Capítulo 13° — Natal

– Sim vovó! — Disse. — Vem gente! — Chamei.

E Bruna puxou o bonde, começando a rir sem parar, pra que? Fodeu o baguio. Todos começaram a rir.

Olhei pra Bruna com uma cara de vou te matar, e ela me abraçou.

– Te amo cu! — Rindo.

– Meninas este é o quarto de vocês, fique a vontade.

– Obrigado prima. — Elas disseram.

Aquela Daniella estava olhando demais pro Luan, não estava gostando nada… E uma semana é demais pra mim. (Pensei).

– De nada. — Sorrir, e virei de costas; Luan foi me empurrando até o quarto e rindo da minha cara.

Quando fechei a porta olhei Luan.

– Esse natal não será um dos melhores! — Respirei fundo.

– Amor deixa de ser boba. As meninas são gente boa.

– Luan Rafael você conhece essas coisas aí há menos de meia hora e me fala que elas são gente boa? Não, elas não são.

– Só não fui muito com a cara da amiga delas.

– Nem eu, ta olhando demais pro que é meu! — O olhei e ele riu.

– O que é seu, seria eu? — Erguendo a sobrancelha.

– Tem outra coisa que ela esteja olhando que seja meu? — O olhei.

– Uai vai saber né?  Isso ficou meio complicado. Meu, seu, seu meu. — Nós rimos.

– Besta! — O abracei.

– Deixa de ser boba, e vamos aproveitar ok?

– Ta, ta. — Falei.

– Minha ciumentinha. — Me deu um monte de beijinhos.

– Ta bom vamos nos arrumar, anda.  — Sorrir.

Fui para um banho e me vestir assim.

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Luan também tomou e vestiu uma bermuda vinho, um sapa tênis, uma camisa branca e arrepiou os cabelos como sempre.

– Acho que vi um gatinho.

– Só faltou miar né?

– Ah é? — Rindo.

– Miau, miau. — Ele riu.

– Você ta mais pra cachorro safado Luan. — Ri mais.

– Ei, ei como é que é? — Ele me olhou segurando riso.

– Isso mesmo uai. — Ri. — Cachorro safadão.

– Ah é? —  Ele segurou meus cabelos forte e me puxou para um beijo.

Quando conseguir sair dos seus apertos.

– Cavalo! — Rindo.

– Cavalo, cachorro… oque mais hein?

– Você pode escolher. — Dei um beijinho na ponta do nariz. — Bora descer, vamos?

– Borá amor, pega os presentes dentro da mala. — Ele apontou.

– Ah é! — Risos.

Peguei os presentes e descemos. Chegamos à sala estava cheio de parentes, familiares. Fui cumprimentando todos e o Luan também fez o mesmo, colocando os presentes debaixo da árvore de Natal fui à cozinha procurar minha vó.

– Vó Helena? — Chamando-a.

– Oi Mari?

– Quer ajuda com alguma coisa? — Sorrir.

– Não, não obrigado.

– Ok então! — Sorrir. — Qualquer coisa me chama, ta?

– Pode deixar.

Saindo da cozinha encontrei a sogra que estava me chamando.

– Bruna esta te chamando. — Ela disse.

– Onde ela esta?

– No quarto.

– Vou lá.

Passei e vi que Luan estava com os primos e amigos conversando. Subir pro quarto da Bruna, bati na porta três vezes e entrei.

– Me ajuda?

– No que gatinha? — Sentei-me na cama.

– Faça cachos nas minhas pontas. — Me entregando o Babylise.

– Ok.

Fazendo os cachos que ficaram lindos, conversávamos sobre tudo. Terminando o cabelo dela ficou show! Ela colocou a sandália e saindo do quarto, estavam Fernanda e Priscila descendo.

– Prima! — Me chamou.

– Oi Fernanda? — A olhei.

– Temos que tirar muitas fotos juntas né?

– Pois é, temos mesmo. — Disse, puxando a Bruna. — Fique a vontade em meninas.  — Sorrir e desci na frente com Bruna.

– Finja pelo menos que gostam delas né cunhada? — Bruna riu.

– O dó! — Risos.

Bruna foi conversar com as primas delas e eu fui atrás do meu amor, cheguei perto deles que falavam de algo, pois assim que cheguei pararam e me olharam.

– Oi gente! — Dei um abraço nos garotos que não via há um tempo e depois fiquei ao lado de Luan.

– Oi Marina. — Eles disseram.

– Miguel quero conversar com você vem aqui? — O chamei.

– Bora anja! — Ele saiu na frente.

– Te amo morzinho. —  Dei um beijinho.

