Capítulo 56° — Curtindo

Então Luan me ligou dizendo está apaixonado, nossa até que fim! Luan desde quando terminamos nunca mais namorou sério, a não ser pegar todas por aí e todos os dias está em noticiários, sites de fofocas, twitter e blá, blá. Luan tinha o o quadruplo de fãs que tinha antes, era muito mais do que antes, ele era perseguido onde ia, eu achava até engraçado pelas loucuras que muitos faziam por ele!

Enquanto a minha faculdade faltava apenas 4 anos para acabar, felicidade? A mil! E estar ao lado de quem amo de verdade, e quem me ama é o melhor. Também conheci o Leandro pai de Bruno, Márcia sua mãe, Gabrielle sua irmã e Ramon seu irmão. Adorei todos quando fui pra lá eles me aceitaram numa boa, e me sentir em casa, em família.

– Amorzinho, vamos pra baladinha hoje? — Bruno apareceu em meu quarto.

– Vamos ué, tem um tempinho que não vamos. — Sorrir. — Vou me arrumar, ok?

– Ta princesa.

– Alguém vai? — Perguntei.

– Vou ver, mas acho que é só será só nós dois. — Ele me olhou. — Pois todos estão se arrumando para sair a sós.

– Nossa… — Ri. — Olha lá com eles então, vou tomar um banho. — Sorrir. — Beijinhos.

Ele me deu um beijo e foi.

Então comecei a me arrumar, depois do banho me vestir, fiz a make , arrumei o cabelo e estava pronta.

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Fui até o quarto de Bruno que estava assim.

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– Bora amorzão. — O olhei ta porta. — Nossa gatão! — Sorrir.

– Minha gata. — Ele me abraçou. — Ta linda.

– Obrigado amor. Você está pronto?

– Sim, vamos.

– Ninguém vai?

– Já não tem ninguém aqui. — Ele riu. — Todos saíram e disseram que não voltam hoje.

– Uai, ta fácil assim. — Ri.

Na boate.

Nós entramos para boate pegamos nossas pulseiras e subimos pro camarote. Os donos que eram amigos de Bruno estavam no camarote Leonardo e Renato pai do Leo, então eles vieram cumprimentar Bruno que nos chamaram para sentar com eles na mesa.

– Então Brunão, quando é o casamento? — Renato nos olhou.

– Olha ta chegando. — Ele riu. — Né amor?

– É sim gente, quando resolvermos você serão convidados. — Falei.

– Olha Marina a festa daremos o lugar pra vocês aqui na boate. — Leandro sorriu. — Né pai?

– Isso mesmo, claro! — Ele sorriu também.

– Obrigado mesmo parceiros!

– Obrigado gente, fico feliz por isso.

 Bruno sorriu.

Eu também agradeci e eles ainda ficaram conversando por um tempo, depois então juntaram e tiramos uma foto, depois Bruno tirou do celular dele e postou.

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“Meus parças, adoramos esse lugar! @leandrodutra @Renatodutra. Curtindo com minha gata @marinacavalcantti”

– Vamos ali, ficam a vontade.

– Obrigado meninos. — Abracei eles e Bruno fez um toque e eles saíram.

– Gente boa esses cara demais. — Bruno sorriu.

– Sim amor. — Sorrir. — Já notou? — Me levantei o puxando indo em direção ao bar. — Todo mundo perguntam do nosso casamento.

 Ele riu, então pedimos duas vodka.

– É verdade, todos já querem amorzinho. — Ele me deu um beijinho.

– Mas ta muito cedo, somos muito novos. Tenho apenas 21 faço 22 esse ano.

– Não ta tão nova, não mas ok! — Ele riu.

– Credo Bruno, nossa! — Eu ri. — E você que já vai fazer 25.

– Tô novo, lindo, gostoso e ainda muito desejado. — Ele deu um gole em seu copo e me olhou e piscou.

– Ô seu viado! — O olhei feio. — Desejado por quem, hein?

– Por você né amor, e viado eu te mostro quem é depois.

– Nossa que violência! — Nós dois rimos. — Lindo.

– Feiosa! — Ele me abraçou e me deu um selinho. — Vamos lá ver o show.

Vamos. — Sorrir.

Então começamos a dançar, estava muito bom por sinal, só que Bruno ciumento qualquer cara que passava e mexia ele queria dar um de machão, então nos afastamos da grade e ficamos num lugar mais calma vendo dali mesmo, então passou um homem e pedi para que tirasse uma foto nossa pra gente, e então me sentei perto de Bruno e ele tirou, e passou o celular pro Bruno e nós agradecemos e então eu postei.

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“Meu amor @brunopaiva.”

Então depois de dançarmos muito eu sair o puxando e me sentei no sofá que tinha no camarote.

– Cansei, pega água pra mim amor. — Sorrir.

– Espera ai, vou pegar. — Ele foi. E Lucas uns dos estudantes de pediatria estava no camarote também, então ele veio.

– Oi Marina, tudo bem? — Ele pegou em minha mão e beijou meu rosto.

– Oi Lucas, tudo ótimo. — Sorrir.

– Esta sozinha?

– Não estou com Bruno. — Sorrir. — Foi buscar uma água, pra mim.

– Ah bom, ta curtindo né?

– Sempre bom, depois de um dia cansado de estudos.. nada melhor! — Dei de ombros.

– Exatamente, e você está linda viu. — Ele sorriu.

Então o olhei e logo desviei o olhar Renata estava na grade do camarote, olhei pra ver se era ela mesma, e sim era! Arrg, essa menina me persegue.

– Muito obrigado Lucas. — Então olhei Bruno chegava perto de mim.

– Lucas? — Ele olhou. — Posso te ajudar em algo?

– Não cara tudo bem, eu vi Marina e pensei que ela estava sozinha, se tivesse iria fazer companhia pra ela. — Ele disse. — Mas já vou indo, tchau Marina, falou ai Bruno. — Ele então saiu.

Por algum instantes pensei que Lucas estaria com Renata, mas ele tinha ido pra outro lado, mas Renata estava olhando demais pra cá, o bom era que Bruno não tinha visto, ainda.

– O que ele queria? — Bruno se sentou do meu lado, me entregando água.

– Obrigado amor. — Sorrir. — Isso mesmo que ele te falou.

– Esse cara não tem medo de morrer não né? Já basta ele me irritando na sala.

– Ei e você caindo na provocação deles.

– Oi? Deles? Quem mais?

Lembrei de Renata.

– Não amor dele, falei errado. — Ri.

Então fiquei ali conversando trocando carícias, até que começou uma música que eu adoro, e puxei Bruno pra pista, descia até o chão e ele tentava me acompanhar, o dó! Então enquanto estava dançando, vi numa mesa Lucas e Renata conversando, opa espera aí. Parei de dançar e fixei meu olhar neles.

 Bruno On. 

– Amor, amor.

Estávamos dançando até que Marina parou e olhava pro nada, paralisada, chamei ela, mas também não respondia.

– Marina, amor o que aconteceu?

– Oi? Oi? Bruno.

– Ei onde você tava? — Eu ri. — Ta tudo bem?

– Aram, tudo ótimo amor.

– Doidinha minha. — E então a beijei e ela me abraçou.

Bruno Of.

– Vamos? — Perguntei.

– Borá.

Então saímos da boate e fomos até o estacionamento e entramos no carro. Não queria falar para Bruno o que tinha visto na boate, não agora! Mas tinha a certeza que eles estavam tramando algo. Lucas por não gostar do Bruno e Renata por não gostar de mim, é claro que ele juntariam para acabar comigo e com o Bruno, é claro.

Chegamos na república e Bruno foi comigo pro meu quarto então já subimos nos beijando num fogo só. Assim que chegamos ao meu quarto ele me deitou na cama com toda delicadeza. Assim que Bruno me colocou sobre a cama deu-me um chupão no pescoço que com certeza deixaria marca o que fez com que eu gemesse baixinho e arranhasse suas costas e percebi que Bruno ficou mais excitado do que já estava com minha atitude. Com leves beijos foi passeando com sua boca desde o meu pescoço até uma das alças de meu vestido, pegou-o com os dentes e desceu ela até perto do meu cotovelo. Repetiu a ação do outro lado e assim que me viu livre das alças do vestido abaixou até perto do meu umbigo deixando a mostra meu sutiã tomara-que-caia branco rendado que ao mesmo tempo em que era delicado era um tanto quanto sexy por seus detalhes. Quando chegou novamente onde meu vestido cobria meu corpo Bruno levantou a cabeça me olhando e era nítida sua excitação apenas com seu olhar. Deu um sorriso safado e puxou-o pra baixo de uma vez dando visão a minha pequena calcinha branca de rendas Bruno olhou-a como se fosse o seu ‘tesouro’ deu um leve beijo sobre ela e antes que ele fizesse qualquer coisa puxei-o pra cima com a mão em sua boca e beijei—sentindo sua mão passear por cada centímetro do meu corpo me deixando louca de tesão. Para sua surpresa em um ato rápido virei-me ficando por cima dele e sentei eu seu colo enquanto beijava seu peitoral o vendo morder os lábios tentando segurar seus gemidos.

