Capítulo 124° — Dia a dia

– Bom dia mamãe. — Luan entrou com Breno no colo, já de banho tomado, olhei no relógio oito e meia da manhã.

– Bom dia meus amores. — Sorrir. Luan se sentou ao meu lado me deu um selinho, e Breno no seu colo agarrou meu pescoço. — Acordados tão cedo! O que houve? — Risos, peguei Breno colocando no nosso meio.

– Curtir minha família né? — Luan disse. — E você dormiu bem?

– Melhor impossível. — Disse sorridente. — Né amor da mamãe.

– Hm, porque hein?

– Você de volta né meu amor, traz a alegria pra casa. — Falei.

– Lindeza! — Ele sorriu. 

– Bom dia! — Bruna bateu na porta e entrou.

– Bom dia Bru. — Sorrir.

– Que bom que estão acordados, quero comunicar a você Mari que hoje eu, Luan e Breno vamos aprontar a tarde. — Ela riu.

– Vish, Marizete vai colocar vocês pra correr, hein! — Ri.

– Vai nada né filhão. — Luan riu. — E você vai que horas hoje? Vou sair daqui hoje às 9:3o, vou tomar meu banho e as cinco da tarde eu volto.

– Isso, vamos fazer algo já que Marina volta mais cedo?

– Vamos. — Luan disse.

–  Eu topo. — Falei. — Só que hoje volto pra casa né? 

– Ah jura? — Bruna fez bico.

– Juro, juradinho! — Eu ri. — Breno já tomou a mamadeira Lu?

– Já sim Mari. 

– E ta cheiroso o neném da mamãe gente. — Dei um cheiro e um beijo nele, que fez ele soltar uma risada. — Vou tomar meu banho amores.

Me levantei indo pro banheiro e tomei um banho, me arrumei e me vestir.

images (75)

Sair doo banheiro já não tinha mais ninguém no quarto, deixei o quarto arrumado, e arrumei minha mala pra levar pro carro. Fui no quarto do Breno e também juntei algumas coisas, outras já ficavam aqui. Quando terminei desci com as malas, Luan se levantou pra me ajudar.

– Colocar onde?

– No meu carro Lu. — Disse.

– Vai tomar seu café, a Bruna ta lá tomando.

– Ok amor. — Sorrir pegando Breno no chão e indo pra sala de jantar me sentei. — Bom dia Marizete.

– Bom dia minha linda, como foi o jantar ontem? — Ela sorriu.

– Maravilhoso! — Sorrir. 

– É bom quando ele está de volta né?

 – Demais Mari, nossa. — Risos. — Mas hoje voltamos pra casa. — Disse bebendo um copo de suco.

– É Luan já veio reclamar. — Marizete disse. — Por mim vocês moravam aqui com a gente.

– Gente é só 20 minutinhos de carro, nem moramos tão distantes. — Ri. — E vocês são sempre bem vindos lá.

– Lá onde? — Luan entrou se sentando também.

– Na casa da Mari Pi. — Bruna disse. 

– Ah, essa bruxa quer voltar hoje. — Ele mostrou língua. 

– Nossa valeu pelo bruxa. — Ri dele.

– Eita amor! — Bruna riu. 

– Gente tenho que ir, mas tarde estou de volta. — Disse me levantando dando um beijo em meu pequeno, dei um selinho em Luan, no rosto da Bruna e da Marizete. 

– Um beijo Mari, ah esperamos você mais tarde. — Bruna sorriu.

– É façam bagunça pra vocês ver. — Ri.

– Vai com Deus Marina. — Marizete sorriu.

– Fica com ele também. — Sorrir, e sair e Luan veio com Breno atrás até o carro.

– Beijo meu amor, te amo, bom trabalho. — Sorriu, e me deu uns selinhos.

– Obrigado meu amor, te amo. — Sorrir. — Cuida do pequeno da mamãe tá? — Dei um outro beijo no bebê.

– Mamã. — Ele sorriu.

Então eu fui trabalhar, o trânsito de São Paulo já estava maravilhoso né? Nossa! Até chegar lá foi um sacrifício, enfim assim que cheguei. Barbara minha secretária me esperava com vários papéis para serem preenchidos até mais tarde. Entrei pro escritório, e antes que eu fechasse a porta Vitor apareceu.

– Marina! — Ele veio empurrou a porta.

– Oi amiga! — Anne também entrava.

– Oi meus amores, o que devo a visita de vocês juntos? — Sorrir. — Entram.

– Uma mega surpresa pra você. — Anne sorriu.

– Como pra gente também foi. — Vitor disse.

– Ai, falam logo! — Disse. — Não me deixem curiosa.

– Nossa apressada. — Anne riu. — Eu linda, maravilhosa acabei de receber uma notícia mais que demais.

– Nossa, eu já até sei. — Eu abrir um lindo sorriso. — Você ta grávida amiga?

– Nossa tão na cara assim? — Vitor riu.

– Awn meu Deus! — Eu quase gritei e pulei nela de felicidade. — Que lindo, fez hoje os exames?

– Sim amiga acabei de fazer, e estou muito feliz em saber que uma pessoinha cresce aqui dentro de mim. — Ela sorriu.

– Awn. — Abracei Vitor. — Parabéns pra vocês, estou muito feliz em saber e ser uma das primeiras.

– Obrigado Mari. — Vitor disse. 

Então conversamos por mais um pouco, mas Anne despediu e eu disse que hoje mesmo eu voltaria pra casa. Então depois deles saírem, nossa fiquei super animada com toda notícia, Anne se tornaria uma linda mamãe. Só espero que a criança nasça sensato como pai, e não louquinha como a mãe, ai meu Deus mais um sobrinho ou sobrinha. Afinal, filho dos meus amigos são meus afilhados, todos! Comecei meus trabalhos, depois de atender umas dez crianças em consultas de rotina, eu comecei a preencher meus papéis nem vi a hora passar, só notei mesmo, quando Mateus, Vitor, Bruno e Letícia vieram me chamar pra almoçar com eles num restaurante, eu tirei uma foto e postei.

almoço

“Delícia de almoço! @LetíciaReis @brunovieira @mateusduarte @vitormartins!”

E conversando com eles e mexendo no celular me aparece uma foto que Luan tinha postado há 2o minutos atrás. Eu curtir e comentei.

artes

“Porque hoje é dia de bagunça, já que a mamãe foi trabalhar. Filhão ❤ “

@marinacavalcantti: É só a gata sair que os ratos fazem a festa! Hahaha, meu amor! ❤

E Bruna tinha postado outra, também curti e comentei.

images (42)

“Eu amo mais que tudo! ❤ “

@marinacavalcantti: Ai como amo, esses dois! 

Depois de uma hora e meia de almoço voltamos aos trabalhos, voltei atender meus pacientes. Enfim depois de uma tarde inteira de trabalhos, fui direto pra minha casa lá guardei as malas e tomei um banho e me vestir.

tumblr_n8h0vhxgP61rald1do1_500

E peguei meu celular e minhas coisas. 

– Claudinha, hoje eu volto pra casa. — Sorrir. — Saudades daqui.

– E eu de vocês. 