Ele sorriu e continuou com os amigos, fui com o Miguel lá pra fora e falei.

– E então anjo?

– Então o que muié?

– Você e a Lari? Já oficializaram tudo ou você só ta querendo curtir com ela? —Fui logo direta.

– Eita guria, você sabe que eu amo a Lari. — Ele coçou a cabeça. —  Mas namorar não sei se ela vai querer.. Tenho medo.

– De? Única coisa que poderia acontecer é você receber um não. — Risos. — Mas como eu conheço a Larissa ela vai aceitar.

– Quem te disse isso?

– Ela mesma? —Sorrir.

– Jura? — Ele abriu um sorriso enorme.

– É, que tal hein?

– Opa, hoje mesmo oficializaria isso aí.

– Então pronto u.u.  

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Capítulo 12° — Susto

– Seus filhos da puta! — Foi espontaneamente, levei as mãos no peito, respirando fundo várias vezes, Bruna não sabia se xingava ou ria. Esses dois pilantras riam da nossa cara.

– Nossa cara vocês precisavam ver a cara de vocês! — Larissa ria que chorava.

– Ah sua cadela, você me pega! — Ameacei a da um tapa neles, mas eles se afastaram. — Viados!

– Obrigada amiga! — Miguel imitou um gay.

– Idiotas! — Bruna ria.

– Terá troco viu. — Rindo. — Tô assustada até agora…

Voltando pra casa da fazenda, eles dois foram zoando nós duas até chegarmos lá e Luan estava na porta nos esperando.

– Que gritos foram aqueles? — Luan nos olhou. — E essa cara de vocês duas que parecem que viram um bicho? E vocês porque riem tanto? — Luan não parava com as perguntas.

– Pergunta seus amigos, esses vadios! — Os olhei.

– Assustamos essas duas de um jeito, que vocês precisavam ver a cara delas na hora, quase enfartarão. — Miguel disse rindo.

– Viado! — Dando um tapa no seu ombro. — Vocês me pagam!

– Que isso, você sabe que você é linda né amiga?

– Some vocês dois, vão tomar um banho vão…  — Eu disse rindo. — Chatos!

– Mata o Miguel amor! — Falei com manha.

– Matar? — Luan me olhou rindo. — Vocês que se resolvem… — Ele disse.

– Tem certeza? — O olhei rindo, com uma cara má.

– Segura sua fera ai hein Luan!

– Filha de Deus, foram fabricar os limões? — Vó Helena veio na sala.

– Os culpados são Larissa e Miguel esses gays! — Rindo.

– Bando de doidos nesse lugar! — Minha vó riu.

– Esse amor incondicional por nós hein amiga!

– Bruxa! — Rindo, entreguei os limões pra minha vó e sentei do lado do Max que ria sem parar.

– O que “” esta rindo? — O olhei. — Esta bem?

– Eu tô ótimo, estou rindo e da cara de vocês de assustadas.

– Isso Max rir mesmo! — Bruna disse.

– Vamos passar é uma semana aqui viu, e nós vamos nos vingar! — Bruna disse. — Né Mari?

– Vamos mesmo. PREPARA!

– Minha muié é vingativa hein!

– Ô se é! — Gustavo riu. Com certeza ele havia lembrando-se do que ocorreram alguns anos atrás nessa fazenda, Gustavo me irritou e joguei pó de mico no pijama dele.

– Gus. — Eu comecei a chorar de rir, estava tendo crise de risos antes mesmo de ele contar, e ele começou.

– Teve uma vez nessa fazenda que essa coisa aí… — Ele disse me olhando.

– Credo Gus! — Fiz biquinho e continuei a rir.

– Esse filhote de cruz credo fez maior sacanagem comigo, como sempre foi manhosa né? E isso já estava me irritando, mamãe sempre há mimava cada dia mais, um dia eu estressei e peguei todos os bicos que ela tinha de todas as cores e joguei no rio que tem ali em baixo, pra se vingar de mim, adivinha o que essa macumba mal feita fez? Pegou pó de mico e jogou no meu pijama, depois do meu banho eu vestir aquele pijama e comecei a coça feito um cachorro com pulga.

Todos na sala já estavam tendo uma crise de risos, uns rolavam no chão de tanto rir. Eu chorava de rir, perdia até o fôlego, Luan me olhou e ria também.

– Gus… — Falei risos. — Você… — Risos. — Foi o culpado. — Risos.

– Porra amor, você fez isso? — Luan me olhou.

– Fiz! E foi pouco. — Rindo. — Esse cachorro jogou todos os meus bicos fora.