(…)

Começando com movimentos lentos Bruno foi aumentando a cada estocada fazendo meus gemidos de prazer ecoarem pela casa toda o que deixava Bruno mais que satisfeito, como se não bastasse ser perfeito no que estávamos fazendo ele ainda fazia questão de ser o cara mais carinhoso e romântico do mundo sussurrando coisas lindas a cada minuto em meu ouvido o que resultou em arrepios profundos  fazendo com que mesmo depois de chegarmos ao nosso máximo agente repetisse nossa dose de amor por mais uma vez.

(…)

– Bom dia, bom dia, bom dia. — Cath entrou no quarto nos acordando.

– Posso te ajudar? Pois pra entrar ás 9:30 da manhã no meu quarto, deve ser uma coisa muito importante né Catherine?

– É, podemos dizer que não. — Ela riu. — Bruno, Bruno! — Ela chamava ele que mesmo que ela entrou no quarto, ele continuou dormindo.

– E eu bem pensando que era um pesadelo! — Bruno então a olhou. — O que cê quer, menina?

– Vamos todos para praia anda, levanta e vamos. — Ela sorriu.

– Ai amiga da um tempo, vai. — Ele olhou em redor o quarto. — Ah e arrume isso antes de ir!

Que atrevimento! Eu ri dela, ela mandou beijos e saiu do quarto fechando a porta. Me deitei novamente, rindo.

– Ah não viu! — Ri. — Bom dia amor.

– Bom dia minha vida, então vamos levantar né? — Ele disse.

– Vou me trocar e ir buscar uma roupa sua no seu quarto, toma banho aí. — Sorrir, me levantei e arrumei o quarto, enquanto ele levantava e foi pro banheiro, depois me vestir e fui até o seu quarto e peguei a roupa dele, voltei então e deixei em cima da cadeira que estava ali e arrumei a cama que estava totalmente bagunçada e juntando minhas peças de roupas que estava pelo chão, rindo de ontem a noite. Então Bruno me chamou e passei a toalha a roupa pra ele, logo ele saiu já cheiroso me deu um beijo, e era minha vez. Tomei meu banho e me vestir.

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Peguei uma bolsa coloquei protetor solar, canga, várias coisas. Peguei meu óculos de sol e desci com Bruno primeiro tomamos café e logo após fomos todos para a praia. Já na praia, os meninos foram jogar vôlei me sentei com as meninas na areia enquanto passávamos protetor e falei com elas.

– Gente ontem estava la na boate com o Bruno e adivinha quem apareceu?

– Quem Mari? — Bea me olhou.

– Lucas.

– Lucas? Mas como assim?

– É ele mesmo e não estava sozinha estava com a Renata, ele veio conversar comigo e tal.

– Alguma coisa esses dois estão tramando, toma cuidado. — Cath me olhou.

– Será? — Perguntei.

– Exatamente.

– Era o que eu estava pensando. Mas o que?

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Capítulo 55° — Cozinheiros

– Claro, pegou minha bolsa?

– Tá no carro. — Ele saiu da cozinha.

Quando já não podia o ver comecei a rir.

– Vou fingir que não sei de nada. — Falei sozinha.

Então fui e ele estava na porta esperando para tranca-la, passei por ele mexendo no meu celular, trocava mensagens com Bruna e Larissa. Então entrei no carro, romantismo acabou.. ele não vai abrir a porta do carro, ele está com raiva. Fechei a porta do carro e coloquei o cinto, ele fez o mesmo e ligou o carro em silêncio, então puxei assunto.

– Amor onde você vai hoje? — Perguntei.

– Hoje tem jogo, então vou pro campo mais tarde. — Ele disse sem menos me olhar.

– Ah bom. — Falei e então coloquei o meu fone e fiquei quieta na minha, a fera estava nervosa.

Chegando a república ele parou o carro peguei minha mochila no banco de trás e sair do carro, fiquei o esperando e ele logo veio caladão, af como isso me irritava! Então entramos e ele foi conversar com os meninos.

– Bom dia gente. — Falei.

– Ah pra você com certeza, né não? — Diego me olhou.

– Idiota! — Ri. — As meninas estão aonde?

– Na piscina. — Rafael disse.

– Obrigado Rafa.

Então subi coloquei minha mochila no quarto, me troquei e voltei pra piscina com as meninas.

– Olha quem chegou! — Falei.

Todas olharam pra mim e correram pra me puxar e nos sentamos.

– Conta tudo amiga!

– Contar tudo o que Cath? — Ri. — Oxê!

– Contar Marina, anda conta logo. — Bia se sentou na minha frente.

– É queremos saber. — Beatriz riu.

– Ta, ta! — Risos. — Foi perfeito gente!

– An? O que mais?

– Querem saber detalhes também é?

– Me poupe desses comentários! — Bia riu.

– Ai Bianca! — Eu ri. — Sério gente foi lindo, perfeito e  todo carinhoso comigo a todo instante. Só que agora ta emburrado. — Ri. — Luan me ligou hoje mais cedo e ficamos conversando, e claro que Bruno está com ciúmes, mas estou fingindo que não sei de nada. — Pisquei.

– Isso Mari, ta certíssima. — Beatriz disse.

– Vamos ver até onde ele vai, vou agir normalmente. — Sorrir.

– Então vamos aproveitar a piscina, vem. — Bia já voltava a pular na piscina.

– Depois, podem ir. — Falei.

Então a tanto tempo não postava uma foto, tirei e logo postei.

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“With this mess you left for me .. I can clean it up , you see.”

Então entrei na piscina com as meninas estava muito boa a água, e aquele sol perfeito para um sábado como esse, aproveitamos a manhã inteira na piscina. Mas tínhamos que ir fazer algo para almoçar, nos enxugamos e apenas vestimos um short. Fomos até a cozinha, e eu me assustei, com que estava vendo e comecei a rir. Bruno, Diego, Gabriel, Rafael, Breno na cozinha, estavam fazendo comida, atenção COMIDA. Estava sentindo falta da Amanda esses dias, isso tava até estranho.

– O que vocês estão fazendo? — Perguntei, sem chegar perto.

– Estamos fazendo a comida, não ta vendo? — Diego me olhou.

– Meu Deus, minha nossa senhorinha, vocês tão bem?  — Cath riu.

– A noite foi boa mesmo hein Bruno! — Bia zoou.

– Você nem sabe o quanto Bia! — Ele me olhou, e logo olhou Bia.

Respirei fundo, e fiquei vermelha claro, esse idiota!

– Acho melhor irmos almoçar num restaurante, tenho medo de morrer jovem demais. — Falei rindo. — Quem ta comigo?

– Minha filha na hora que você comer você vai querer repetir. — Rafael riu.

– Nossa! — Falei rindo.

– Quero só ver! — Bea riu.

– Eu também. — Cath disse.

Bruno estava sem camisa com aquela barriga sedutora, meu Deus! Respira Marina, respira. Ele então se virou encostando na bancada, cruzou os braços e ficou me olhando, então fui até ele.

– O que é hein? — Dei um beijinho nele, sorrindo. Ele continuou da mesma forma.

– Nada.

– Fala amorzinho. — Passei minha mão pelo seu cabelo castanho escuros e desci até sua nuca.

– Você recebendo essas ligaçõezinhas ai, e tal. — Ele me olhou.

– Ah é isso Bruno? — O olhei como se não soubesse de nada, minha vontade era rir, mas não podia. — Já te falei pra não ligar.

– É mas quando a Renata vem conversar comigo você fica ai pelos cantos, com bico. — Ele riu.

– Ah, mas é diferente nem vem! — Ri.

– Porque diferente?

– Essa menina cê conheceu ela faz duas semanas e o Luan eu conheço desde meus cinco anos, então…

– É mas ele é seu ex namorado!

– Mas é meu melhor amigo. — Sorrir. — Ai para de besteira vai, Luan desejou felicidades pra gente, e você fica aí nessa, Luan ta pegando as muié que ele quiser amor. Esquece que algum dia eu namorei com ele ok? 

– E você?

– Eu nada, fica quieto! — O olhei.

– Ta bom.

– E esse jogo aí a tarde? Vou poder ir?

– Não, esse jogo nenhuma de vocês vãos. — Gabriel disse.

– Isso mesmo. — Breno falou.

– Oi como é que é Breno? — Cath o olhou.

– Nada amorzinho.

– Porque não podemos ir? — Perguntei.

– Pois lá não tem mulher apenas homens. — Diego falou.

– Aram e eu nasci ontem né Diego! — Eu ri. — Eu vou e pronto, se as meninas não quiserem, eu vou mesmo assim.

– Nós vamos também. — As meninas disseram juntas.

– Babou nosso jogo! — Bruno disse.

– O que Bruno Paiva? — Dei um tapa nele.

– Ai Marina! — Ele fez bico e passou a mão onde bati.

– Bem feito. — Ri.  — E vou começar a ir em todos esses jogos que você vai.

– Ah agora vai começar a gostar de futebol?

– Porque não? — Sorrir. — Ta agora vão terminar o almoço, nós vamos voltar pra piscina. — Sorrir, dei um beijinho nele.

– Atrevida. — Ele disse em meu ouvido. Sorrir pra ele joguei o cabelo.

– Vamos meninas. — Chamei e saímos rindo.

– Os muié difícil, meus parça! — Breno disse.