– Hoje vou só buscar Breno. — Disse. — Já são seis horas né? 

– Sim, são sim. E hoje irei ficar aqui com vocês.

– Oba! — Disse. — Então vou indo, e mas tarde voltamos, beijo!

-Beijos querida! — Ela disse.

Então fui mexendo no celular e Luan tinha postado uma outra foto, então quando vi.

download (5)

“Olha quem veio visitar o didinho! A pequena Lavínia, filha dos meus queridos amigos @larissacarvalho @miguelgarcia.”

@marinacavalcantti: Opa, que didinha ta chegando também! Lavínia princesinha. 

Assim que entrei no carro meu celular começou a tocar, atendi.

– Marina, ta podendo falar?

– Sim Célia, o que houve?

Anúncios

Capítulo 123° — Vergonha na cara

– Aquela sua música combina certinho com você amor. — Ri.

– Qual? — Ele riu.

– Me ignora, manda embora, traz de volta eu não tomo vergonha na cara, eu te amo e assumo, pois você também não vale nada. —Risos. 

– Credo amor. — Ri.

– A que mais combina com nós dois é.. — Ele sorriu e começou a cantar. — Me apaixonei, perdidamente e o que eu sei, é que daqui pra frente vai ser nossa cidade, nosso telefone nosso endereço, nosso apartamento. Sabe aquela igreja? “Tô” aqui na frente, imaginando chuva de arroz na gente!

– Own que amor, até parece que é assim sempre. — Ri.

– Como assim amor? 

– Cê é safado cantor, só isso. — O olhei.

– Um safado romântico. — Ele disse.

– Sempre. — Ri, dei um selinho. — Onde você está indo?

– Pra sua casa, a chave ta ai? — Ele ainda sério me olhou.

– Ou você me perguntou se EU, quero ir lá pra casa? — Cruzei os braços rindo.

– Nós vamos, se não vai ser aqui dentro mesmo. — Ele me olhou e riu.

– Hm, ta assanhadinho hoje hein. — Passei minha mão em sua nuca, vi Luan se arrepiar.

 – E você atiçando, né? — Ele revirou os olhos. — Nem gosta! 

– Hahaha! — O olhei, coloquei a mão nas coxas do Luan e fui subindo fazendo uma leve massagem, ele me olhava com uma cara “dá pra parar?” 

– Depois que eu bater o carro aqui, vem colocar a culpa em mim. — Ele me olhou.

– Tô fazendo nada. — Ri. — Abaixa o vidro ai, pro Sérgio abrir portão. 

Luan abaixou e disse.

– E ai Serginho! — Riu.

– E ai Luan, quanto tempo cara, sumiu. — Ele disse. 

– Trabalhando demais cara. — Sorriu.

– Oi de novo Serginho, tudo bem? — Perguntei.

– Tudo Marina, vou abrir o portão pra vocês.

– Obrigado Sérgio!

Então entramos.

– Nem deixou eu conversar com o cara! — Ele disse.

– Pelo qual motivo viemos parar aqui mesmo? Com a casa toda bagunçada, pois Claudia não terminou de arrumar? Não foi conversar com o Serginho, né meu amor? — Ele riu.

– Nossa Marina Charllote Cavalcantti, nossa! — Rindo.

– Idiota!

Então ele colocou o carro na garagem e descemos, fui na frente e abrir a porta. Luan veio atrás me abraçou me dando beijinhos no pescoço, e apenas passou a chave na porta por trás de mim e então subimos indo pro meu quarto, Luan emaranhou sua mão em meu cabelo, e começou a cantar.

– Quero ver esse vestido “azul” jogado no chão… — Ele cantarolou. — Quero ver a minha boca, suja com seu batom. — Ele me deu um beijo de tirar o folego. — Quero ouvir você falar, baixinho em meu ouvido, fica mais um pouco, amor. 

– Fica mais amor, fica. — Mordi os lábios e ele me virou de costas, abriu o zíper do vestido em que eu usava e enquanto o vestido ia caindo ele me dava uns beijinhos pelo pescoço, ombros, me deixando toda arrepiada. Quando meu vestido estava no chão me virei pra ele dei um sorriso, e o puxei pra cama o empurrei. — Cê tava com saudades, né? 

– Demais neguinha, demais. — Ele mordeu os lábios.

Então me sentei por cima do Luan e ele se sentou, tirei sua camisa e joguei pro lado fui beijando seu lábios doces, e descendo pelo pescoço, peitoral, barriga,  e o olhei com um sorriso maliciador. Luan já estava respirando fundo, ofegante, seu membro animado dentro da sua boxe, então abrir seu zíper da calça e ajudei a tirar, a cueca também vou para o outro lado do quarto, fui massageando seu membro já ereto, fazendo movimento de vai e vem, logo depois comecei a chupa-lo e Luan ia enlouquecendo de tanta excitação, Luan gemia e ouvi-lo me dava mais prazer ainda. Depois de algum tempo ali Luan me jogou na cama e disse que ele iria brincar agora, começou a me beijar pelo corpo inteiro  da boca a pontinha dos dedos dos pés, Luan com um pouquinho de dificuldade tirou meu sutiã e jogou pelo quarto começou a beijar meus seios, a mordisca-los, a chupa-los, aquilo me dava um prazer extremo, Luan me olhava sorrindo e estava gostando muito da brincadeirinha. Depois foi beijando minha barriga e quando chegou em minha calcinha, arrancou ela com a boca mesmo, mds que homem! Quando chegou em minha intimidade lá em dava beijinhos, alisava e eu me contorcia de tanto prazer, Luan então começou a introduzir um dedo, dois, três e a cada vez mais forte e eu gemia loucamente, aquilo era bom, ele era o mais perfeito.

– Amor eu não vou aguentar. — Sem fôlego eu já dizia, entre gemidos.

Antes que eu chegasse ao ápice ele tirou os dedos e voltou a me beijar, o mais carinhoso de todos. Então ele colocou seu membro em mim, com muito carinho primeiramente, era um movimento de vai e vem gostoso bem devagarzinho para começar, e íamos nos beijando Luan falava coisas maravilhosas em meu ouvido. Depois daquela posição tiveram varias outras, Luan estocava cada vez mais rápido e mais! E então chegamos juntos ao ápice, me deixei cair por cima do Luan, estávamos suados e ofegantes, eu apenas sorrir.

– Você foi demais. — Sorrir. — Sempre perfeito, como estava com saudades.

– Minha linda. — Me deu um beijinho na cabeça.

– Vou tomar um banho. — Me enrolei no lençol e me levantei. — Ainda temos que voltar.

– Quantas horas são amor? — Luan perguntou.

– Três e meia Lu. — Disse, e entrei no banheiro.

Tomei meu banho e logo sair pra que Luan entrasse, me vestir.

Espelho5

Enquanto Luan tomava o banho e arrumava as coisas que estavam bagunçadas, arrumei a cama e peguei minhas coisas, Luan saiu enrolado na toalha e foi no clouset pegar uma peça de roupa que tinha lá, ele se vestiu e descemos.

– Então vamos né? — Sorrir.