– Cara nem eu tinha um monte de bico, igual essa guria tinha.

– Olha Gus eu sei onde tem mais pó de mico, hein! — Risos.

– Sai de mim ô trem! — Ele disse.

– Amiga desculpa pelo susto, juro não fazer mais. — Larissa ria.

– É né? Ta com medo agora?

– Claro que não. — Miguel riu. — Mas é bom prevenir.

– Nossa Marina você é muito mau cara! — Douglas riu.

– Mas cara ele jogou minhas chupetas fora. — Olhei indignada.

– Fez certo Marina. — Marquinho riu.

– Ela é louca isso sim! — Gustavo riu.

– Só fiz isso por que amo você Gus, pensa poderia ter feito o mesmo que você fez com minhas chupetas, te jogar no rio também. — Sorrir. — Até que foi pouco.

– Essa guria é louca eu falo pra vocês, e não estão acreditando. — Gustavo olhou pro Luan. — Cuidado hein cunhadão, essa muié é louca rapais.

– Sou não amor. — Sorrir. — É só ser bonzinho comigo. Mentira! — Risos. — Te amo. — Abraçando-o.

– Essa menina é louca! — Jessica prima de Luan riu. — Mas parece ter sido muito divertido.

– Claro que é, acha que não? — Ri.

– Depois me ensina alguns truques Marina. — Jessica pediu.

– Pode deixar Jess! — Risos.

– Marina estou precisando de você aqui! — Minho vó gritou.

– Já vou! — Gritei de volta.

Fui pra cozinha minha sogra me pediu para que ajudasse na comida, assim como ela pediu comecei ajudar, e ali fomos conversando, rindo e a família só ia chegando. Luan veio se sentar na cadeira e ficava me olhando, piscando, mandando beijinhos. Colocando água na panela do arroz me sentei em cima da perna do Luan.

– Amor você não esta leve não cara. — Ele riu.

– Está me chamando de gorda Luan?

– Não disse isso mozinha. — Ele mordeu meu ombro.

– É né. — Ri. — Mas algo pra ajudar sogrinha?

– Olha agora preciso e do Luan pra ir buscar três pessoas lá na porteira.

– Uai porque elas não entram? — Luan riu perguntando.

– Nem eu sei.

– Mas vai lá.

– Vamos mô? — Luan me puxou.

– Que preguiça Lu. — Risos.

Fomos rindo lá pra fora e andamos um pouquinho até chegarmos à porteira, como já estava à noite, me grudei no Luan… Claro! (Risos)

– Isso tudo é medo amor?

– Insegurança. Vai que aqueles seus amigos inventam de nos da um susto.

– Capaz amor.  — Ele riu.

Chegando à porteira tinha umas quatro pessoas parecia ser minha prima Priscila e Fernanda e Daniela uma amiga delas.

– Pensei que fossem da sua família, não sou muito chegada nesse povo. — Fiz uma careta.

– Por que não?

– Sei lá… mas tenho que fingir que gosto. — Nós dois rimos.

– Então comece agora! — Ele me deu um beijinho.

– Prima quanto tempo. — Fernanda veio me abraçando.

– Oi Fernanda, tudo bem? Oi Priscila! — Sorrir.

– Oi. — Elas disseram.

– Oi meninas! — Luan disse.

– Oi Luan. — Elas disseram.

– Apresentar pra vocês uma amiga da gente, essa é a Daniella. Dani essa é Marina prima nossa e o namorado dela.

 – Prazer gente. — Ela sorriu.

– O prazer é nosso. — Falamos juntos.

– Então vamos gente?

– Bora!

Nós fomos andando, Luan ria da minha cara, mas ok. Chegando na casa Gustavo me olhou e apenas sussurrou.

– Que sorte hein! — E riu.

– Ô se é! — Como Luan escutou ele respondeu por mim.

Todos olharam para nós sem entender.

– Vóoo! — Gritei. — Podem ir lá à cozinha meninas, tão esperando vocês lá.

– Obrigado Mari. — Elas foram.

– Obrigado Mari. — Imitei Fernanda com aquela voz antipática. — Aff!

– Ai amor você é uma peça! — Risos.

 – Vou ter que fazer uma peça mesmo pra aguentar isso aí uma semana.

– Uma semana? Puts! — Gustavo riu.

– Por que tanto rancor nos corações migos? — Tinha que ser Max.

– Não gosto daquelas coisinhas, mas ok! — Respirei fundo. — Vou me arrumar, pois o pessoal já estar chegando e estamos aqui sem arrumar. Bora galera?

– Bora!

Levantamos todos e já íamos subindo e minha vó aparece com as três.