Então voltamos para a piscina e ficamos lá até ás uma da tarde depois subimos, e nos trocamos e quando descemos eles já estavam pondo a mesa, e até que eles sabiam mesmo, hahaha!

– Chegamos. — Sorrir.

– Uai vocês não iam almoçar fora? — Bruno nos olhou.

– Calado amor. — Ri.

Então eles disseram que poderíamos nos servir estava tudo com um cheiro muito bom, então eu fui a  primeira a provar do almoço feito pelos homens da casa. Então todos ficaram me olhando ansiosos pelo o que eu falaria. 

– Então.. — Sorrir. — Está até bom.

– Até bom? — Eles falaram juntos.

Eu ri na boa com a sintonia deles.

– Mentira, está maravilhoso! — Sorrir. — Divino, onde aprenderam a cozinhar?

– Uai né minha linda, nós é nós! — Diego “Ô convencido” disse.

– Aiaiai! — Ri, me sentando. — Comam, esta muito bom. Amor já podemos casar. — Sorrir, e ele me deu um selinho.

– Marquem a data! — Cath sorriu.

– Vamos lá. — Ele riu. 

– Bobo. — Ele se sentou do meu lado.

Então o almoço foi assim cheio de gracinhas e conversas, risadas com os amigos. Mas a cozinha ficou pras meninas arrumarem, fomos arrumar e quando terminamos, ficamos um pouco conversando na sala, mas tínhamos que nos trocar pro jogo, então fomos todas, elo logo descemos. Bruno já estava arrumado e como o campo era ali perto, fomos todos apé mesmo, conversando. Chegando lá pedi Bia que tirasse uma foto minha e do Bruno, e ela tirou e postei.

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“Amorzão meu! @brunopaiva”

Então eles foram e eu e as meninas nos sentamos na arquibancada e ali ficamos assistindo os jogos, disseram que não ia ter mulhers aqui, se elas não são mulheres, são o que então! Tô de olho. O jogo foi tranquilo.

No dia seguinte…

Minha tia Fernanda ligou cedo marcando um almoço para irmos todos juntos, e claro que aceitamos. Cheguei lá na minha vó Maria e fiquei conversando com ela a sós, a implorei que fizesse o tratamento, ela teimosa, disse inúmeras vezes que não e tal, mas eu implorei tanto que ela aceitou, e graças a Deus; então conversamos com a tia Fernanda que ficou muito assustada, mas disse que entendia e me agradeceu muito por ter insistido a pedia a vó Maria para fazer o tratamento, e claro todos ficaram muito feliz! O dia foi maravilhoso na casa da vovó fizemos a festa, cuidei dela assim com ela sempre cuidou de mim. Ligamos para Gustavo que ficou conversando comigo por quase uma hora e depois ficou conversando com vovó.

Dois anos depois… 

Nesses dois anos que se passaram por muitas dificuldades. Em 2011 Vó Maria começou o tratamento ficou triste pelo cabelo ter caído, pois afinal já era de se esperar. Eu e o pessoal da república fomos todos para a casa da minha vó em Campo Grande, foi uma viagem incrível, matei a saudades de todos, conheci o irmãozinho Pietro da Lala, era  tão fofo quanto ela quando pequena. Vi Luan que ficou super feliz junto com seus familiares, mas também já não morava mais em Campo Grande havia ido para Londrina no Paraná. Ele passou alguns dias na casa de parentes, e por mais difícil seja acreditar Luan e Bruno deram super bem. E claro todos estavam mega felizes por nos verem.

Hoje dia 16 de fevereiro de 2012, Bruno e eu já estávamos há dois anos juntos e com muito amor, mesmo com aquelas briguinhas desnecessárias que todo casal sempre tem, mas estamos bem. Galerinha da república todos em casais, de menos Diego que brigou feio com Amanda e ela foi embora há uns 3 meses para o Brasil. Enquanto a isso nada mudou estava tudo igual e claro todos muito bem e felizes. Minha vó estava na etapa final do tratamento e já víamos resultado. E estávamos mais felizes ainda por esse motivo, minha vó continuaria se Deus quiser por muito tempo com a gente!

Outubro de 2012.

– Tô apaixonada numa guria ai. — Luan conversava comigo pelo telefone.

– Até que enfim né? Para de ficar só pegando essas dai. — Ele riu.

– Boba, espero que dê tudo certo.

– Aram, torço por você.

Capítulo 54° — Noite de amor

No caminho eu perguntei.

– De quem é essa casa? — Ele então me olhou sorrindo.

– Aluguei pra gente nessa noite amor. — Ele parou. — Espero que goste.  — Paramos em frente uma porta.

– Posso entrar? — Sorrir.

– Sim, vai. — Ele então deu mais um gole em sua taça, e eu girei a maçaneta.

Nossa quão perfeito estava aquele quarto. 

QUARTO

– Está tudo tão lindo. — Entrei na sua frente e coloquei a taça de vinho em cima da mesinha que ali tinha.

– Amor eu não quero te forçar a nada. — Então o interrompi.

– Ei eu sei. — Fui até ele, dei um beijo demorado. — Obrigado, por tudo que fez hoje.

– Não precisa agradecer meu amor. 

Então me virei e me joguei na cama.

– Amo você sabe? — O olhei.

Ele então largou a taça e veio engatinhando até mim, roçou nossos narizes beijinho de esquimó.

– Eu amo muito mais. — E então Bruno ajeitou-se em cima de mim para poder levar os lábios aos meus em um beijo intenso e calmo. Suspirei desarmada, a puxando delicadamente para cima de mim, a abraçando apertado e entreabrindo os lábios para deixar o beijo mais profundo. Deixei que ele dominasse, que explorasse minha boca, mordesse meu lábio e sugasse minha língua. Estava indo pouco a pouco afogar-me em um desejo que aumentava em proporções enormes para simples gestos. Eu o desejava, sempre desejei. Como em uma maldade, Bruno interrompeu o beijo e sentou sobre minha barriga, as pernas dobradas ao lado de meu corpo.

– Porque parou? — O olhei, querendo mais. — Voltei a me beijar amor.

Ele negou sorrindo, que idiota! rs.

Ele sorriu, um sorriso misterioso e travesso ao mesmo tempo. Quando vi as mãos dele indo até a barra do vestido e a erguendo lentamente senti como se o mundo inteiro parasse. Minha respiração ficou pesada e meu olhar fixado nos movimentos dele, meu coração? Disparado, sei lá estava mais nervosa do que minha primeira vez. Observei o meu corpo sendo revelado aos poucos, a perna, a cintura fina, a barriga lisa… Eu não usava sutiã, o forro de vestido permitia essa façanha. Então quando dei por mim, e nos amando, Bruno sempre carinhoso.

Beijava e mordia seu pescoço, Bruno estava louco pra me possuir e fez a festa com meus seios. Ele mordia e os beijava com vontade, vez ou outra lambia seus bicos já rijos de prazer. Desci minhas mãos ate o zíper da calça do Bruno, que deu um sorriso só de pensar onde minhas mãos estariam em segundos. Bruno então desceu as mãos também e restirou meu short e ficou ainda mais excitado quando viu minha  minúscula calcinha branca. Então o deitei na cama e retirei sua calça deixando a mostra seu membro volumoso por debaixo da cueca box branca. Sorrir sapeca e dei mais um beijo ardente em Bruno, minhas mãos logo desceram até a cueca dele, em fim libertando seu ‘amigo’. Comecei a massagear seu membro cada vez mais rijo, Bruno fechava os olhos e sentia todo o prazer que minhas mãos o davam. Eu dava alguns  beijos nas coxas de Bruno o provocando mais ainda, ele não aguentando te virou a jogando na cama e ficando por cima de você.

– Gosta de provocar né? – Ele sussurou em meu ouvido com uma voz safada. — Pois eu também gosto.

– Mas eu nem tinha começado ainda. — Dei um sorriso travesso e Bruno começou a beijar e morder todo meu corpo causando pequenos espasmos de prazer. Beijou minha entre coxas e quando chegava perto da minha intimidade parou. Sorriu e roçou levemente com os dedos olhando a reação em meu rosto. Eu já estava de olhos fechados sentindo cada minuscula sensação que Bruno causava. Bruno me olhou atentamente quando me virei por cima dele e fui em direção ao seu membro. Segurei na base e coloquei a cabeça em minha boca. Bruno dava suspiros pesados e se ajeitou pra curtir o momento. Comecei a chupa ali, enquanto Bruno respirava pesado. Quando vi que ele estava satisfeito pedi a ele uma camisinha e vesti-o. Sentei nele e comecei a me mexer lentamente.

Nos movíamos no mesmo ritmo, cada movimento era uma sensação nova de prazer. Bruno me segurou com carinho me beijando abafando os meus gemidos, o desejo só aumentava, o suor já minava em nossas testas. Mas não queríamos parar, estavam em busca do prazer que não demoraria pra chegar. Então comecei a investir mais nos movimentos, rebolando mais e mais, sentindo o membro de Bruno por completo. Ele me acompanhava, cada vez mais intensos e ao mesmo tempo com muita calma. Já não mais aguentando, nós dois nos olhamos e logo entendemos que era chegada a hora.  Em segundos nós dois juntos chegaram ao ápice do prazer, nossos corpos se estremeceram e as pernas ficaram bambas, Bruno jogou a cabeça pra trás com os olhos fechados ainda sentindo o prazer passar pelo seu corpo.