– Vamos princesa. — Me deu um selinho entramos no carro e voltamos pra casa, eu totalmente apagada só vi mesmo a hora em que chegamos, afinal Luan me pegou no colo e foi me levando na escada.

– Lu eu vou sozinha. — Com uma voz de sono eu dizia.

– Não. — Ele já entrava no quarto e me colocou na cama. — Dorme bem meu amor. — Sorriu e me deu um beijinho no rosto.

– Vou ver o Breno Lu.

– Não, eu vou Mari. Dorme com Deus!

Então fiz o que ele pediu e dormir.

Capítulo 122° — O Jantar

– É uai, você não foi com os parceiros? — O olhei.

– Fui muié, e foi normal ué. — Ele disse. — Galera zoando, cheio das gatinhas. — Luan só falava isso pra me irritar.

– Ah é? Cheio das gatinhas então? — O olhei enquanto penteava o cabelo de Breno, que ficou assim vestido.

amor

– Mas a mais gata de todas estava aqui em casa me esperando com o menino mais lindo do mundo, meus dois amores e claro que eu não dei bola né meu amor? — Ele me abraçou. — Bobona, ciumenta! Eu amo só você o resto tanto faz!

– Meu amorzão. — Sorrir. — Eu te amo! — Dei um beijo demorado nele, e terminamos com alguns selinhos e Luan pegou o filho.

– Vamos preparar uma mamadeira gostosa agora amor da mãe. — Sorrir e dei um beijo em seu rosto.  — Sua mãe está morta de saudades de você Lu.

– Eu também morto de saudades da mamusca, cara. — Ele disse saindo do quarto. — Meu pai e a Piroca?

– Seu pai foi pra central, mas volta pro almoço. — Disse. — Bru foi malhar, já já está de volta.

– Ótimo, vamos descer tô com fome.

– Isso é sempre né meu amor? — Ri.

– Ridícula. — Ele disse rindo.

Então chegamos na cozinha e sogra estava lá olhando o que tinha pra fazer.

– Bom dia mamusca mais gata! — Luan abraçou a mãe e a beijou, a felicidades dos dois era lindo!

-Bom dia meu filho. — Então ela o abraçou e ficaram conversando, enquanto ele tomava o café e eu fui fazer a mamadeira do Breno e Luan mesmo quis da ao filho. Então ficamos ali até Bruna chegar e vim abraçar o Luan e fazer a festa, por que Bruna, Breno e Luan foram fazer bagunça enquanto ajudava Marizete na cozinha com o almoço.  Enfim, depois do almoço Marizete disse que precisaria sair, Bruna foi pro teatro e Amrildo voltou pra central, só ficando eu, Luan e Breno.

– Amor, cê tem que ir trabalhar hoje?

– Sim meu anjo. — Disse, enquanto arrumava minha mala pra voltar pra casa. — E voltar pra casa também né? — Ri.

– Ah não! — Ele disse.

– Bem menor que você. — Risos. — Tenho que voltar né amor? Uma semana que aquela casa ta fechada, eu disse pra Claudinha não ir nenhum dia, pensa como deve estar suja. — Falei. — Hoje ela está lá limpando, amanhã Célia também vai lá pra casa.

– É só eu voltar que começa a palhaçada, né?

– Eita! — Ri. — Nem é, o combinado seria ficar aqui até você voltar, não foi?

– É foi. — Ele nem me olhou e continuou a brincar no chão com Breno e seus brinquedos. — Pelo menos hoje Breno vai ficar aqui? — Ele perguntou sem me olhar.

– Luan. — Ele não me olhou. — Luan. — Falei um pouco mais firme e ele olhou. — Você pode ir pegar o Breno, ficar com ele trazer, ir passear com ele a hora em que você quiser, ele é nosso filho, não meu! NOSSO! Hoje a Claudinha não conseguirá terminar de limpar a casa com certeza, mas eu preciso ir lá da algumas orientações o Breno pode ficar claro e deve, pois lá não está em condições dele ficar, até ela limpar entendeu?

– Ta, mas poxa, fica aqui mais uns dias?

– Não Lu, hoje durmo aqui, amanhã volto ok? E você sabe que pode ir pra lá também sempre, futuramente será nossa casa lá.

– Ok, tudo bem. — Ele disse.

– Vou tomar meu banho. — Falei e entrei, assim que terminei me vestir.

tumblr_n3pyuiPZjZ1r55s91o1_500

– Amor?

– Oi linda? — Ele me olhou.

– A noite vamos sair pra um jantar vamos? Só nós dois?

– Vamos sim minha linda, eu reservo tudo pra nós.

– Opa. — Sorrir.

– Vem cá vem. — Ele colocou na câmera do celular e tirou a foto.

tumblr_nej3mtSR1v1ti2d1go1_400

“Minha linda, ah como amo! @marinacalvacantti ❤ “

Então passei mais umas meia hora com meus amores e fui trabalhar, afinal tinha um dia longo pela frente. Enfim depois de um dia de muito trabalho fui em casa que estava quase toda limpa, mas não fiquei. Passei na casa da Anne só pra vê-la e Juliana estava lá junto com Paola apenas passei mesmo pra um abraço nelas. E voltei pra casa, meu filho me esperava e Luan também para nosso jantar. Então já fui chegando e indo pro banho me vestir.

tumblr_nefmr2nWwm1rald1do1_500

Terminei a maquiagem e coloquei Breninho pra dormir, quando voltei Luan estava pronto.

luan-santana_3

– Vamos meu amor?

– Nossa que gata! — Me deu um beijo.

– Você meu amor. — Sorrir.

– Vamos então.

– Uma foto primeiro!  — Puxei Luan pra frente do espelho.

tumblr_nhatl60k9C1rhy30yo1_500

“Meu amor, minha vida, quanta saudades que estava! @luansantana te amo!”

Peguei minha bolsa.

– Nossa que gatos! — Bruna disse. — Aproveitem meus amores, e não precisam preocupar com Breno, eu cuidarei dele.

– Awn lindona! — Dei um beijo no rosto dela.

– Obrigado Piroca, não vai sair hoje? 

– Não meu amor hoje ta no plantão. — Ele fez bico.

– Graças a Deus. — Luan riu.

– Idiota! — Ela disse. — Vai logo vai!

Luan abraçou a irmã e a encheu de beijos, então descemos e despedimos de Amarildo e Marizete.

– No meu carro? — Perguntei.

– Eu dirijo! — Ele pegou a chave de minhas mãos, e me deu um selinho.

– Nem deixei, uai. — Ri, e ele abriu a porta pra mim entrar.

– E precisa deixar? — Sorriu, me ajudou a entrar, me sentei colocando o cinto e ele deu a volta.

– Claro né meu amor.  — Disse rindo, e ele colocava seu cinto, ligou o carro.

– O bom do seu carro que é escuro igual o floquinho, ninguém me ver. 

– Isso é o essencial né Lu. — Risos. — Onde vamos?

– Restaurante japonês, tempinho que não vamos lá. — Ele disse enquanto íamos saindo do condomínio.

– Hmm, rs! Lu meu vestido já está pronto. — Sorrir.

– Sério? Como é?

