Capítulo 119° — Uma semana

Chegando na casa da Marizete, buzinei duas vezes e Bruna apareceu na porta, disse alguma coisa pra alguém dentro da casa e voltou até onde estávamos. 

– Oi meu amor. — Bruna me abraçou, enquanto eu saia do carro.

– Oi Brunis. — Sorrir, abraçando-a também.

– Como você está? — Disse ela abrindo a porta de trás do carro e pegando o Breno. — Oi amor da tia. — Beijou o Breno e logo meu olhou.

– Estou bem. — Sorrir, pegando minhas coisas no carro, bolsa de Breno. — E vocês?

– Estamos bem também, vem vamos entrar. — Ela saiu na frente com Breno, enquanto tranquei o carro, fui atrás deles.

Breno conversava com a tia, quer dizer… falava um monte de coisas enroladas. Eu ia rindo atrás com a paciência de Bru, entramos e Mateus estava no sofá sozinho.

– Oi Mat! — Sorrir, o abraçando.

– Oi Mari, como você está?

– Tô bem, você curtindo a folga né?

– Tem que ser. — Ele sorriu. — Oi garotão do titio. — Ele se sentou junto com Bruna, pedi licença a eles e fui até a cozinha.

– Oi Marizete. — Sorrir.

– Oi minha linda, como você está? — Ela me abraçou.

– Estou bem. — Sorrir. — Melhor agora com vocês. 

– É ruim ficar lá sozinha né Mari? Só você e o Breninho. — Ela disse.

– É estranho aquela casa grande demais. — Risos.

– Cadê ele? 

– Ta com a Bru na sala.— Sorrir. 

– Luan me ligou pedindo pra que você visse pra cá. — Ela disse. — Ele tem medo de deixar vocês sozinhos lá.

– Ahh sogra, mas é bem tranquilo sabe? — Ri. — O condomínio é bem calmo. Mas também entendo o lado do Lu.

– Pois é. — Ela disse me entregando um copo de suco e nos sentamos na cozinha.

– Mamã. — Vinha Breno engatinhando da sala.

– Oi amor da mamãe. — Sorrir.

– Ei príncipe da vovó, como você ta hein? — Marizete sorriu, pegando o neto. — Ta pesadão né Bre. 

– Ta não ta Mari? — Sorrir. — Célia enquanto tô fora cuida muito bem dele. 

– Isso é bom, pois é difícil né deixar ele?

– Muito nossa, sei que é só por algumas horinhas. — Ri. — Mas da uma saudade imensa.

– Sei bem como é Mari, sinto essa saudade do Luan até hoje. — Ela sorriu me olhando, e depois olhou Breno.

– Luan desde sempre dando trabalho. — Risos. — Nos deixando com saudade.

– É difícil! — Risos.

– Demais. Cadê o Amarildo?

– Ta no escritório, então vamos jantar?

– Vamos. — Sorrir.

– Vou chamar o pessoal podem esperar na sala de jantar Mari. — Ela disse.

– Ok sogrrinha. — Sorrir. 

Ela foi com Breno chamar o pessoal da casa, me sentei esperando que eles voltassem. 

– Então o que você estava aprontando hein? — Bruna se sentou me perguntando.

– Eu nada, só trabalhando Bru. —Risos. — Aprontando, nem tempo pra isso tenho viu muié.

– Essa mulher é trabalhadora Bruna. — Mateus disse. — Sempre que vou fazer alguma cirurgia, os pais das crianças diz “Essa Doutora Marina é um amor, adorei ela”. — Mateus disse.

– Sério? — Sorrir. — Nem eu sabia dessa.

– Imagino que seja mesmo. — Bruna sorriu. — Marina é um amor.

– Ai Bru, besta. — Risos.

– Olha quem chegou! — Amarildo vinha com Breno nos braços. — O neto lindão do vovô.

– Fiz uma papinha deliciosa pra ele. — Marizete disse.

– Hm, Breno desse jeito vai querer morar com vocês. — Ri. — Mordomia hein filho!

– Olha que nós queremos hein! — Bruna disse.

– Marina morre! — Mateus riu.

– Morro mesmo, fico longe do meu morzinho não, né meu amor? — Sorrir. Ele estendeu os bracinhos o peguei dei um beijinho e sentei ele no meu colo.

Marizete trouxe a papinha e disse que dava pra ele, eu disse que não, mas ela insistiu e dava em sua boquinha. Que estava comendo tudo e achando o máximo a vovó dar a ele. Então jantei junto com todos o jantar como sempre divino, sogra era muito boa em tudo que fazia. Sempre foi assim! O que faltou nessa noite foi só o meu amor, apenas ele. Ai que saudades, poxa!

Depois do jantar com a ajuda de Bruna e Mateus, arrumamos a cozinha, depois de deixa-lá limpa. Mateus despediu e foi embora, Amarildo tinha ido pro quarto, também trabalhou o dia inteiro na central, estava sempre com Joana e os outros. Então me sentei com Bruna e Marizete na sala, e elas começaram.

– Mari então Luan me ligou e pediu que Bruna fosse ficar lá com você, ou você viesse pra cá nesses dias que ele está fora. — Marizete disse. — Então resolvemos melhor você vir e ficar com a gente nesses dias que Luan não está aqui, o que acha?