[…]

Já estava enrolada num roupão já havia tomado um banho e Bruno foi a cozinha buscar um vinho, ele tinha sido perfeito comigo, então me deitei na cama e fiquei o esperando, ele estava só de cueca preta boxear, ele sorriu.

– Você foi perfeito! — Sorrir, pegando a taça que ele me entregava.

– Não poderia deixar de ser meu amor. — Ele se sentou do meu lado, e me deu um selinho. — Agora cai aqui pra nós.

– O que? — Sorrir.

– Você tem um fogo moça, que meu Deus! — Ele me fez ficar vermelha.

– Amor, viado! — Ri escondendo o rosto em seu ombro.

– Amorzinho minha gata, não precisa esconder o rosto meu amor. — Ele riu. — E nem ter vergonha, eu amei você nessa noite, você é exatamente como eu pensei.

O olhei.

– Foguenta? — Ele riu.

– Não bobona, perfeita!

– Eu amo você. — Segurei seu queixo e dei um selinho demorado. — Quero estar pra sempre com você.

Então coloquei a taça na cabeceira da cama e me deitei, ele fez o mesmo, e ali ficamos trocando carinhos, beijos, e amasses até pegarmos no sono e dormimos de conchinha, foi maravilhosa essa noite!

Acordei no sábado às 09:3o da manhã.

Bruno ainda dormia então sem acorda-lo me levantei e fui ao banheiro fazer minhas higienes. Sair do banheiro e vi uma bolsa minha, tá não sei o que estava fazendo ali, pois eu não havia levado, as meninas devem ter entregado o Bruno. Então tinha peça de roupa lá pra mim, então peguei tomei meu banho e me vestir.

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Sair do banheiro e peguei as roupas de Bruno que estava espalhadas e coloquei em cima da poltrona que ali tinha, e desci pra cozinha, pra ver o que tinha pro café. Então fiz um delicioso suco natural de laranja, tinha bolo peguei dois pedaços e coloquei nos pratinhos, depois peguei umas frutas que ali estavam, com certeza ele havia comprado tudo, então depois de preparar o café coloquei em uma bandeja e levei para o quarto, e ele saia do banheiro, já de bermuda sem camisa com a toalha no pescoço.

– Bom dia meu amor. — Disse colocando a bandeja na cama.

– Bom dia minha linda. — Sorriu. — Dormiu bem?

– Aram, vem tomar café. — O puxei, mas ele me puxou pra ele e me beijou.

– Linda! — Então nos sentamos e enquanto íamos tomando o café, íamos comendo.

Enquanto isso no Brasil.

– Luan você já viu que Marina ta namorando? — Bruna me perguntou.

– Vi sim Piroca, isso é bom! — Falei. — Assim eu pego quem eu quiser e ela fica com o namorado e tal.

– Você gosta dela ainda?

– Como amigo, e torço que ela seja feliz! — Sorrir. — Além de tudo é minha melhor amiga, e ela mesmo me ligou falando sobre o namoro.

– Ah bom! Minha mãe disse que vamos mudar para Londrina.

– É verdade. 

– Não queria.

– Mas temos, ficará mais fácil e tal.

– Mas quando será isso? 

– Vai demorar ainda maninha, ano que vem. — Falei.— Olha vou ir ali no meu quarto ligar pro Testa, preciso ver umas coisas do show de hoje.

– Ta bom , vou na casa da Mariana.

– Ok, cuidado! 

Então subi para meu quarto e lá deitei na cama peguei meu celular e fiquei olhando o número da Marina, queria muito ligar, mas não sei se era a coisa certa, mas o que é que tem? Quero apenas conversar com minha amiga, e não tem nada haver. Peguei meu celular e liguei, então ela atendeu.

Em EUA.

Meu celular começou a tocar, enquanto tomava café com Bruno. Então ele pegou em cima da cômoda, pois ele estava mais perto, e ele viu que era o Luan, e me passou o celular, então atendi.

– Oi Lu, bom dia. 

– Bom dia minha gatinha, tudo bem com você?

– Tudo, e você?

– Tô bem também, que milagre você me ligar.

Bruno se levantou e foi terminar de se arrumar.

– Pois é Mari ta corrido as coisas demais, e como esta ai, as novidades?

– Tô tendo não viu, e você?

– Só com projetos novos, e me diz quando vem nos visitar.

– Em breve Lu, se Deus quiser!

Ficamos conversando por mais ou menos meia hora, mas logo despedi e desliguei. Bruno já não estava mais no quarto ele já tinha levado nossas coisas pro carro, então arrumei a cama e desci com a bandeja para a cozinha. Ajeitei as coisas lá e Bruno apareceu.

– Já acabou? Podemos ir?

Capítulo 53° — Um Brinde

– Gente o que ta acontecendo aqui? — Olhei para Bia e Rafael. — Será que se eu entrar continuo viva?

– O que houve? — Bruno perguntou.

Rafael e Bia começaram a rir.

– Nós só estamos zoando amiga. — Eles gargalharam.

– É gente é que eu tô irritando a Bia, mas é brincadeira.

– Ou lá de fora tô ouvindo os gritos de Bia, se isso é brincando.. não quero presenciar uma DR de vocês. — Eu ri e entrei.

Bruno fechou a porta.

– É cada doido! — Bruno disse.

– Né amor? — Ri.

– Mas conta Mari, sua vó como esta? — Rafael se sentou.

– Ah gente ela ta melhor graças a Deus, mas de repouso né?

– Ah que ela melhore logo, amiga. — Bia sorriu.

– Cadê o restante da galera? — Bruno perguntou.

– Cath saiu agora com Breno, não disseram onde iam, Gabriel chegou agora e foi ver Beatriz. — Rafael disse.

– Ok, então vou subir e tomar um banho também.

– Eu também. — Sorrir. — E volto pra fazer uma janta.

– Vai lá amiga, quando você voltar te ajudo.

– Ok gata!

Subi com o Bruno e ele foi pro quarto tomar seu banho, e eu fui pro meu, tomei um banho e me vestir.

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– Oi meu amor. — Atendi o celular, enquanto saia do quarto.

– Oi minha feiosa, cê ta bem? — Gustavo riu.

– É meu bem tô aí. — Falei. — E você ta bem?

– Aram, tô aqui estudando é o que tem!

– É a vida não é? — Ri. — E todo mundo aí como ta?

– Ta bem, nossos avós foram para a fazenda, disseram que volta amanhã.

– Ah esses dois amam a fazenda Gus. 

– Aham, e a vovó Maria?

– Vovó Maria vem passando mal esses dias, mas estou ajudando ela e tal. — Mentir, não poderia falar a verdade não agora.

– Cuide bem dela, por favor. — Ele disse.

– Pode deixar.

– Um beijo, vou desligar Rani acabou de chegar.

– Beijo e juízo, hein! — Ri.

– Eu tenho! — Ele riu. — Tchau. — Ele desligou.

Eu ri sozinha descendo as escadas e Bruno me abraçou por trás.

– O que a senhorita ta rindo? — Beijou meu pescoço.

– Do Gus, ele não toma jeito! — Ri.

 – Hm, vou te ajudar no jantar também, vamos?

– Bora.

Então descemos e Bia e Rafael também vieram ajudar, então fizemos um jantar delicioso e Beatriz junto com o Gabriel desceram para jantar também, e eles arrumaram a cozinha. Então a noite foi apenas de estudos mesmo, era o que tinha depois de ter saído da sala feito louca. Fiz minha coisas até as onze da noite, e meu quarto foi invadido por um gato.

– Oi meu amor. — Ele disse. — Licença. 

– Toda amorzinho. — Sorrir. Fechei meus cadernos e guardei na mochila ao lado, ele se sentou do meu lado.

– Fez tudo?

– Aram deu pra fazer tudo, e você? 

– Também fiz, sabe sexta quero te levar à um lugar. — Sorrir. — Um mês de namoro é preciso comemorar!

– Um mês já. — Sorrir. — Vou com você aonde for. — Dei um beijinho.

– Linda. — Ele alisou meu rosto. — Mas e essa carinha tristinha?

– Minha vó amor, tô preocupada. — Falei. — Só isso!

– Tudo vai ficar bem, ta bom? — Ele me abraçou e deitamos ali, e resolvemos ver um filme, então deitamos e só sei que acabei dormindo.

– Bom dia dorminhoca, acorda anda. — Bruno me acordava com beijinhos.

– Ta bom amor, acordei. — Olhei no relógio seis da manhã.

– Que preguiça amor. — Ele sorriu.

– Isso é sono isso sim amor. — Ri.

– Então levanta e vai tomar seu banho, porque você sim demora pra arrumar.

– Mentiroso. — Dei um beliscão nele.

– Ai amor. — Rimos.

Sexta-Feira, ás 14:00.

– Oi Enzo! — Cheguei no trabalho.

– Oi minha linda, e sua vó esta melhor?

– É ta um pouco. — Sorrir. — Tudo bem por aqui? Oi Henrique, Paula. — Sorrir.

– Oi lindona! — Paula me abraçou.

– Ah, te falar. — Henrique me olhou.

– Eu? 

– Temos que arrumar lá dentro do estoque depois, hoje é por nossa conta!

– Sim senhor! — Ri.

