— E agora? — ele sorria, e o nosso filho olhava para nós dois, a coisa mais linda.

— Agora você limpa o nosso bebê com o lenço umedecido, passa bem devagarzinho amor, pois é muito sensível a pele do nenê. — disse e segurei a mãozinha do meu menino. — Bom depois de limpar, passa pomada não precisa ser tanto por todo local.

— E agora? — ele sorriu.

— O talco amor, só um pouquinho e joga mais próximo do local pra não voar no rostinho dele. — Quando vejo Luan tinha jogado talco no próprio rosto, não conseguir me segurar. — Meu Deus Luan! —eu ria.

— Que cacete! — Luan disse rindo e pegando uma toalha que estava em cima da cama limpando o rosto e ria.

—Olha essa boca! — disse o repreendendo.

Theo nos olhava atentamente, com certeza pensando no que estávamos fazendo. O dó do meu menino gente. Como pode ter dois papais tão loucos. Eu não conseguia parar de rir e Luan já colocava a fralda no nosso pequeno outra vez. E vestiu a mesma roupinha.

— Meu Deus filho, como papai é atrapalhado né? — Luan ria e pegou o pequeno nos braços.

— Um pouquinho só né? — eu disse beijando a cabeça do meu neném e em seguida os lábios de Luan. — Pela primeira fralda trocada, você foi muito bem! 

— Eu sou um paizão!

— Sim você é um paizão. — Sorrir.

Juntando toda aquela bagunça e guardando as coisas no lugar. Logo uma barulho alto fez nos assustar, um trovão bastante estrondoso. No colo de Luan Theo começou a chorar.

— Ô filhão não chora não, deixa o papai te contar o que é isso. — ele conversava com o pequeno que ainda chorava. — Filho isso é o papai do céu que ta lavando a casa dele lá no céu e arrastando os móveis. — ele ainda chorava. — Theo, ai não filho não chora não. — ele disse aflito. — Theozinho… Amor! — Luan finalmente me olhou sem saber o que fazer e ainda indignado com o filho que não parava de chorar e eu olhando sem fazer nada.

— Vem filho. — disse rindo, peguei meu menino e ele parou logo de chorar e Luan me olhou.

— Como você fez isso?

— Isso o que? — o olhei e me sentei ao seu lado ligando a TV.

— Ele parou de chorar assim que você pegou ele, me ensina Helena!

— Ué eu não fiz nada. — ri. — é extinto materno.

— Hm, coisa chique, mas tenho o parteno uai.

— Tá indignado seu papai, ó filho.

— Tô mesmo. — Ele riu.

— Quantas horas?

— São dez e meia.

— Ta na hora de mamar.

— Quando é que você sabe que ta na hora? — Ele perguntava me olhando, enquanto preparava uma forma mais agradável de amamentar o Theo.

— De duas em duas horas. — sorri. — e quando ele também estiver muito inquieto pode ser fome.

— Hm tão dependente de nós né?

— Aham. —disse. — espero amanhã cedo levá-lo pra casa.

— E iremos! — ele sorriu. — Ouvir dizerem na hora que cheguei que tem o teste do pezinho amanha cedo.

— Ai, furar o pezinho do meu menininho.

— Ele é fortão né papai. — Luan segurava a mãozinha de Theo.

Theo mamou por um bom tempinho, depois de coloca-lo para arrotar ele logo adormeceu novamente. Coloquei ele no berço e joguei a mantinha por cima dele. Peguei minha coberta e me deitei junto com o Luan no sofá, que mesmo pequeno até que deu pra nós dois. Ficamos vendo filme. Antes do filme acabar me deitei na cama.

— Luan deita aqui comigo, vem da pra você deitar aqui. — disse.

— Não amor. — ele disse. — aqui ta bom. Você precisa de espaço.

— Tem certeza?

— Uhum, amanhã cê dorme comigo. — ele disse fazendo biquinho.

— Amor.. — disse pensando.

— Hum?

— Estava pensando… o berço do Theo precisa ir pro nosso quarto amanhã. Pelo menos por esse tempo, seria um pouco mais fácil.

— Como você quiser. — ele sorriu.

— Obrigado. — sorrir, dei mais uma conferida no Theo e ele ainda dormia feito um anjo. Aproveitei e logo dormir também, pois com certeza logo acordaria.