– Ai gente, não quero atrapalhar vocês… — Disse. — Lá em casa tem a Claudinha que arruma as coisas e a Célia que cuida do Breno, não precisam se preocupar. Breno chora a noite, vão atrapalhar vocês dormirem.

– Mas nós queremos que você venha, só nesse tempo, uma semana apenas, poxa. — Bruna disse. 

– Ai você fica no quarto do Luan. — Sogra disse. — E Breno não atrapalha Mari, nem você. — Ela me abraçou, e Breno já quase dormia em meus braços.

– Ai gente. — Disse olhando de Breno pra elas. 

– Por favor! — Bruna pediu. — Vai, hein!

– Ta bom. — Risos. — Fico, mas e Célia?

– Ela ta dispensada por essa semana, pois eu vou olhar meu netinho. — Sogra se animou.

– Eu também ajudarei. — Bruna disse.

– Certeza? — Perguntei.

– Claro. — Sogra sorriu. 

– Ok, amanhã vou lá em casa pego nossas coisas que iremos precisar e aviso a Célia. — Disse.

– Oba, gosto assim. — Bruna riu.

– Ah, agora em questão do Natal. — Sogra me olhou. — Faltam alguns dias e nós precisamos saber o que vamos fazer…

– Mas você pensa em passar aqui ou na chácara? — Perguntei.

– Na chácara, mas acho que esse ano será só nós mesmos, se seus avós e seu irmão vim. — Ela disse.

– A família de vocês?

– Esse ano vão passar em CG, mesmo. — Bruna disse.

– Entendi, então tudo bem, nessa semana aí resolvemos o que vamos fazer. — Sorrir. — Vou colocar Breno no quarto.

– O dele está arrumado e limpinho Mari. — Bruna disse. — Vou te ajudar com as bolsas.

– Obrigado Bru. — Sorrir. — Licença Mari, boa noite.

– Boa noite minha linda, dorme com Deus.

– Amém. — Sorrir.

E então subir indo pro quarto que Breno tinha na casa, estava lindo e arrumado então coloquei Breno no berço coloquei seu cobertor por cima dele, dei um beijinho no alto da sua cabeça. E sair do quarto.

– Precisa de algo Mari?

– Não Bru. — Sorrir. — Muito obrigado, preciso apenas de um banho e descansar mesmo. — Risos.

– Então vai lá, amanhã cedo nos vemos. — Sorriu me deu um beijo. — Boa noite, durma bem.

– Boa noite gata. — Bruna entrou em seu quarto, e eu entrei no do Luan, o cheiro do quarto me lembrava o Luan, estava tudo do mesmo jeitinho em que ele deixava, sempre organizado, até porque sogra organiza.

Então antes de qualquer coisa tomei um banho coloquei meu pijama, logo depois me deitei na cama do Luan e ali fiquei mexendo no celular. Mandei uma mensagem pro Rober.

Show rolando? 

Sim Mari, quer algo?

Pede pro Luan me ligar assim que ele estiver no hotel?

Pode deixar muié, um beijo!

Outro! :*

 Então fui mexer nas minhas redes sociais, tinha um tempo que não mexia, afinal não tinha um tempo pra isso. Entrei no instagram e postei uma foto mais nova de Breno que tinha em meu celular.

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Mamãe ama tanto esse pequeno ❤ “

papai

“Que saudades do papai gente, volta logo. @luansantana Meus tesouros! ❤ “

Os comentários das fãs eram lindos, elas são uns amores. Então entrei no twitter, e pude ver que as fotos que eu havia acabado de postar já eram icons, estava rodeando por todos os lados, então quando deu quase uma da manhã, meu celular tocou.

– Oi meu amor.

– Oi Lu, tudo bem?

– Estou meu amor, e você ta bem? O Breninho?

– Estamos muito bem. — Sorrir. — Estamos na casa dos seus pais. — Disse.

– Ah que bom que aceitou ir amor. — Sentir uma felicidade e segurança em sua voz.

– Sim é bom estar com elas e com quem conversar. — Sorrir.

– Linda. E o que cê ta fazendo acordada à essa hora?

– Só queria ouvir você meu amor. — Disse. — Saudades.

– Eu também princesa. — Ele disse. — Tô indo com a galera pra baladinha agora.

– Seu safado, eu aqui morrendo de saudades e você na boate? 

– Nossa amor, eu mereço.

– Isso e eu também. — Eu disse. — Então vai pra sua baladinha, e juízo ta Rafael.

– Ok Charlotte. — Ele riu. — Boba eu amo você.

– Te amo também. — Disse. — Vi as fotos que você postou, meu menino ta lindo.

– Está né Lu, a cada dia. 

– Me manda fotos dele depois.

– Mando depois. — Disse. — Amor vou dormir, só acho que você também deveria fazer o mesmo.

– Cê acha?

– Certeza meu amor.

– Só vamos da uma palhinha amor, e vamos pro hotel.

– Ata bom. — Disse. — Beijo, boa noite, fica com Deus, cuidado e se cuida.

– Ta meu amor, você também. — Deu uma risada gostosa. — Te amo!

3 dias depois….

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