Então começamos o trabalho, o dia inteirinho. Hoje era um mês de namoro, além de vários abraços, beijinhos, amasso e nada a mais ele disse que a noite nos veríamos e que me daria vários presentes, e também que era para me arrumar, muito bem. Então depois de trabalhar bastante, e estava quase na hora de ir embora quando um cara chegou na porta da loja com um buquê de rosas brancas.

– Senhorita Marina Cavalcantti? — Ele perguntou lá na porta.

– É com você Mari. — Enzo gritou.

– Oi? — Fui até ao moço.

– Então é pra você. — Ele me entregou um lindo buquê. — Assine aqui por favor. 

– Obrigado. — Assinei e entreguei a caneta de volta.

Então entrei na loja.

– Hm, que lindo. — Paula sorriu.

– Meu amor né gente. — Sorrir.

– Olha tem um cartão aí. — Henrique apontou.

Colocando o buquê em cima da bancada  e peguei o cartão e li.

“Marina,

 Amor tô com saudades, te espero hoje a noite pronta ás 21 hrs. Te amo!”

Meus olhos se encheram de lágrimas e com certeza todos já viam pois, Paula começou a chorar também, ai mds!

– Enzo. — Sorrir. — Preciso ir embora me arrumar, hoje a noite começar agora!

– Vai lá menina e arrasa viu? — Ele me abraçou. Despedir dos meninos, peguei minhas coisas e o buquê, chamei o táxi e voltei pra casa, quando cheguei Cath me esperava.

– Amiga, vem você precisa se arrumar. 

– E nós vamos te ajudar. — Bia, Beatriz  falaram.

– Cheguei! — Breno me abraçou. — Feliz um mês gatinha. — Ele riu.

– Onde você estava? — O olhei.

– Com seu homem. — Ele riu.

– O que ele ta tramando? — Perguntei.

– Não te interessa! — Ele me olhou.

– NOSSA SEU GAY! — Ri.

– Se arruma que daqui a pouco ele vem te buscar, anda. 

– Idiota! — Passei por ele e mostrei língua, ele riu e as meninas subiram comigo.

Então fui a procura do look optei por um vestido preto curto, e um salto preto. Então fui tomar meu banho, lavei os cabelos e  tudo, então após o banho me vestir.

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– Meu Deus que linda, você esta amiga! — Beatriz disse.

– Ai gente, mas nem maquiei ainda e nem sequei  o cabelo. — Risos.

– Mas já esta maravilhosa! — Bia me puxou. — A make é comigo!

E então ficou assim.

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E cabelo lindo e perfeito, então estava pronta, então peguei meu buquê e pedi que as meninas tirassem uma foto, pediram para que eu ficasse de costas e tiraram me entregando, então postei a foto.

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“E passou tão rápido né? Parece que foi ontem que começamos a conversar e já parecendo que eramos um casal a anos, eu lembro de cada detalhe até hoje, lembro de cada momento, de cada troca de olhares desde o começo, de cada brincadeira nossa. Que esse seja o primeiro, de muitos e muitos meses juntos, e sempre sermos felizes um com o outro assim como somos, i love you so much!#1mês #BruMari”

Então ouvimos a buzina, ele chegou ai meu Deus. 

– Vai lá gata, boa noite pra vocês. — Bia me abraçou.

– Obrigado meninas por me deixar tão linda assim. — Sorrir. — Devo a vocês! 

– Que nada Mari, estamos ai pra isso. — Cath sorriu. — Toma! — Me entregou minha bolsinha e colocou meu celular dentro. — Divirta-se!

– Obrigado, coloca o buquê dentro de um vaso com água por favor? — Sorrir.

– Claro, vai logo menina! — Bea me empurrou.

– Fui! — Ri.

Então desci, quando cheguei na sala estava os meninos, então Diego assobiou, eu apenas ri e ele disse.

– Use camisinha! — Ele riu. 

Então peguei uma almofada e taquei nele.

– Idiota! — Ri — Tchau pra vocês. — Rindo.

Então sair e vi ele lindo de camisa social branca, sem o terno, sapato social, seus cabelos arrepiados como sempre, e um sorriso hipnotizante no rosto, e nas mãos uma rosa linda, mas dessa vez essa rosa era vermelha então quando cheguei perto dele, ele pegou em minha mão deu um beijo, e me entregou a rosa.

– Feliz um mês. — Ele sorriu, e me puxou levemente para um beijo.

– Obrigado meu amor, feliz um mês.— Sorrir. — Eu amei o buquê.

– Que bom que gostou, pois temos muito mais. — Ele deu mais um selinho. — Você está linda, deslumbrante, mas então vamos?

– Obrigado, vamos. — Sorrir.

Então ele abriu a porta pra mim e logo deu a volta e se sentou e acelerou, fomos conversando o trajeto todo. As vezes eu parava e ficava o olhando o quanto és lindo, és carinhoso, amoroso tudo isso comigo, ele me pegou o olhando sorrindo.

– O que foi? — Ele sorriu.

– Nada, só te olhando mesmo. — Sorrir com o nariz. — Onde vamos amor?

– Agora num restaurante só pra nós dois.

– Fechou um restaurante?

– Exatamente!

Nossa uau! Não sabia que eu era tão importante. Então chegamos ele estacionou abriu a porta pra mim, segurou em minha mão, trancou o carro e subimos as escadas até a porta do restaurante. Então tinha apenas quem trabalhava ali e nos serviria nesse jantar, então uma noite só nossa sem ninguém para atrapalhar.

Bruno On.

Não podia ter muita certeza, mas quando abri a porta do rastaurante e deixei que ela entrasse não pude evitar me deliciar com a surpresa que ficou estampada em sua bela face. Então ela me olhou sorrindo, e perguntou.

– Bruno… Eu não acredito, como pode ser tão romântico? – Marina comentou absorvendo cada detalhe com os olhos.

Fiquei sem jeito e desviei o olhar dos dela.

Bruno Of.

A mesa estava forrada com um tecido vermelho, sobre ela estavam duas velas brancas de tamanho pequeno e em formato de coração. A iluminação estava baixa, deixando que as chamas fizessem o seu trabalho de uma tênue luz. Ao redor e espalhado pelo restaurante também havia balões de corações em cores de vermelho e branco. Dei de ombros e aproximei da mesa, e voltei a olhar Bruno.

– Só queria algo especial. — Bruno falou enquanto pegava o vinho e duas taças, ainda sem me olhar. — Mas também sou inexperiente nisso, nunca planejei algo do tipo então…

 – Você acha que eu não gostei? — O olhei e assim ele me olhou, então ele sorriu.

– Sei lá amor. 

– É a coisa mais maravilhosa que já fizeram para mim, ta tudo tão lindo. — Sorrir.

Bruno me puxou pela cintura e me abraçou. Simplesmente precisava manter o corpo dele próximo do meu, deixando que meu coração batesse perto do dele. Estava ficando estupidamente apaixonada por ele, sabia disso, a cada dia esse amor crescia mais. Então retribuir o abraço com carinho.

– Estou feliz que tenha gostado. — Bruno então me deu um rápido selinho e puxou uma cadeira para mim. — Então vamos jantar?

Bruno ON

O prato era de entrada, tomates cereja em formato de coração, com mussarela de búfala e pesto de manjericão; como prato principal, um macarrão à bolonhesa no conceito do filme e, para a sobremesa, o doce Romeu e Julieta diferente, com biscoitinho em formato de coração. Felizmente Marina havia aprovado os pedidos e servir as duas taças com vinho antes de sentar-se na cadeira a frente da minha. Ela estava particularmente linda essa noite, ou talvez fosse novamente meu estado atual de bobo apaixonado intensificando tudo. 

Bruno OF

– Esta tudo maravilhoso meu amor, eu estou amando tudo e é apenas o nosso primeiro mês.

– Exatamente só o primeiro minha linda, ainda temos muito que aproveitar. — Ele levou a taça de vinho até os seus lábios.

– Sim é verdade. — Sorri e dei um gole de vinho. — Preparou tudo sozinho?

– Diego me ajudou e a Amanda também. — Ele riu.

Fiz uma careta e ele riu mais.

– Tudo bem, eu te perdoo. — Ri.

– As meninas ficaram por sua conta, não pude chama-las. 

– Entendi. — Ele me olhou e começou a rir.

Encaramo-nos e começamos a rir até passarmos a realmente gargalhar. Era tão estranho pensar nisso dessa forma. As coisas simplesmente aconteceram, nossos destinos se entrelaçaram de um jeito a não ter mais retorno. Quando nos controlamos voltamos a jantar comentando coisas suaves da nossa vida juntos, revelando algumas pequenas coisas. Depois fomos até a varanda do restaurante que ali tinha uma vista maravilhosa para o céu estrelado e a lua que iluminava apenas para fugirmos um pouco mais do momento que a noite prometia.

– Marina.. — Bruno murmurou em meu ouvido, e eu me arrepiei toda, engoli seco, e o olhei. E ele então disse. — Eu te amo.

– Bruno meu amor. — Sorrir. — Eu te amo muito mais. — O beijei, de uma forma calma, intensa ao mesmo tempo.

Ele parou o beijo.

– Quero te levar à um outro lugar, tudo bem? 

