Capítulo 60° – Você e eu.

– Atrapalho? – Leonan nos olhou.

– Não, claro que não já estava de saída. – disse.

– Helena veio fazer uma surpresa pra Milena. – ele sorriu.

– É vi ela com a mãe saindo. – ele disse.

– Bom rapazes, tchau pra vocês. – disse saindo.

– O que iria acontecer se eu não entrasse aqui? – escutei Leonan perguntando assim que sair.

– Nada cara! – Carlos disse.

E eu sair dali, não queria arrumar problema pra minha vida. Fui até o consultório da minha mãe ela disse daqui ela e meu pai iriam pro Sul resolver umas coisas do restaurante.

– Vai ficar bem sozinha?

– Sim mãe, qualquer coisa chamo o Luan pra ficar lá em casa, a Cecí. – sorrir. – boa viagem.

– Obrigado minha linda. Larissa chega amanhã também né?

– Sim, pode ficar tranquila ta? – abracei. – vou pra casa!

– Vai com Deus.

– Fica com ele, manda um beijo pro meu pai.

Sair indo pegar minhas coisas e despedi das meninas e dos meninos que não tinha o visto mais cedo. Entrei no carro e acelerei já eram quase cinco da tarde. Telefone então começou a tocar.

Atendi e deixei no viva voz.

– Helena! – Era Cauã.

– Sim?

– Tudo bom?

– Tudo Cauã e com você?

– Tô bem, tem umas fotos pra sábado de manhã queria só confirmar se você pode.

– Sim sábado poderei.

– Ótimo, te busco as nove.

– Espero, beijo.

Desliguei.

Chegando em casa fui direto pro banho, me vestir.

– Helena, seus pais pediram pra te falar que foram viajar.

– Pois é sozinha outra vez. – ri. – com você quer dizer né Célia, sozinha não!

–Boba, o que vai querer pro jantar?

– Qualquer coisa, hoje será eu, você e o Luan.

– Ótimo.

–Sem puxar o saco do Luan hein!

Ela riu.

Me deitei no sofá e liguei a TV fiquei assistindo por um tempo e mexendo no celular. Respondi as mensagens que tinha no wpp, e combinei com Luan que passaria lá já já. Só dei uma pequena descansada mesmo, antes de busca-ló e irmos até o hospital fazermos uma pequena surpresa para Maria Alice.

Sair de casa ás seis horas, cheguei em Alphaville em meia hora quando parei na porta da casa, Bruna estava do lado de fora de casa passeando com o Puff.

– Olá Bru!

– Olá cunhadinha, oi meu neném. – alisou minha barriga.

Ri.

– Luan ta lá dentro?

– Aham, vem!

Entramos e encontrei ele conversando com os pais, cumprimentei eles e conversamos um pouquinho antes de sairmos. Mas logo fomos, Luan pegou uma touca colocou na cabeça pra ser o disfarce, como se ajudasse!

– E como ta o neném do papai? – ele alisou minha barriga beijando a mesma antes de pegar a chave da minha mão. – eu dirijo!

– Ah claro! – ri. – tá muito bem.

Alisei também minha barriga.

Entramos no carro e ele acelerou.

– Esse carro seu é bom viu?

– Você adora correr né Luan!

– Um pouquinho, mas olha quem fala.

– Nem corro mais. – risos.

– E minha fã?

– Bom Maria Alice 17 anos, uma fofa!

– Ela sabe?

– Nem imagina. – risos. – quando ela viu que eu era a Dra. ficou louca!

– Eu imagino. – ele riu.– como vamos fazer?

– Vamos entrar no hospital sem tentar causar tumulto é a melhor opção. – ri.

– Vish amor!

– Calma tem como.

Ao chegarmos no hospital Luan entrou no estacionamento ajeitou sua toca, saímos do carro e ele travou o mesmo.

Segurou em minha mão.

– É tão bom está com você eu me sinto tão bem Helena, tão a vontade!

– O Luan. – sorrir. – isso é ótimo, eu me sinto assim com você também meu amor. Você vai ver que ninguém nem irá te ver, vamos entrar pelo elevador que eu subo sempre e vai direto pro andar onde Maria Alice está.

Ele sorriu e fomos até o elevador e subimos para o andar, ao chegarmos como imaginei estava vazio o andar. Só as enfermeiras no posto de enfermagem pedi pra elas que não falasse com ninguém.