– Só saberá no dia. — Disse, e olhei pela janela os carros.

– Amor ainda é ano que vem poxa! — Ele disse, enquanto prestava atenção no trânsito.

– Ta chegando. — Sorri. — Os convites chegam essa semana, o lugar vai ser em Noronha onde te mandei as fotos. 

– Noronha é perfeito! — Sorriu, Luan estacionou o carro e como a rua estava vazia, entramos antes que alguém nos veja.

– Demais Luan, apaixonei com o lugar.

– Boa noite Luan Santana e Senhorita, que prazer recebê-lo. — Um dos garçons sorriu. — A mesa que pediu, está ali.. venham!

– Obrigado. — Sorrir.

– Aqui é maravilhoso cara, gosto daqui. — Luan disse.

– Obrigado pelo preferência. —Ele apontou a mesa, então Luan puxou a cadeira pra mim e eu sentei deu a volta e se sentou.

– O mesmo de sempre? — Ele anotava.

– Sim, o mesmo! — Luan disse. — Vinho amor?

–  Sim. — Disse.

Então, enquanto Luan conversava com o garçom eu reparava seus mínimos detalhes, enfim ele foi e Luan me olhou.

– Pronto amor. — Sorriu. — Me fala e a decoração?

– Está linda vai ser mais simples por ser na praia, mas maravilhosa, com rosas e flores. — O olhei. — Sua mãe estava me ajudando a olhar e decidimos por um lá.

– Não vejo a hora. — Luan disse, e o garçom nos serviu com o vinho e saindo logo após. 

– Nem eu, vai ser um sonho maravilhoso. — Disse. — E a Lua de mel? — Perguntei.

– Ta pronta e resolvida há muito tempo Mari. — Ele sorriu. — Vamos pular pra ela?

– Onde amor?

– Surpresa, você não fala do vestido e eu não falo da lua de mel. — Ele riu.

– Nossa Luan, nada ver. — Ri.

– É né? — Rimos.

Então conversamos sobre o casamento, sobre nossa vida e tudo mais. Nosso jantar chegou e nós jantamos, Luan um amorzinho em relação a tudo. Quando terminamos o jantar Luan foi pagar a conta, enquanto eu fui ao banheiro, retoquei o batom. Voltei e encontrei Luan  que me esperava concentrado mexendo no celular. Já eram quase onze e meia da noite, fomos pro carro.

– Amor hoje sabe… — Luan disse.

– O que Lu?

– A gente, podia… — Ele deu um sorriso malicioso.

Capítulo 121° — Baladinhas?

Lá estava ele deitado ao meu lado com a respiração pesada, cansado e dormia feito um anjo. Depois de duas semanas fora, minha vontade era agarra-lo, da-lhe vários beijos, abraços, mas estava dormindo e não queria acordá-lo, com certeza chegou de madrugada e estava muito cansado. Apenas dei um beijinho em seu rosto, ele então continuou dormindo. 

Me levantei sem me mexer na cama joguei a coberta por cima dele novamente, fui ao banheiro tomei um banho, lavei meu cabelo, fiz minhas higienes, depois me vestir.

images (40)

Quando voltei ao quarto deixei Luan dormindo e sair indo em direção ao quarto do Breno que também dormia, afinal será que eu acordei cedo demais? Então desci para cozinha e estava Marizete e Amarildo tomando café na sala de jantar.

– Bom dia gente. — Sorrir. 

– Acordou cedo demais Marina. — Amarildo disse.

– É eu notei isso também. — Risos. — Mas despertei mais cedo, ontem também dormir cedo, foi por isso. 

– É deve ser mesmo. — Marizete sorriu. — Ai Marina esses dias com você e o Breno foram tão bons! Porque não ficam mais com a gente?

– Ai Mari, não dá. — Risos. — Lá em casa fica fechado e isso é ruim. Pra mim foi muito bom também passar essa semana com vocês, eu amei. E Breno com certeza, também.

– Ele traz alegria pra casa. — Amarildo disse.

– E traz mesmo gente, esse garotinho é um amor. — Sorrir. — Mas quando vocês quiserem pegar ele lá em casa vocês podem, viu? 

– Vamos mesmo. —Amarildo disse. —Luan chegou né?

– Chegou sim. — Sorrir. — Ta tão cansado. — Falei.

– Com certeza Mari, duas semanas fora de casa. — Ela disse.

– Pois é sogrinha. — Disse.

– Olha estou indo pra central, mas tarde venho almoçar com vocês.

– Bom trabalho Amarildo, mas tarde sou eu. — Risos.

– Obrigado Mari. — Ele sorriu deu um beijo em Marizete e saiu, com a chave do carro em mãos.

– Vai deixar o Breno aqui hoje com a gente né? — Ela sorriu.

– Sim, Luan chegou e está morrendo de saudades do filho. — Sorrir. — Ele vai ficar, vai fazer é bagunça com o pai dele você vai ver.  — Nós rimos.

– Vai mesmo! — Ela riu. 

Tomamos nosso café tranquilamente e Bruna acordou já arrumada pra academia, estava animada pelo jeito com os fones de ouvido e quando nos olhou sorriu.

– Bom dia família, bom dia! — Ela pulou.

– Bom dia Brubs! — Ri. — Que animação.

– Pois é Bruna, bom dia. — Ela deu um beijo na mãe.

– Ah gente o Pi ta de volta, vou tomar um café de leve e malhar bastante. — Ela sorriu.

Então ficamos as três conversando, logo depois fui ao quarto de Breno ele já tinha acordado. Fui até ele preparei para um banho, ele estava animadinho também, até parece que já sabia que seu papai havia chegado. Enquanto eu dava um banho delicioso, a porta do banheiro do quartinho de Breno se abriu.

Luan On.

Cheguei em casa era três da manhã todos dormiam, passei no quarto do meu pequeno e lá estava ele deitadinho em seu berço dormindo feito um anjo. Fui pro meu quarto lá estava minha donzela, minha mulher, minha futura esposa dormindo feito a bela adormecida de tanto profundo em que seu sono estava, apenas dei um beijo em sua testa e fui pro meu banho, e logo após deitei ao seu lado e ali fiquei a olhando-a até pegar no sono.

Acordei de manhã Marina já não estava mais no quarto me levantei, olhei as horas e fui fazer minhas higienes tomei um banho e logo me vestir, dei uma geral no meu quarto antes de sair e na cabeça apenas coloquei meu boné. Fui ao quartinho do meu filho ele não estava no berço, mas escutava vindo do banheiro a voz dos meus dois amores, Marina conversava com nosso filho, ela falava com uma voz mais doce impossível, e além de Breno falar algumas coisinhas, dava gargalhadas. Então parei ali na porta e assim pude ver os dois, Breno estava bem gordinho desde a última vez que o vi ele batia as mãozinhas na água da banheira, Marina estava de costas seus cabelos castanhos tinha crescido, ou era coisa da minha cabeça? Aquele perfume dela estava exalando por todo banheiro e quarto do Breno, então já não estava aguentando só olhar eles, e entrei no banheiro. Marina olhou pra trás e Breno também olhou pra onde a porta se abria, e ele sorriu e ela também.