– Sim amor, vamos. — Ele então segurou minha mão e saímos do restaurante entramos no carro e assim fomos, até o tal lugar. Então ele parou em frente uma casa, não conhecia, nunca tinha visto por sinal, ele estacionou o carro na garagem, e nós entramos, era linda muito mesmo, na sala tinha um garrafa de vinho e duas taças, ele então abriu nos servimos, e me entregou, e então brindamos a nós.

– Um brinde a nós meu amor.

– Um brinde ao nosso amor. — Pudemos escutar os barulhos das taças, e demos um gole.

Ele então segurou minhas mãos e seguimos um caminho de pétalas vermelhas que levava à algum lugar.

Capítulo 52° — Descobertas e segredos

Chegando na recepção do hospital lá estava Daniel, Barbara e minha tia Fernanda mãe deles estavam todos sentados.

– Gente, pelo amor de Deus me fala o que aconteceu? — Perguntei aflita.

– Minha linda ainda não nos avisaram nada. — Minha tia me abraçou.

– Mas gente o que aconteceu? O que ela teve? O dia que minha vó foi lá na república eu notei o quanto ela estava pálida, abatida.

– É verdade viu. — Bruno disse.

– Mas então Mari, por isso pedi que ela visse fazer os exames. — Daniel me olhou.

– É Marina, nós reparamos isso mesmo, mas sabe seu avó teve a mesma coisa. 

– Oi? Vocês estão achando que a vó Maria estar com Câncer? Não isso não!

– Marina sei que você não conheceu o seu avô, mas minha mãe esta tendo as mesmas coisas que meu pai teve, é muito triste isso, mas se for isso.. mas vamos esperar a notícia dos médicos.

– Ok! — Então minha tia se sentou, e me sentei do outro lado com Bruno. — Amor porque isso agora? — Olhei para Bruno.

– Ô minha linda, se Deus quiser sua vó não tem nada, ela vai sair dessa. — Ele deitou minha cabeça em seu peito e fazia carinho. — Tô com você nessa, ta? 

– Muito obrigado amor, mas você tem que ir pro trabalho já já.

– Ei meu amor, depois eu me resolvo, mas o que importa agora é você.

Então eu fiquei ali abraçada com ele e depois de uns trinta minutos um médico veio conversar com minha tia. Então me juntei a eles, e ele veio com a notícia.

– Olha ela passou por alguns exames, e já acordou, esta em observação. — Ele disse. — Ela quer ver a Marina, quem é?

– Sou eu. — Falei.

– Me acompanha? — Ele me disse.

– Sim. — Dei um beijo em Bruno e fui junto com o Dr.

– Olha não deixa ela se esforçar, ok? Ela disse que só você pode saber o que ela realmente tem, por isso não disse em frente seus familiares.

– É algo grave Dr? — Perguntei antes de entrar.

– Ela vai te dizer, licença.. qualquer coisa chame.

Então apenas forcei um sorriso e entrei no quarto e lá estava minha vó deitada naquela cama, com o sorrisinho que sempre tinha, mesmo nessa situação ela sorria. Então fechei a porta a olhei, parei um pouco e cruzei meus braços a olhando, fui andando até ela.

– Dando sustos na gente né Dona Maria! — Falei e ela sorriu.

– Minha filha me desculpe. — Ela sorriu. — Senta aqui! — Ela bateu a mão do lado da sua cama.

– Vovó o que aconteceu? 

-Venho passando mal esses dias e já sei o que tenho Marina, não quero que os outros saiba, se não você.

– Mas vó o porque esconder?

– Por sei que não adiantará contar, não tem nada o que fazer, e o tratamento eu não quero.

– O que a senhora tem? — Chorando.

– Leucemia. — Ela disse e uma lágrima escorreu em seu rosto.

Quando escutei ela dizendo eu parei não conseguir dizer mais nada a não ser abraça-lá e chorar, sei que não é apropriado, mas não podia acreditar que minha vó estava com Leucemia, e não quer fazer o tratamento. Vou insistir, pois tenho esperanças.

– Vó, mas. — Soluçava de choro. — Porque não fazer o tratamento? O tratamento é chato é sim vó, mas você pode melhorar.

– Não minha filha, eu já sabia disso há tempos, e nunca contei nada. — Ela me disse. — Eu confio em você e sei que não irá contar para ninguém.

– Vovó, mas assim não pode, não pode ser desse jeito! Porque não contar?

– Não quero preocupar eles. 

– Mas a tia Fernanda está a tanto tempo com você vó, ela irá ficar muito mal.

– Por favor confio em você. — Ela segurou em minha mão.

– Ok vó, tudo bem. — A olhei. — Quando terá alta?

– Hoje mesmo, o Dr. só disse pra ficar algumas horas em observação.

– Vou lá fora, porque todo mundo quer entrar ta bom?

– Ok.

– Olha o que a senhora vai inventar, hein? — Dei um beijo nela.

– Obrigado viu netinha.

Então sair do quarto limpei minhas lágrimas e fui até minha tia. 

– Tia, Dan e Babi está esperando vocês. — Sorrir. — Vão lá.

– Já vamos. — Eles foram.

Então Bruno estava conversando no celular, quando me viu fez sinal de espera, pra mim então sentei no banco e fiquei esperando ele. Então ele voltou.

– Estava conversando com meu gerente, falei o que aconteceu, vou mais tarde.

– Não precisava amor. — Falei.

– Me diz, o que a vó Maria tem?

– É apenas um mal estar, cansaço e idade. — Falei,

– Então nada de grave?

– Não Bruno, nada. — Respirei fundo. — Vou pra casa dela quando ela poder sair, você me busca a noite?

– Sim princesa.

Então ficamos ali conversando sobre minha vó e eu estava muito mal de mentir, mas minha vó me pediu, ela quer que eu guarde esse segredo.  Então depois de mais ou menos uma hora o médico disse que minha vó já poderia ir para casa, então Dan ajudou ela colocando-a no carro, enquanto fui despedir de Bruno.

– Amor por favor, come alguma coisa antes de ir começar o trabalho, ok? — Falei, dei um beijinho demorado. — Eu te amo, se cuida, vai com Deus.

– Amém minha linda, pode deixar vou passar no shopping e almoçar. — Me deu outro beijo. — Te amo, te busco.

– Obrigado.

Então ele foi e entrei no carro do lado da minha vovó e da Babi me sentei, então a minha tia disse que o Dr. pediu repouso absoluto e minha vó como é teimosa, não queria, mas então eu disse.

– Ah, dona Maria vamos ver se a senhora não vai ficar. — Ela me olhou e riu.

– Se você ficar deitada comigo, eu fico.

-Ótimo iremos assistir um filme hoje, eu, você e Babi. — Sorrir.

– E eu faço um almoço delicioso. — Tia Fernanda disse.

– Opa, ta melhorando! — Daniel riu. — E eu vou trabalhar.

– É Dan, piorou! — Babi riu.

Então chegamos na casa da vovó ajudei ela e ela foi tomar um banho, disse que conseguia sozinha, enquanto Babi conversava com ela, aproveitei e tomei um banho, minha tia me emprestou uma roupa e liguei para Bea que com certeza me viu saindo da sala daquele jeito, estava preocupada. Então voltei para o quarto da vovó e ela já estava deitada e Babi de um lado, só me esperando para vermos o filme Para sempre ao seu lado, então me sentei do lado da vovó, e peguei meu celular. 

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Você cuidou de mim, com todo o amor do mundo. Agora eu cuido de você. Vó, eu te amo demais.”

Então me deitei junto delas e vemos o filme, quando estava na metade minha tia trouxe nosso almoço e almoçamos ali mesmo, a tarde foi super tranquila, o dia inteiro com a vovó conversando, rindo. Sentamos um pouco no jardim ela me contava do meu pai algumas histórias e relembrava muita coisa, eu adorava saber tudo, a saudade era demais, mas era bom saber. Então a noite foi se aproximando, vovó estava no sofá vendo novela, e eu fui na cozinha pegar um pouco de água, estava esperando Bruno chegar. 

Campainha tocou era ele e Daniel chegando juntos.

– Boa noite vozinha, a senhora está bem? — Bruno beijou a testa da minha vó.

– Meu neto Bruno, meu lindo, você veio. — Ela abraçou ele. Eu via tudo da porta da cozinha.

– Vim ué, e também vim buscar a Mari.

– Ah, você vai levar ela?

– É mas depois ela volta. — Ele sorriu.

Então entrei na sala.

– Boa noite. — Sorrir. — Oi Dan!

– Oi Mari. — Ele me abraçou.

– Oi meu amor. — Dei um beijo.

– Oi minha linda. — Ele sorriu. — Então vamos?

– Vamos. Vovó se comporte hein, se não vai ter que voltar pro hospital. 

– Deus me livre! — Ela riu e me deu sua benção.

– Ai gente. — Risos — Babi cuida dela ta?

– Pode deixar Mari. 

Então depois de despedir, fomos pro carro e direto para a republica.

Quando entramos pela porta, ela gritou.

Cala a boca que eu não tô mais te aguentando, vou voar em você!

Capítulo 51° — Fim de férias

– Cansei de ruivo Lala. — Risos. — O que achou?

– Você sempre linda né amiga. — Ela sorriu. — E as novidades? 

– Então gata tô namorando. — Falei.

– Com quem guria? — Ela riu.