Bom Theo durante a noite acordou três vezes, sendo que duas vezes era para mamar e a outra para trocar a fralda suja. E não era nada escandaloso, ele apenas resmungava. Luan acordou para troca-lo e logo o fez dormir e também voltou a dormir. Na manhã seguinte, eram sete da manhã quando acordei. Todos os dois dormiam, me levantei para um banho antes que as enfermeiras viessem para o banho do Theo. Terminei e me vestir.

Luan ainda dormia e Theo também. Logo bateram na porta e eu fui abrir era o café da manhã e as enfermeiras logo atrás. 

— Bom dia mamãe, consegue da o banho sozinha?

— Sim consigo — sorrir. — qualquer coisinha chamo vocês.

— Ótimo. — elas sorriram indo para outro quarto.

Bom resolvi acordar Theo. Fiquei passando os dedos sobre a bochecha dele que com certeza tivesse ideia do que eu estava tentando fazer já tinha soltado uma me deixa dormir! Com um pouquinho de custo ele acordou com aquela preguicinha, esse seria igual o pai para dormir sem dúvidas.

Preparei a água na banheira e tirei toda roupa dele, a água estava deliciosa, ele nem chorou. Mas o frio estava bastante, então foi aquele banhozinho só pra ficar mais cheirosinho ainda, peguei a roupinha que ele sairia do hospital.

O que eu tinha mais medo era cuidar do umbigo do neném, até mesmo quando passei pela pediatria. Com o do meu filho eu mesmo estava cuidando, até que não era tão difícil. Ao terminar de vesti-lo ficou a coisa mais linda!

— Tá a coisinha mais linda de mamãe. — sorrir.  — Ai que dor!

Disse.

— Dor onde? — Luan estava acordado e já me olhando preocupado.

— Uma dor normal Luan, muscular. — disse. — ontem fiz muito esforço para essa coisinha fofa nascer.

— Tem certeza?

— Ahãm. — sorrir. — bom dia papai.

— Bom dia meus amores. — ele levantou beijou o filho e logo depois a mim.

— Vamos tomar café.

— Vou tomar um banho rapidinho amor. 

— Enquanto isso vou amamenta-lo amor.

— Ta bom.

Foi o que eu fiz dei mamar ao Theo até ele recusar. Coloquei-o para arrotar e depois o deitei no berço. Luan saiu do banho já vestido e se sentou comigo para tomarmos café. Depois ele me ajudou arrumar as coisas para ir pra casa e logo depois as enfermeiras entraram para fazer o teste no meu menino.

— Oi principezinho! — elas disseram. — a tia não vai judiar de você não ta bom?

Ela explicaram o procedimento, mas nem precisavam, pois eu já sabia. Fiquei do lado do meu pequenino até que o teste finalizasse. Ele fez um lindo biquinho assim que furou o calcanhar e nem chorou. Luan tirou fotos do momento. Após o exame finalizar elas me entregaram a alta do Theo e minha para que eu pudesse assinar. Assinei.

— Dr. Carlos Eduardo diz que já vem.. — elas disseram.

— Dra. Helena, foi muito bom cuidar de vocês. — sorriu. — Boa sorte viu?

— Ô meninas! —sorrir. — eu que agradeço pelo imenso carinho de vocês, foram incríveis com a gente!

— Ficamos feliz! — elas sorriram e despediram, logo mais Carlos entrou sorridente.

— Família já pronta, bom dia! — ele sorriu.

— Bom dia Dr. Carlos. — sorrir. — desde cedo!

— Como passaram a noite?

— Tranquila por ser a primeira. — Luan sorriu.

— Eu imagino. — ele sorriu. — Bom Luan, Helena eu desejo sorte pra vocês e pra esse pequeno que é um grande menino de sorte por ter pais como vocês. Precisando de mim sabe onde encontrar, estarei sempre aqui. — ele apertou a mão de Luan, me abraçou e alisou a cabeça de Theo. — Aproveitem!

— Pode deixar. —  falamos juntos e ele logo deixou a sala.

E ficamos sozinhos já prontos para ir embora.

— Bom dia! — Ele entrou no quarto de uma vez.

 

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