– Amores meus. — Eu disse. — Que saudades de vocês. 

Luan Of.

Quando ouvir a porta se abrir me virei pra trás e era meu amor, meu homem, ele estava ali entrando, assim que escutei sua voz, meu coração acelerou. Olhei e sorrir, apenas disse.

– Lu meu amor, vida. — Disse. — Ai que saudades!

– Princesa demais. — Ele veio pro meu lado e me abraçou e me deu um beijo demorado, quase esqueci que estava com Breninho na banheira, me lembrei só quando ele gritou.

– Papa! — Breno disse.

E nós olhamos pra ele, ela havia dito PAPAI pela primeira vez. Luan olhou de mim pra Breno e o sorriso dele estampado em seu rosto era impossível  não ver.

– Amor ele disse papai, cara. — Luan disse feliz, com um sorriso de orelha a orelha. — Amor do papai, fala de novo.

– Sim Lu ele disse. — Sorrir. — Que presente hein, voltar pra casa e o filho falar papai.

– É muito amor né amorzão. — Luan beijou o filho, que bateu as mãozinhas na água novamente.

– Papa, papa. — Ele repetia.

– Oi lindão do pai. — Ele sorriu. — Então amor me conta, como foi os dias sem mim? Os piores né? — Ele se encostou na pia do banheiro, cruzou os braços e ficou me olhando, enquanto eu dava o banho em Breno.

– Humildade mandou lembranças. — Ri. — É claro né Luan, duas semanas sem você garoto, duas semanas sem beijar, duas semanas sem te abraçar. 

– Duas semanas sem… — Luan falou em meu ouvido, e riu e voltou pro seu lugar e tomou seu posto novamente.

– Safado! — Rimos.

– Mas fala que não ta com saudades. — Ele me olhou, erguendo uma sobrancelha.

– Claro né Luan, sou de carne meu amor. — Eu disse e ri.

– Safadinha! — Ele piscou e riu. 

– Bobo. — Ri. — Pega a toalha ai amor. — Apontei.

– Aqui. — Ele então pegou e me entregou. 

– Obrigado. — Sorrir, enrolei Breno na toalha e saímos do banheiro, coloquei Breno em cima de uma cama que tinha no quartinho dele onde estava a roupinha que havia deixado, enquanto o secava, conversava com o Luan. — Como foi os shows? TV? Rádios e entrevistas? 

– Olha amor. — Enquanto ele falava segurava a mãozinha do filho que sorria. — Foi tranquilo até sabe? Os shows estão incríveis, TV fomos duas vezes apenas nessas semanas, rádio não teve. — Ele disse. — E tivemos uma entrevista pra revista Caras, tô na capa semana que vem. Ó e tô bonito nela viu? — Ele riu e me deu um selinho rápido, enquanto vestia Breno.

– Deixa de ser convencido Rafael! — Ri. — E as baladinhas hein?

– Baladinhas? 

Capítulo 120° — Noronha

– Marina, ontem eu estava conversando com o Luan sobre o casamento de vocês e como vocês querem casar ao ar livre, que tal na praia? — Ela disse, enquanto tomávamos café da manhã.

– Acho maravilhoso! — Sorrir. — Só que teríamos que escolher a praia, e enfim mandar os convites né? Pois já é em janeiro, estamos em final de novembro.

– Entendi, olha tem que ser areia branca e a mais linda e top de todas. — Bruna disse. — Podia ser em Cancún!

– Muitos não iriam Bru, iria ser perfeito se fosse lá. — Sorrir. — Sonho de qualquer um, mas vamos aqui no Brasil mesmo… tem tantas praias lindas.

– Vamos olhar em Fernando de Noronha Mari? — Ela me olhou.

– Vamos, chama a Bruna que ela vai e nos ajuda. — Disse.

– Ótimo vou ligar pra ela, eu, você Breninho e a Bruna.

– Vamos, mas tem que ser essa semana.

– Sábado? E voltaremos no domingo, pode ser?

– Ok, ai segunda-feira, Luan já volta. — Sorrir. — Tô morta de saudades.

– Também, duas semanas poxa!

Então continuamos nosso café, mas escutei Breno chorar lá em cima, então subir e fui ao quarto dele.

– Oi meu amor, bom dia. — Sorrir. — O que foi que o neném ta chorão, hein? — Dei um beijo nele, o pegando.

Ele então parou na hora em que peguei, como estava manhoso esse garoto.

– Vamos tomar um banho e tomar uma mamadeira bem gostosa né amorzão? — O peguei e dei um banho, ficou bem calminho e relaxante, então o vestir e arrumei seu cabelo, estava num cheirinho tão gostoso. Então desci e Bruna já estava na sala, vendo TV. — Não vai academia hoje Bru?

– Mas tarde Mari, vou agora é pro teatro. — Disse. — Oi lindo da titia. 

Breno então estendeu os braços para que Bruna o pegasse.

– Que isso hein me trocando pela tia Bru. — O olhei, e ele apenas sorriu.

– Titia tem moral né meu amor. — Bruna se gabou rindo, pegando ele. 

– Cadê sua mãe Bru? 

– Foi ao mercado, acho que é.

– Ela nem esperou, para que eu fosse com ela e ajudar. Vou fazer a mamadeira do Breno ta? 

– Vai lá tenho dez minutos, rapidinho.

Então fui e preparei a mamadeira de Breno, voltei pra sala, então ele voltou pro meu colo e Bruna se despediu, e saiu. Logo Breno terminar nos sentamos no tapete e fomos brincar com seus brinquedos, até Marizete chegar.

– Bom dia. — Ela entrou como sempre sorrindo, linda e maravilhosa.

– Bom dia Mari. — Sorrir. — Porque não me esperou?

– Não quis acorda-lá Marina. — Ela sorriu.

– Ótimo, então eu te ajudo com as sacolas. — Sorrir, deixando Breno brincando e e fui pegar as sacolas no carro, voltei pra cozinha e guardamos tudo e depois ficamos conversando um pouco, ajudei no almoço, almoçamos juntas e logo após fui pro hospital, fiquei o dia inteiro por lá, voltando pra casa só a noite, depois de um longo dia de trabalho. 

 

Sábado de manhã…

– E você vai com quem? — Luan e eu conversávamos pelo celular.

– Eu a sua irmã e a Bruna e o Breno. — Disse.

– Voltam quando?

– Amanhã Lu, só vamos olhar o local do casamento. 

– Segunda você já vai estar aí né? Tô morto de saudades.

– Voltaremos amanhã mesmo. — Disse. — E segunda você chega e nós mataremos essa saudade.

 

– Vamos Mari, o meu pai vai levar a gente. — Bruna gritou.

– Amor preciso ir seu pai vai nos levar no aeroporto, mas tarde eu te ligo tudo bem? Beijo, te amo.

– Beijo meu amor, boa viagem, te amo.

Então desliguei e peguei a bolsa de Breno as outras já estavam lá embaixo.

– Oi Bruna! — Cumprimentei a amiga da Bru.

– Oi Marina. — Sorriu. — Então bora?