Luan cumprimentou todas e tirou foto com elas.

– Meninas a Maria Alice como está?

– Dra. está muito bem e animada para ir pra casa.

– É eu imaginei. – risos. – preparem a alta dela, por favor. Vou libera-lá!

– Ok Dra!

– Vem Luan.

Ele veio atrás e disse.

– Tô indo Dra.

– Idiota você demais. – ele me beijou rindo, ri também.

Assim que entramos no quarto disse.

– Voltei Maria Alice.

– Ah Helena, graças a Deus só quero minha casa.

– Eu também vim. – ele entrou no quarto e disse rindo.

– Ai meu Deus amado, Luan! – ela abriu um lindo sorriso.

– Só se acalme Maria não quer passar a noite aqui né? – disse.

– Não jamais, meu ídolo meu Deus.

– Ô muié quando Lena disse que tinha uma fã minha aqui, eu tinha que vir.

Luan abraçou ela que não o soltava.

– É inacreditável, mãe é o Luan!

– Você merece minha linda. – ela sorriu.

– Helena você é um anjo, meu Deus! – ela disse. – Obrigado, por tudo, por ter cuidado tão bem de mim, por me ajudar a realizar meu sonho de estar pertinho dele.

– O lindeza por nada aproveite seu momento que eu vou lá fora ver se sua alta estar pronta ta? – sorrir.

– Pode deixar.

– Luan, pelo amor de Deus não sai daqui.

– Calma amor não vou acordar o prédio não, vou ficar quietinho aqui com minha neguinha.

Gargalhei com elas no quarto, como ele era bobo meu Deus! Deixei eles lá e fui prescrever uma receita e e pegar tudo para a alta da Maria Alice.

Quando voltei ao quarto Maria Alice me olhou e disse.

– Que linda a história de vocês.

– Estava contando pra ela amor, como nos conhecemos. – ele disse. – e se eu não me engano foi nesse quarto mesmo.

– Foi sim. – sorrir. – sabe aqueles pacientes que você nunca esquece? Foi o Luan um deles e você é outra.

– Ah Helena! – ela sorriu. – Você é maravilhosa.

– Que nada! – risos. – Fernanda então essa receita é se ela sentir alguma dor, incômodo, mas a certeza que ela passará a noite ótima, por isso estou dando alta para ela.

– Ok Helena, obrigada viu?

– Ah já tirei umas fotinhas com Luan, agora quero com o casal. – ela sorriu.

Tiramos algumas fotos e dei alta para ela, troquei o curativo. E assim despedimos delas, logo depois passamos pelo posto de enfermagem fazendo o mesmo. E voltamos pro carro.

– Ela é um amor!

– Sim fiquei encantada Luan. – sorrir.

– E você é maravilhosa ela disse que você é um anjo, e é mesmo sabia? Ô anjinho bom na minha vida, viu? – ele me abraçou e me beijou calmamente, e logo ligou o carro indo pra minha casa.

– Hoje eu quero te amar a noite toda.

– Hm olha que eu me animei.

– Luan. – ri.

– Uai! O que tem eu? Senhor João ta lá?

– Não foi junto com minha mãe, está só a Célia.

– Opa que tá tudo liberado!

– Você não vale um real Luan.

– Uai não foi eu que disse que vai me amar a noite toda.

– Isso não quer dizer que seja sexo.

– Mas em suas palavras isso foi sim, aliás, fazer amor pra acalmar os nervos.

– E quem disse que eu tô nervosa?

– Eu não disse isso, disse?

Ele riu muito e eu o olhei sério.

– Você é um idiota!

– E você uma linda!

– E eu te amo muito.

– Te juro que não mais que eu.

Me beijou, e estacionou o carro e entramos na casa fomos até a cozinha Célia terminava de por a mesa.

– Oi Celinha!

– Oi Luan. – ela sorriu. – fiz um prato delicioso pra vocês.

– Ué você não vai jantar com a gente?

– Não, já jantei eu vou lá pra casa e qualquer coisa vocês podem me chamar, beleza?

– Mas célia…

– Aproveitem o jantar que preparei pra vocês. – ela riu e saiu.

– Amo a Célia gente! – Luan riu.

– Hoje a noite é toda nossa, só eu e você!

– Você e eu. – sorrir.

 

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