Capítulo 121° — Baladinhas?

Lá estava ele deitado ao meu lado com a respiração pesada, cansado e dormia feito um anjo. Depois de duas semanas fora, minha vontade era agarra-lo, da-lhe vários beijos, abraços, mas estava dormindo e não queria acordá-lo, com certeza chegou de madrugada e estava muito cansado. Apenas dei um beijinho em seu rosto, ele então continuou dormindo. 

Me levantei sem me mexer na cama joguei a coberta por cima dele novamente, fui ao banheiro tomei um banho, lavei meu cabelo, fiz minhas higienes, depois me vestir.

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Quando voltei ao quarto deixei Luan dormindo e sair indo em direção ao quarto do Breno que também dormia, afinal será que eu acordei cedo demais? Então desci para cozinha e estava Marizete e Amarildo tomando café na sala de jantar.

– Bom dia gente. — Sorrir. 

– Acordou cedo demais Marina. — Amarildo disse.

– É eu notei isso também. — Risos. — Mas despertei mais cedo, ontem também dormir cedo, foi por isso. 

– É deve ser mesmo. — Marizete sorriu. — Ai Marina esses dias com você e o Breno foram tão bons! Porque não ficam mais com a gente?

– Ai Mari, não dá. — Risos. — Lá em casa fica fechado e isso é ruim. Pra mim foi muito bom também passar essa semana com vocês, eu amei. E Breno com certeza, também.

– Ele traz alegria pra casa. — Amarildo disse.

– E traz mesmo gente, esse garotinho é um amor. — Sorrir. — Mas quando vocês quiserem pegar ele lá em casa vocês podem, viu? 

– Vamos mesmo. —Amarildo disse. —Luan chegou né?

– Chegou sim. — Sorrir. — Ta tão cansado. — Falei.

– Com certeza Mari, duas semanas fora de casa. — Ela disse.

– Pois é sogrinha. — Disse.

– Olha estou indo pra central, mas tarde venho almoçar com vocês.

– Bom trabalho Amarildo, mas tarde sou eu. — Risos.

– Obrigado Mari. — Ele sorriu deu um beijo em Marizete e saiu, com a chave do carro em mãos.

– Vai deixar o Breno aqui hoje com a gente né? — Ela sorriu.

– Sim, Luan chegou e está morrendo de saudades do filho. — Sorrir. — Ele vai ficar, vai fazer é bagunça com o pai dele você vai ver.  — Nós rimos.

– Vai mesmo! — Ela riu. 

Tomamos nosso café tranquilamente e Bruna acordou já arrumada pra academia, estava animada pelo jeito com os fones de ouvido e quando nos olhou sorriu.

– Bom dia família, bom dia! — Ela pulou.

– Bom dia Brubs! — Ri. — Que animação.

– Pois é Bruna, bom dia. — Ela deu um beijo na mãe.

– Ah gente o Pi ta de volta, vou tomar um café de leve e malhar bastante. — Ela sorriu.

Então ficamos as três conversando, logo depois fui ao quarto de Breno ele já tinha acordado. Fui até ele preparei para um banho, ele estava animadinho também, até parece que já sabia que seu papai havia chegado. Enquanto eu dava um banho delicioso, a porta do banheiro do quartinho de Breno se abriu.

Luan On.

Cheguei em casa era três da manhã todos dormiam, passei no quarto do meu pequeno e lá estava ele deitadinho em seu berço dormindo feito um anjo. Fui pro meu quarto lá estava minha donzela, minha mulher, minha futura esposa dormindo feito a bela adormecida de tanto profundo em que seu sono estava, apenas dei um beijo em sua testa e fui pro meu banho, e logo após deitei ao seu lado e ali fiquei a olhando-a até pegar no sono.

Acordei de manhã Marina já não estava mais no quarto me levantei, olhei as horas e fui fazer minhas higienes tomei um banho e logo me vestir, dei uma geral no meu quarto antes de sair e na cabeça apenas coloquei meu boné. Fui ao quartinho do meu filho ele não estava no berço, mas escutava vindo do banheiro a voz dos meus dois amores, Marina conversava com nosso filho, ela falava com uma voz mais doce impossível, e além de Breno falar algumas coisinhas, dava gargalhadas. Então parei ali na porta e assim pude ver os dois, Breno estava bem gordinho desde a última vez que o vi ele batia as mãozinhas na água da banheira, Marina estava de costas seus cabelos castanhos tinha crescido, ou era coisa da minha cabeça? Aquele perfume dela estava exalando por todo banheiro e quarto do Breno, então já não estava aguentando só olhar eles, e entrei no banheiro. Marina olhou pra trás e Breno também olhou pra onde a porta se abria, e ele sorriu e ela também.

– Amores meus. — Eu disse. — Que saudades de vocês. 

Luan Of.

Quando ouvir a porta se abrir me virei pra trás e era meu amor, meu homem, ele estava ali entrando, assim que escutei sua voz, meu coração acelerou. Olhei e sorrir, apenas disse.

– Lu meu amor, vida. — Disse. — Ai que saudades!

– Princesa demais. — Ele veio pro meu lado e me abraçou e me deu um beijo demorado, quase esqueci que estava com Breninho na banheira, me lembrei só quando ele gritou.

– Papa! — Breno disse.

E nós olhamos pra ele, ela havia dito PAPAI pela primeira vez. Luan olhou de mim pra Breno e o sorriso dele estampado em seu rosto era impossível  não ver.

– Amor ele disse papai, cara. — Luan disse feliz, com um sorriso de orelha a orelha. — Amor do papai, fala de novo.

– Sim Lu ele disse. — Sorrir. — Que presente hein, voltar pra casa e o filho falar papai.

– É muito amor né amorzão. — Luan beijou o filho, que bateu as mãozinhas na água novamente.

– Papa, papa. — Ele repetia.

– Oi lindão do pai. — Ele sorriu. — Então amor me conta, como foi os dias sem mim? Os piores né? — Ele se encostou na pia do banheiro, cruzou os braços e ficou me olhando, enquanto eu dava o banho em Breno.

– Humildade mandou lembranças. — Ri. — É claro né Luan, duas semanas sem você garoto, duas semanas sem beijar, duas semanas sem te abraçar. 

– Duas semanas sem… — Luan falou em meu ouvido, e riu e voltou pro seu lugar e tomou seu posto novamente.

– Safado! — Rimos.

– Mas fala que não ta com saudades. — Ele me olhou, erguendo uma sobrancelha.

– Claro né Luan, sou de carne meu amor. — Eu disse e ri.

– Safadinha! — Ele piscou e riu. 

– Bobo. — Ri. — Pega a toalha ai amor. — Apontei.

– Aqui. — Ele então pegou e me entregou. 

– Obrigado. — Sorrir, enrolei Breno na toalha e saímos do banheiro, coloquei Breno em cima de uma cama que tinha no quartinho dele onde estava a roupinha que havia deixado, enquanto o secava, conversava com o Luan. — Como foi os shows? TV? Rádios e entrevistas? 

– Olha amor. — Enquanto ele falava segurava a mãozinha do filho que sorria. — Foi tranquilo até sabe? Os shows estão incríveis, TV fomos duas vezes apenas nessas semanas, rádio não teve. — Ele disse. — E tivemos uma entrevista pra revista Caras, tô na capa semana que vem. Ó e tô bonito nela viu? — Ele riu e me deu um selinho rápido, enquanto vestia Breno.

– Deixa de ser convencido Rafael! — Ri. — E as baladinhas hein?

– Baladinhas? 

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