– Com o Bruno. — Ri.

– Hm, sabia que tinha algo mais entre vocês. — Ela riu.

– Nada haver amiga. — Ri. — Mas penso no Luan, ele já deve estar sabendo e deve estar mal.

– Mal? Luan Rafael? — Ela riu. — Então ainda não viu a manchete na internet.

– Que manchete é essa?

– Luan na noite de ano novo pegou duas. — Larissa disse. — Amiga não liga pro que ele ta fazendo, ela ta bem, vai ser feliz ta? Pois ele já ta de boa.

– É isso é verdade Lala, mas fico pensando sabe… um amor que eu pensei que fosse durar para uma vida toda, durou apenas três anos.

– Ei, mas ainda são amigos e isso que importa. — Ela então mudou de assunto. — Ah, ontem estava conversando com o Miguel.

– Sobre?

– Sobre minha carreira de modelo, pois surgiu umas fotos para eu fazer, mas são de biquíni, precisa nem dizer que ele pirou né?

– Não. — Ri. — Conheço bem o Guel, mas e ai vai fazer mesmo?

– Vou depois de tanto insistir ele concordou.

– Opa, agora eles vão conhecer a Loira Verão, adorooo! — Ri.

– Besta. 

Então ficamos conversando por mais um tempo e Bruno só me olhava de longe, deve que estava pensando que era Luan, mandei um beijinho pra ele que sorriu pegando o beijo no ar. Como ele é bobo, nossa! Então nos despedimos e eu fiz um coque no cabelo, deixei meu celular em cima da espreguiçadeira e fui até a piscina e mergulhei e fui onde estava Bruno.

Ele então me abraçou com seus braços em minha cintura.

– Quem era? — Ele me deu um selinho.

Resolvi brincar.

– Luan, era ele. — Falei naturalmente, por sinal.

– O que ele queria por você estava lá toda sorrindo? — Ele ainda escondia os ciúmes.

– Apenas conversamos amor, coisas nossas.

– Ah, então você vai ficar de segredinho?

– Arãm. — Falei ainda séria, segurando para não ri.

– Que bom então. — Ele disse se soltou de mim, e ficou parado em minha frente emburrado, e eu comecei a rir, não me aguentei.

– Ai amor, você é muito besta. — Ri, roubei um selinho. — Tô zoando você, era a Lala minha amiga. — Risos. — Bobão ciumento meu.

– Osh, você ta brincando com minha cara?

– Um pouquinho talvez. — Ri. — Amor fica tranquilo que Luan ta bem melhor do que eu pensava. — Lembrei o que Larissa havia me dito.

– Oi? — Bruno ergueu uma das sobrancelhas, esperando a resposta.

– Nada amor, esquece. — Sorrir. — Gostou da sua morena?

– Você ficou mais gata ainda, ô muié viu.

Ri dele, bobão demais.

– Ah, a senhorita viu os comentários nessa foto que você postou? Os machos tudo comentando nossa que linda, nossa que gata, meu deus que mulher, gostosa. — Ele me olhou. — Não posta mais fotos daquele jeito não muié. — Bruno riu.

– Ai Bru, o que é bonito é pra se mostrar e só você pode tocar… então não tem nada haver. — Dei um beijinho. — 

– Aram ta bom, e você almoçou hoje?

– Comi Mcdonalds, era o que tinha, Bia comprou. — Sorrir, como uma criança feliz.

– E você nem gostou né?

– Imagina Bruno ainda foi Mc Lanche Feliz, acredita? 

– Amor era o Bob Esponja, poxa! — Fiz biquinho.

Todo mundo riu de mim e ficaram me zoando, eu nem me importava.

– Gente que tal uma comida bem top, essa noite? — Bruno falou.

– Seria bom né? — Falei.

– Que tal se essa comida top, fosse feita por Marina Cavalcantti.

– Oi? — Olhei pra eles. — Tão me achando com cara de cozinheira? — Eles riram.

– Não gata. — Diego riu. — Mas cê cozinha bem, então…

– Então se quiserem, todos vão te que ajudar. — Falei.

– Amor, ultimamente a senhorita esta tão mal. — Bruno me olhou.

Todos mundo riu e fomos nos trocar, para irmos preparar o jantar.

 

2 Semanas depois…

– Vamos logo Marina, vamos chegar atrasadas. — Cath me apressava para aula.

É as férias haviam acabado, acabou vida mansa foi bom, enquanto durou! Então desci com Cath correndo e Bruno buzinava lá na frente, dois apressados, nossa. Fui pra faculdade sem tomar café, pois não me deixaram.

– Senhorita, Cavalcantti, que bom vê-la. – O professor Gregori direcionou a palavra a mim, quando esta entrou na sala de aula, que estava parcialmente cheia. — Depois preciso conversar com você.

– Bom dia, professor. Ok! – Sorrir e então me sentei em meu lugar, próximo a Bruno que me olhou enciumado. Ai Meu Deus!

Então hoje seriam 6 aulas de Anatomia Infantil, imagina só como seria cansativo? Mas a aula de Gregori é muito boa, ele explica bem e aliás é um gato. Fiquei curiosa para saber o que ele queria comigo, me sentir um pouco constrangida por me chamar na frente de todos e mais, na frente de Bruno que estava se corroendo de raiva.

Então deu a hora do intervalo o professor disse.

– Marina fique por favor, o restante da sala pode ir. Não demorem pros próximos horários! — Ele disse.

Então Bruno me olhou e pedi para que ele me esperasse lá fora, ele olhou o professor com uma cara não muito boa, podemos dizer e simplesmente saiu da sala. Então depois que todos saíram, me sentei numa mesa próxima ao professor, e ele sorriu.

– No que posso ajudar, Gregori? — Então fui logo ao assunto.

– Gostei do visual novo, ficou gata! — Ele sorriu.

Me assustei um pouco com sua sinceridade, mas apenas sorrir o agradecendo.

– Então é que eu queria te chamar para… — Fomos interrompidos por nosso diretor, Carlos.

– Desculpe, mas Gregori preciso de você na minha sala em um minuto.

– Ok, já estou indo. — Ele então me olhou. — Depois conversamos. — Ele saiu em seguida, e deixei aquela história toda pra lá, então sair  não encontrei Bruno, fui para o refeitório e lá estava ele sentado com sua amiguinha Renata, ô menina infeliz! Ela é nova na faculdade, entrou semana passada no primeiro período, e já com gracinhas veio pedir uma informação para Bruno e diz que se sente bem perto dele, por ainda não conhecer ninguém.

Então passei por Bruno e fui pegar um suco para mim.

– Um suco de laranja, por favor. — Pedi a moça que trabalha ali.

– Amor, o que o Gregori queria com você?

– Não está ocupado demais com a Renatinha? 

– Af Marina, nada haver. — Ele me olhou. — Deixa de besteira, nossa.

– Ta, ta. — Falei pegando o meu suco. — Ele não disse nada, Carlos o chamou na sala dele, ai ele não disse nada.

– Hm, amor para com isso ta bom?

– Aram, e lá vem ela de novo.

Ela veio e sorriu me deu um beijo na bochecha.

– Oi Marina, tudo bem?

– É… então Renata já fez novos amigos?

– É meio complicado, meio difícil né? Mas vou me adaptando aos poucos.

– Espero que seja logo. — Sorrir.

– É! — Ela me olhou. — Bruno já vou pra minha sala, obrigado viu?

– De nada. — Ela o abraçou, e foi.

– Essa menina, arrrg! — Respirei fundo.

– Nossa amor, hoje você ta que tá hein!

– Não me irrita, por favor, hoje não!

Sair na frente e fui pra sala lá me sentei no meu canto, coloquei meu fone e sim dormir as últimas três aulas, não sei o que estava acontecendo comigo. Estava muito nervosa ultimamente, até meu celular tocar olhei no visor Daniel, então pedir licença ao professor e fui atender.

– Alô, Dan?

– Oi Mari, preciso que você venha para o hospital, agora.

– O que aconteceu Daniel? — Perguntei já chorando.

– A vovó começou a passar mal a vomitar sangue, a sair sangue pelo nariz e logo em seguida desmaiou, por favor venha rápido.

– Meu Deus do céu, como assim? Dan me espera aí, já estou indo.

Desliguei e chamei Bruno, que pegou minhas coisas e fomos direto pro hospital. 

Capítulo 50° — Mudanças

Nossa tomei um susto, era minha vovó Maria. Então ela me abraçou me desejando feliz ano novo, e eu também fiz o mesmo. Ela se sentou em minha cama e eu a sentei ao seu lado.

– Então minha filha, o que você me conta? — Ela sorria de uma forma sincera.

– Ai vó muitas coisas. — Sorrindo. — Estou namorando.

– Com quem? — Ela me olhou surpresa.

– Com o Bruno vovó. — Me levantei abrindo as cortinas, deixando o ar entrar por aquele quarto.

– Nossa começou 2010 muito bem.—  Minha vó sorriu e se levantou. — Isso é demais.

– É sim. — Voltei a olhar-la. — Mas e você hein, esta vindo de onde?

– Estou vindo do hospital minha linda.

– Você está bem vovó? — Me preocupei.

– Venho sentindo umas tonteiras Marina, mas pedi a Daniel que me levasse. — Ela me disse.