– Vamos! — Sorrir, peguei Breno com Marizete. — Beijo sogrinha até amanhã.

– Beijo, boa viagem pra vocês.

– Obrigado!

Então fomos a caminho do aeroporto, foi tranquilo até lá, Bruna ia brincando com Breno, enquanto eu e Bruna Paiva íamos olhamos algumas praias pela internet. Encontramos uma maravilhosa, e seria a primeira a ser vista, quando chegarmos lá. Amarildo então nos deixou no aeroporto e voltou pra casa e então logo embarcamos. Depois de duas horas de voo, estávamos em Noronha chamamos um táxi que nos deixou na pousada que por sinal era linda e depois de um banho, fomos almoçar. 

– Esse lugar é divino!

– Demais. — Bruna Paiva disse. — Seu casamento vai ser maravilhoso!

– Vai mesmo cunha.— Sorriu.

Então depois do almoço fomos em várias praias uma mais linda que a outra, quando já estávamos cansadas de procurar fomos nos deitar debaixo de um coqueiro pra descansar tomamos uma água de coco e Breno também acabou gostando. 

– Gente, gostei de muitas, mas não são essas. — Ri.

– Ah, mas tem aquela Bruna. — Bruna paiva disse.

– Qual?

– A Maraú, ela é linda! — Sorriu.

– Já ouvir falar nessa. — Disse.

– Ah, sério? — Ela me olhou. 

– Vamos logo então. — Bruna então pegou Breno.

Voltamos a procura, pegamos novamente outro táxi e em quinze minutos estávamos na praia de Maraú, e realmente era linda e então já olhei e tirei algumas fotos pra mostrar Luan, e logo mandei pelo whats ele adorou o lugar e disse que se tivesse gostado que poderia ser ali mesmo. Então decidi que seria ali e as meninas pularam de felicidade e até entraram na água com roupa e tudo, meu Deus! Liguei para mulher para confirmar dia 15 de Janeiro casaríamos aqui Bruna levou o Breninho pra molhar os pezinhos e logo então já escurecia voltamos pra pousada.

– Tem certeza que ficará bem? — Bru iria sair com a amiga pra um luau na noite, Mateus  tinha acabado de chagar.

– Podem ir vocês três. — Sorrir. — Estou cansada, vou deitar aqui com Breninho. — Disse.

– Ok, qualquer coisa liga! — Bruna Paiva disse e eles foram.

Decidir ligar pro pessoal dos convites para confirmar o endereço do local, disse e enfim disseram que no final de semana que vem estariam prontos e entregariam na minha casa.

A noite não demorou muito a passar, logo amanheceu e voltamos pra São Paulo.

 

Segunda-Feira

Acordei cedo e quando me virei pro lado.

Capítulo 119° — Uma semana

Chegando na casa da Marizete, buzinei duas vezes e Bruna apareceu na porta, disse alguma coisa pra alguém dentro da casa e voltou até onde estávamos. 

– Oi meu amor. — Bruna me abraçou, enquanto eu saia do carro.

– Oi Brunis. — Sorrir, abraçando-a também.

– Como você está? — Disse ela abrindo a porta de trás do carro e pegando o Breno. — Oi amor da tia. — Beijou o Breno e logo meu olhou.

– Estou bem. — Sorrir, pegando minhas coisas no carro, bolsa de Breno. — E vocês?

– Estamos bem também, vem vamos entrar. — Ela saiu na frente com Breno, enquanto tranquei o carro, fui atrás deles.

Breno conversava com a tia, quer dizer… falava um monte de coisas enroladas. Eu ia rindo atrás com a paciência de Bru, entramos e Mateus estava no sofá sozinho.

– Oi Mat! — Sorrir, o abraçando.

– Oi Mari, como você está?

– Tô bem, você curtindo a folga né?

– Tem que ser. — Ele sorriu. — Oi garotão do titio. — Ele se sentou junto com Bruna, pedi licença a eles e fui até a cozinha.

– Oi Marizete. — Sorrir.

– Oi minha linda, como você está? — Ela me abraçou.

– Estou bem. — Sorrir. — Melhor agora com vocês. 

– É ruim ficar lá sozinha né Mari? Só você e o Breninho. — Ela disse.

– É estranho aquela casa grande demais. — Risos.

– Cadê ele? 

– Ta com a Bru na sala.— Sorrir. 

– Luan me ligou pedindo pra que você visse pra cá. — Ela disse. — Ele tem medo de deixar vocês sozinhos lá.

– Ahh sogra, mas é bem tranquilo sabe? — Ri. — O condomínio é bem calmo. Mas também entendo o lado do Lu.

– Pois é. — Ela disse me entregando um copo de suco e nos sentamos na cozinha.

– Mamã. — Vinha Breno engatinhando da sala.

– Oi amor da mamãe. — Sorrir.

– Ei príncipe da vovó, como você ta hein? — Marizete sorriu, pegando o neto. — Ta pesadão né Bre. 

– Ta não ta Mari? — Sorrir. — Célia enquanto tô fora cuida muito bem dele. 

– Isso é bom, pois é difícil né deixar ele?

– Muito nossa, sei que é só por algumas horinhas. — Ri. — Mas da uma saudade imensa.

– Sei bem como é Mari, sinto essa saudade do Luan até hoje. — Ela sorriu me olhando, e depois olhou Breno.

– Luan desde sempre dando trabalho. — Risos. — Nos deixando com saudade.

– É difícil! — Risos.

– Demais. Cadê o Amarildo?

– Ta no escritório, então vamos jantar?

– Vamos. — Sorrir.

– Vou chamar o pessoal podem esperar na sala de jantar Mari. — Ela disse.

– Ok sogrrinha. — Sorrir. 

Ela foi com Breno chamar o pessoal da casa, me sentei esperando que eles voltassem. 

– Então o que você estava aprontando hein? — Bruna se sentou me perguntando.

– Eu nada, só trabalhando Bru. —Risos. — Aprontando, nem tempo pra isso tenho viu muié.

– Essa mulher é trabalhadora Bruna. — Mateus disse. — Sempre que vou fazer alguma cirurgia, os pais das crianças diz “Essa Doutora Marina é um amor, adorei ela”. — Mateus disse.

– Sério? — Sorrir. — Nem eu sabia dessa.

– Imagino que seja mesmo. — Bruna sorriu. — Marina é um amor.

– Ai Bru, besta. — Risos.

– Olha quem chegou! — Amarildo vinha com Breno nos braços. — O neto lindão do vovô.

– Fiz uma papinha deliciosa pra ele. — Marizete disse.

– Hm, Breno desse jeito vai querer morar com vocês. — Ri. — Mordomia hein filho!

– Olha que nós queremos hein! — Bruna disse.

– Marina morre! — Mateus riu.

– Morro mesmo, fico longe do meu morzinho não, né meu amor? — Sorrir. Ele estendeu os bracinhos o peguei dei um beijinho e sentei ele no meu colo.

Marizete trouxe a papinha e disse que dava pra ele, eu disse que não, mas ela insistiu e dava em sua boquinha. Que estava comendo tudo e achando o máximo a vovó dar a ele. Então jantei junto com todos o jantar como sempre divino, sogra era muito boa em tudo que fazia. Sempre foi assim! O que faltou nessa noite foi só o meu amor, apenas ele. Ai que saudades, poxa!

Depois do jantar com a ajuda de Bruna e Mateus, arrumamos a cozinha, depois de deixa-lá limpa. Mateus despediu e foi embora, Amarildo tinha ido pro quarto, também trabalhou o dia inteiro na central, estava sempre com Joana e os outros. Então me sentei com Bruna e Marizete na sala, e elas começaram.

– Mari então Luan me ligou e pediu que Bruna fosse ficar lá com você, ou você viesse pra cá nesses dias que ele está fora. — Marizete disse. — Então resolvemos melhor você vir e ficar com a gente nesses dias que Luan não está aqui, o que acha?

– Ai gente, não quero atrapalhar vocês… — Disse. — Lá em casa tem a Claudinha que arruma as coisas e a Célia que cuida do Breno, não precisam se preocupar. Breno chora a noite, vão atrapalhar vocês dormirem.

– Mas nós queremos que você venha, só nesse tempo, uma semana apenas, poxa. — Bruna disse. 

– Ai você fica no quarto do Luan. — Sogra disse. — E Breno não atrapalha Mari, nem você. — Ela me abraçou, e Breno já quase dormia em meus braços.

– Ai gente. — Disse olhando de Breno pra elas. 

– Por favor! — Bruna pediu. — Vai, hein!

– Ta bom. — Risos. — Fico, mas e Célia?

– Ela ta dispensada por essa semana, pois eu vou olhar meu netinho. — Sogra se animou.

– Eu também ajudarei. — Bruna disse.

– Certeza? — Perguntei.

– Claro. — Sogra sorriu. 

– Ok, amanhã vou lá em casa pego nossas coisas que iremos precisar e aviso a Célia. — Disse.

– Oba, gosto assim. — Bruna riu.

– Ah, agora em questão do Natal. — Sogra me olhou. — Faltam alguns dias e nós precisamos saber o que vamos fazer…

– Mas você pensa em passar aqui ou na chácara? — Perguntei.

– Na chácara, mas acho que esse ano será só nós mesmos, se seus avós e seu irmão vim. — Ela disse.

– A família de vocês?

– Esse ano vão passar em CG, mesmo. — Bruna disse.

– Entendi, então tudo bem, nessa semana aí resolvemos o que vamos fazer. — Sorrir. — Vou colocar Breno no quarto.

– O dele está arrumado e limpinho Mari. — Bruna disse. — Vou te ajudar com as bolsas.

– Obrigado Bru. — Sorrir. — Licença Mari, boa noite.

– Boa noite minha linda, dorme com Deus.

– Amém. — Sorrir.

E então subir indo pro quarto que Breno tinha na casa, estava lindo e arrumado então coloquei Breno no berço coloquei seu cobertor por cima dele, dei um beijinho no alto da sua cabeça. E sair do quarto.

– Precisa de algo Mari?

– Não Bru. — Sorrir. — Muito obrigado, preciso apenas de um banho e descansar mesmo. — Risos.

– Então vai lá, amanhã cedo nos vemos. — Sorriu me deu um beijo. — Boa noite, durma bem.

– Boa noite gata. — Bruna entrou em seu quarto, e eu entrei no do Luan, o cheiro do quarto me lembrava o Luan, estava tudo do mesmo jeitinho em que ele deixava, sempre organizado, até porque sogra organiza.

Então antes de qualquer coisa tomei um banho coloquei meu pijama, logo depois me deitei na cama do Luan e ali fiquei mexendo no celular. Mandei uma mensagem pro Rober.

Show rolando? 

Sim Mari, quer algo?

Pede pro Luan me ligar assim que ele estiver no hotel?

Pode deixar muié, um beijo!

Outro! :*

 Então fui mexer nas minhas redes sociais, tinha um tempo que não mexia, afinal não tinha um tempo pra isso. Entrei no instagram e postei uma foto mais nova de Breno que tinha em meu celular.

10948860_413102422180808_282931732_n

Mamãe ama tanto esse pequeno ❤ “

papai

“Que saudades do papai gente, volta logo. @luansantana Meus tesouros! ❤ “

Os comentários das fãs eram lindos, elas são uns amores. Então entrei no twitter, e pude ver que as fotos que eu havia acabado de postar já eram icons, estava rodeando por todos os lados, então quando deu quase uma da manhã, meu celular tocou.

– Oi meu amor.

– Oi Lu, tudo bem?

– Estou meu amor, e você ta bem? O Breninho?

– Estamos muito bem. — Sorrir. — Estamos na casa dos seus pais. — Disse.

– Ah que bom que aceitou ir amor. — Sentir uma felicidade e segurança em sua voz.

– Sim é bom estar com elas e com quem conversar. — Sorrir.

– Linda. E o que cê ta fazendo acordada à essa hora?

– Só queria ouvir você meu amor. — Disse. — Saudades.

– Eu também princesa. — Ele disse. — Tô indo com a galera pra baladinha agora.

– Seu safado, eu aqui morrendo de saudades e você na boate? 

– Nossa amor, eu mereço.

– Isso e eu também. — Eu disse. — Então vai pra sua baladinha, e juízo ta Rafael.

– Ok Charlotte. — Ele riu. — Boba eu amo você.

– Te amo também. — Disse. — Vi as fotos que você postou, meu menino ta lindo.

– Está né Lu, a cada dia. 

– Me manda fotos dele depois.

– Mando depois. — Disse. — Amor vou dormir, só acho que você também deveria fazer o mesmo.

– Cê acha?

– Certeza meu amor.

– Só vamos da uma palhinha amor, e vamos pro hotel.

– Ata bom. — Disse. — Beijo, boa noite, fica com Deus, cuidado e se cuida.

– Ta meu amor, você também. — Deu uma risada gostosa. — Te amo!

3 dias depois….

Capítulo 118° — Sozinhos

– E seu vestido Mari? — Juliana perguntou, enquanto conversávamos voltando do aeroporto sobre o casamento.

– Então fui com a Bruna mês passado olhar, mas não gostei. — Ri.

– Como sempre enjoada com as coisas, essa Marina não muda. — Anne ria.

– Ei. — A olhei e ri. — Mas eu já mandei fazer o meu próprio vestido, lindo!

– Como? Detalhes?

– Vocês verão só no dia! — Sorrir.

– Nossa, acho injusto! — Anne disse.

– Só uma coisa ele é todo rendado, a coisa mais perfeita! — Sorrir.

– Hm, Marina ostentando.

– Benhê, sou chique! — Rimos, estacionei em frente a casa da Juliana e Diego estava lá na porta a esperando.

– Vish, Di já ta te esperando? — Anne. — Cuidado hein Di, vai matar a guria sufocada. — Ela ria.

– Meu bem vai atrás do teu homem, vai! — Ele riu. 

– Quanto amor Di. — Ela riu. — Beijo Jujuba!

– Beijo Anne, beijo Mari até algum dia.

– Vamos depois marcar uma baladinha amiga, só meninas. — Eu disse.

– Como é que é Marina? — Ele me olhou. — Luan sabe disso?