– E o que a senhora tem vó?

– Fiz alguns exames, e irão sair.

– Espero que não seja nada grave, e você se cuide, viu?

– Tudo bem minha linda, agora já vou indo. — Ela me abraçou. — Prometi a Vitória que iria na casa dela.

– Então vai vó, beijos e por favor, se cuide.

Ela sorriu e saiu pela porta e eu fiquei pensando no que ela estava me dizendo sobre o estado de sua saúde. Então depois de arrumar meu quarto, desci para sala. Bruno jogava vídeo-game, então só cumprimentei todos e fui na cozinha, Cath estava lá.

– Oi amiga, tudo bem? — Ela me abraçou.

– É Cath, tô bem. — Ela me olhou.

– Certeza?

– Minha vó veio e me disse sobre o estado de saúde dela. — Falei, abrindo a geladeira e pegando a jarra de suco. — Disse que foi ao médico está sentindo algumas tonteiras, e venho notando minha vó muito pálida Cath.

– Se ela foi ao hospital, vamos esperar os resultados Mari, e fique bem ok?

– Vou tentar. — Sorrir. — Vou comer algo, tô com fome.

– Ok, vou pra piscina com as meninas, ta bom? Qualquer coisa me chama.

– Ok linda, vai lá.

Ela saiu e resolvi fazer um macarrão estava com fome, então peguei as coisas pra preparar o macarrão. 

– Amor, o que você esta fazendo aí? — Bruno entrou na cozinha.

– Macarrão, pois a fome é muita. — Risos. — Quer?

– Vai ta bom? — Ele riu.

– Isso só Deus sabe. — Eu ri.

– Besta, eu quero.

Então ficamos conversando e contei a ele da minha vó, que também se preocupou, ele adorava a vó Maria, e ela também gosta muito de Bruno. Então depois de fazer o macarrão nos sentamos e fomos almoçar, quase janta né? Depois Bruno me ajudou arrumar a cozinha e logo após fomos da um passeio pela rua, mas eu queria ir de apé, a preguiça do Bruno era demais.

– Amor de carro é melhor. — Ele disse.

– Não. — O empurrando. — Sem carro por hoje. — Sorrir. — Hoje vamos apé, e a partir de amanhã você irá acordar comigo ás sete da manhã, para irmos academia.

– Ou, pra que tão cedo? Poderíamos continuar a noite mesmo.

– Não, a noite podemos correr um pouco. — Ele parou e me olhou com a cara de Cê ta falando sério?. — Ai quando voltarmos pra faculdade, voltamos para academia a noite.

– Amor do céu, cê pirou foi? — Eu ri com a expressão dele.

– Não, mas é pra ficarmos mais gostosos. — Continuamos andando, roubei seu óculos de sol tinha esquecido o meu no quarto. —Depois devolvo.

– E vai mesmo senhorita, esse é o meu favorito.

– Ai amor isso foi muito gay! — Eu ri.

– Uai posso fazer nada, pelo menos sou gostoso! — Ele se achou.

– Af convencido. — O empurrei.

– Af minha linda. — E me agarrou me enchendo de beijos.

– Olha sabe o que eu estava pensando?

– Não em que?

– Em voltar ser morena, cansei de ser ruiva. — Ele me olhou. — O que é?

– Tô te imaginando morena, sei não.

– Eu era morena amorzão. — Ri, pegando meu celular e mostrei uma foto. — Olha ai.

– Você é gata de todo jeito né muié? E porque pintou de ruivo?

– Por motivos de mudar. — Rindo. — Agora quero mudar de novo.

– Essas muié é complicada. — Ele riu.

– Mas até ficar desse jeito aí novamente, irá demorar. Por isso quero profissionais bons!

– Quero só ver isso aí. — Ele riu.

Então continuamos nossa caminhada, mas o sol já ia se pondo e resolvemos voltar pra república me sentei com minhas gatas e ficamos conversando.

– Mari? — Bia me olhou.

– Oi meu amor? — A olhei.

– Amanhã vou ao salão cortar meu cabelo, mas as meninas vão sair, preciso que você vá comigo.

– Opa ótimo, também tô precisando ir ao salão. — Sorrir. — Mas um bom profissional, conhecem meninas?

– Eu conheço, ele se chama Fred amiga. — Cath disse. — A Bia sabe onde é? O cara é foda, ele arrasa.

– Posso confiar?

– Claro que pode Frederico é top! — Bia sorriu. — Amanhã vamos.

– Vamos!

– Vamos onde? — Bruno e Rafael chegaram na sala, falaram juntos.

– Vocês eu não sei, mas eu e Bia vamos no Salão. — Eu os olhei rindo.

– Ah e é assim? — Rafael olhou Bia.

– Oxê claro que é. — Ela disse.

– Esses homens de hoje em dia. — Falei

– Oi mocinha? — Bruno riu. — Besta, vai ficar morena mesmo?

– Vou.

– O que? — Beatriz se assustou. — Você morena Mari?

– Aram deu vontade de ser como eu era antes.

Todos ficaram muito curiosos para saber a mudança, ficamos ali todos conversando. E pedimos uma pizza, que logo chegou e fomos todos ver um filme, quando eram duas da madrugada fomos dormir.

 

– Frederico prazer, sou Marina. — Sorrir, o cumprimentando.

– O prazer é meu que brasileira linda, é amiga de Bia?

– Exatamente minha amiga e da Cath Fred. — Ela sorriu.

– E vocês o que posso ajudar?

– Quero um corte novo. — Bia disse animada.

– E eu voltar a ser morena. — Sorrir. — Será possível?

– Olha seu cabelo é lindo, vejamos que bem cuidado. — Ele sorriu. — Claro que tem jeito!

– Por seção né? — Perguntei.

– Se você quiser voltar hoje mesmo morenaça, você voltará.

– Te falei que esse cara era foda Mari! — Bia sorriu.

– Então é hoje! — Sorrir. — Tô preparada, mas pode ser o corte da Bia primeiro.

– Então vamos lá senhorita Bianca, o que quer dessa vez?

– Como sempre Chanel!

– Você é louca amiga. — Falei. — Seu cabelo cresceu um tanto.

– Ela sempre faz isso Marina, ela é realmente louca.

Nós rimos e então ele começou o corte, enquanto íamos conversando e tal, logo após terminar o corte que tinha ficado lindo. Ele veio mexer em meus cabelos, preparou todo processo, já viria que iria ficar aqui a manhã inteira e o um pouco da tarde. E nesse tempo todo conversamo, rimos, Bruno me ligou, Bia tinha ido buscar mcdonald pra gente, e fizemos a farra naquele salão. Frederico era bem gatinho também, nossa! Como era lindo, loiro dos olhos verde água, bem malhado. E não era gay, mas o que eu tô falando também, sou comprometida, não se esqueça Dona Marina. Então ele tirou a tinta do meu cabelo, mas não deixou que eu visse, então ele deu uma hidratação, e foi terminando o procedimento em meu cabelo, sem que eu visse, e claro estava super nervosa, afinal era meu cabelo. Depois de um banho de brilho, ele secou meu cabelo e acabou. 

– Posso me ver? Ai meu Deus que nervoso.

– Meu Deus! — Bia me olhou.

– O que é menina? — Ela me assustou.

– Você…

– Está muito gata! — Frederico disse.

– Ta gente deixa eu me ver, anda. — Rir. 

– Então vai olha aí. — Ele me virou pro espelho.

Ai meu Deus, que lindo que havia ficado. Eu estava novamente morena, ai que saudades. Estava linda, ai meu core. Esse Frederico é realmente foda.

–  Fred eu amei, muito obrigado. — O abracei.

– Nossa ficou linda, realmente. — Ele disse. — Tem namorado?

– Aram. — Sorrir.

– Sortudo ele, tem só que tomar cuidado. — Ele riu.

– Digo sempre isso a ele. —Bia riu. 

– Ai gente para! — Ri. — Tira uma foto aqui vai.

Frederico tirou e eu postei.

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Morena novamente porque sim, adorei @Fredericovasconcelos muito obrigado!”

– Ai eu amei. — Falei.

Então pagamos o Fred e voltamos para república, quando chegamos não tinha ninguém na sala estavam todos na piscina.

– Vai amiga entra primeiro. — Empurrei Bia.

– Não entraremos juntas. — Nós rimos e então entramos.

– Oi meu povo, cheguei! — Sorrir. — Quer dizer… chegamos.

– Mari.. Marina? — Bruno me olhou.

– Não Gisele Bündchen, meu bem. — Eu ri. — Claro que sou eu né amor.

– Meu Deus que gata. — Ele veio todo molhado me deu um selinho. — Ficou linda.

– Sério, também amei.

– Ta linda amiga. — Cath gritou. 

Sorrir. 

– Nossa agora não é mais minha ruivinha. — Diego riu.

– Nunca foi Diego. — Bruno riu. — Ela nunca foi sua.

Todos riram.

– E a gatissima da Bia, novamente como é louca cortou Chanel. — Bea gritou.

– Ficou linda amor. — Rafael a abraçou.

Então fui me trocar, mas me sentei na cadeira e fiquei conversando com o povo, pedir Bruno que tirasse uma foto minha, e então postei.

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“I don’t care.”

Meu celular tocou, atendi.

– Não acredito que você está morena, novamente!