– Não, mas vai saber. — Dei um sorriso e liguei o carro novamente. —Então já fique avisado, Jujuba vai! Boa noite pra vocês, deixa eu ir pra casa tenho um filho pra cuidar.

– Ridícula desde sempre. — Ele disse, e apenas ri e acelerei o carro.

– Vamos procurar uma moda aqui. —Disse ligando o som da rádio e passava a música do Luan “Eu não merecia isso”.

– Deixa ai amiga! — Disse. —Saudades do meu amor.

– Ai não, Luan não. — Ela disse mudando a rádio. — Eu não mereço isso mesmo! — Ela riu.

– Idiota, o rádio é meu. — Disse.

– Mas eu liguei.

– Continua sendo meu. — Ela riu, deixando na música “Jogado na rua – Guilherme e Santiago.”  — Que sofrência Anne, nossa! — Eu prestava atenção no trânsito de São Paulo.

– Ah, mas você queria escutar eu não merecia isso. Pior que essa, sai dessa vida Marina.

– Mas é o Luan. — Ri.

– Nem se fosse o papa meu bem.

– Nossa se fosse minha irmã já tinha matado. — Ri.

– Isso é amor demais com minha pessoa. — Ela disse.

– Iludida!

– Você, eu hein! — Nós rimos. — Nós duas estamos pior que você e o Gustavo juntos.

– Exatamente. — Ri. — O que cê vai fazer hoje a noite?

– Numa sexta noite depois de estudar pra caramba e ir pra um aeroporto? Vou ver meu bofe, amor.

– Aff, deixa ele de lado um pouco. — Disse. — Faça companhia pra sua linda amiga, que também trabalhou o dia todo e só vai chegar em casa agora.

– Sai Marina, tem dois dias que não vejo meu bofe. — Ela disse.

– Eu vi ele hoje no hospital, ele ta ótimo, ta bem de saúde. — Ri. — Então pronto agora cê pode ir passar a noite comigo e com meu filho. — Ela riu.

– Nossa que carência mano! — Ela me olhou rindo.

– Ok, então. — Disse. — Eu vou pra casa da minha sogra também, vou dormir lá.

Estacionei o carro em frente de casa, e Vitor já estava na porta da casa de Anne também dentro do carro esperando-a.

– Oi de novo, Vitor! — Acenei.

– Oi Mari! — Ele acenou.

– Amiga um beijo, te amo. — Me deu um beijo no rosto. — E aproveita pra descansar.

– Sai idiota, tô de mal. — Ri. — Deixa quando meu noivo estiver em casa, e você estiver sozinha.

– Eu entro na sua casa. — Ela riu. — Sou de casa.

– Irá ficar de vela. — Ri.

– Não ligo. — Ela riu. — Tchau, boa noite gata.

– Boa amiga, e juízo! — Eu desci do carro pegando minhas coisas e travando as portas.

E ela foi pra casa e eu entrei pra minha casa, Breno estava brincando com Célia, pois Claudinha já tinha ido pra casa.

– Boa noite Célia. — Sorrir. — Oi meu amor!

– Boa noite Mari, que bom que chegou. — Ela disse. — Sua sogra te ligou umas duas vezes, e Bruna também.

– Oxê será que aconteceu algo? — Perguntei, preocupada. Peguei Breninho e dei um beijo no alto da sua cabeça. — Vou ligar.

– Ok, você quer que eu prepare alguma coisa?

– Não Célia, por hoje está dispensada. — Sorrir. — Amanhã te aguardo aqui às duas da tarde? 

– Ótimo Mari, boa noite.

– Boa!

Então ela pegou as coisas dela e saiu e liguei pra casa da Marizete só dava desligado, e no celular da Bruna só chamava. Ai que ódio! Então meu celular tocou, Luan.

– Oi meu amor, que saudades de você como cê ta?

– Oi meu anjo, eu tô bem, mas morta de saudades. — Disse. — Como esta?

– Bem, me preparando pra imprensa que vai entrar no camarim. — Ele disse.

– Aqui… — Ele começou. — Deixa pra lá.

– Não, fala. — Disse.

– Não é nada amor, minha mãe ta louca pra conversar com você. — Ele disse.

– É Célia me avisou, tô tentando ligar lá, mas o celular da sua mãe ta desligado. — Disse. — Bruna não atende.

– Essas muié é difícil! — Ele disse. — Como ta o garotão?

– Ta aqui no meu colo, mais lindo que nunca. — Sorrir.

– Ta sozinhos ai?

– Aram, cê abandou nós por duas semanas. — Fiz manha.

– Amorzinho, só mais uma semana e eu to de volta. — Ele disse. — Aguenta vai!

– Tô tentando. — Falei. — Amor a Ju foi hoje.

– Ah, eu vi as fotos de vocês no instagram.

– Posta foto sua com Bre, ou dele amor. — Ele pediu. — Tem um tempinho que cê não posta, e tem uma semana que ocê também não me manda foto dele.

– Nossa desculpa. — Ri. — Trabalhando demais meu amor.

– Te desculpo, só porque sou legal. — Ele disse rindo.

– Idiota. — Ri. — Depois te mando fotos do pequeno, agora vou ligar pra sua mãe novamente e acho que vou passar a noite lá com meu amorzinho.

– Hm, tá com medo de ficar aí sozinha?

– Não Lu, mas não gosto, poxa! — Disse. — Olha o tamanho dessa casa?

– Por isso que temos que arrumar mais filhos amor, pra te fazer companhia, quando eu estiver fora.

– Mas também não precisa de criar uma creche aqui em casa né? — Nós rimos.

– Besta! — Ele disse. — Amor imprensa vai entrar, beijão, te amo, fica com Deus.

– Beijo meu amor, te amo, fica com ele também. — Sorrir desligando.

Ufa, pelo menos estava menos despreocupada com o que a sogra tem pra me dizer, pois pensei que fosse algo com o Luan. Então liguei novamente, e assim na segunda chamada ela atendeu.

– Mari? — Falei.

– Oi Marina, nossa como é difícil falar com você. — Ela riu.

– Cheguei agora e Célia me avisou que a senhora me ligou. — Disse. — O que posso ajudar?

– Não nada. — Risos. — Era só pra te chamar pra jantar com a gente, e passar a noite aqui. — Ela disse.

– Ai, jura? Como a senhora leu minha mente. — Ri. — Eu já ia pedir sogra. — Sorrir.

– Ô minha linda, você sabe que nem precisa pedir, e só você vim. — Ela disse.

– Oba, vou só arrumar minhas coisas e a do Breno e nós vamos.

– Ótimo, eu e Bruna temos uma proposta pra você nesta semana que Luan não está!

– Ah é? O que é? — Perguntei curiosa. — Me conta, me conta!

– Quando chegar aqui, um beijo, vou terminar o jantar. — Ela disse. — Até logo.

– Até!

Desliguei e subir pra arrumar minhas coisas e do Breno, não precisaria de muita coisa, afinal amanhã mesmo voltaríamos cedo. O que Marizete e Bruna queriam? Então peguei minhas coisas e fomos para o Alphaville.