– Mari você pode levar as meninas pro quarto delas? — Olhei pra minha vó com uma cara de, “Você não ta falando sério né? Está?” Ela continuou me olhando, Luan me deu uma cutucada nas costelas.

Capítulo 11° — Fazenda

– Isso é real? — Ele sorriu. — Ele disse que vai me ajudar? É isso mesmo?

– É meu amor, seu sonho vai ser tudo!

– Cara não tô acreditando. — Ele me abraçou me levantando e me girando.

– Ai Luan. — Risos. — Doido! Borá lá ver o show e sua família ta te esperando.

– Borá!

Descemos e lá todos abraçaram o parabenizando pelo show, Luan contou para seus pais e familiares o que havia acontecido, e claro todos ficaram felizes. Em dez minutos Fernando & Sorocaba entraram no palco já cantando e nós dançamos logo depois eles falaram do Luan, que ele cantava demais, o parabenizando, Luan surtou! O show durou quase duas horas e voltamos pro Hotel estávamos cansados, tomamos um banho e caímos na cama, acordando o outro dia só ás duas da tarde, que já estava na hora do almoço, almoçamos e fomos já juntando nossas coisas para voltar para Campo Grande, afinal hoje era véspera de Natal 24.12.2007.

Pousamos em CG eram cinco da tarde passamos em casa e pegamos outras roupas e fomos direto para a Fazenda. Chegando lá estava tudo decorado nos mínimos detalhes, as tias do Luan com minhas tias já arrumavam tudo, fui abraçar meus avós.

– E aí Luanzin, como foi o seu show? — Minha vó o abraçou.

– Foi lindo vó Helena, realmente perfeito. — Sorrindo.

– Que ótimo!

– E você Gustavo se comportou? — Minha vó olhou para Gustavo.

– Gus é sempre um anjo né vovó? — Eu ri.

– O que a senhorita Marina Cavalcantti quis dizer com isso, hein? — Gustavo me olhou com uma cara de vou te pegar.

Agarrei-me no Luan, rindo.

– O que você entendeu. — Mostrei língua.

– Você não vai estar com o Luan o tempo todo não, ta princesinha. — Gus riu.

– Gus I love you!

Ele saiu rindo da sala.

– Preciso tomar um banho e já desço pra ajudar vocês. — Sorrir. — Vem amor?

– Borá gatinha. — Me puxando.

No meio da escada encontrei Bruna.

– Depois quero conversar com você Bruninha. — Pisquei.

– Conversar? — Ela riu.

– Tudo! — Sorrir. E Luan ficou nos olhando como um bobão. Entramos no quarto. — O que é hein? — Dei um beijinho.

– Você e a Piroca nessas conversinhas, tão chatinhas já. — Ele fez biquinho.

– Coisa mais linda. — Risos. — Vem tomar um banho com a momô Marina, vem bebê.

– Quero carinho mô, tô carente.

– Carente Luan? Você? — Cair na risada.

– O que é hein? — Ele riu. — “Qualé” a graça que eu ainda não entendi?

– Você esta falando que esta carente, carente de umas tapas né? Só se for…

– Tapa de amor, não doí!

– Depois dessa vou tomar banho até sozinha Luan. — Rindo. — A não, pelo amor de Deus.

– Não amorzão, que isso… Eu juro ficar calado.

– Mas…

– Amor, eu juro juradinho…

– Ok!

Fomos pro banho e claro que rolou várias carícias, beijos, amasses, muito, muito amor! Depois de um banho relaxante, me vestir.

Luan se vestiu.

– Bora descer? — Sorrir.

– Vamos.

– Nossa que banho demorado! — Max.

– Cala boca Max! — Luan riu.

– Tem coisas que não comentamos né? — Risos.

– Desculpe. — Ele riu.

– Amor vou pra cozinha. — Um beijinho e fui pra cozinha ajudar.

Ajudei a galera toda com a ceia, a cortar as frutas, legumes, verduras, os pratos ajudei a preparar, estava realmente ficando tudo lindo.

– Hmm, que vontade de tomar uma limonada suíça! — Sogra disse.

– Opa, não seja por isso… Bru vem comigo gata. — Sorrir. — Já voltamos sogra.

– Aonde vamos?

– No pé de limão, é logo ali em baixo vem! — Sair a puxando.

– Isso tudo é só pra saber de ontem né?

– Claro. — Risos. — Me conta tudo!

– Tudo?

– É Bru, osh!

– Ele beija bem, é um fofo, cavalheiro, mas foi só uma noite como todas.

– Mas pegou um gatinho. — Sorrir.

– O que eu queria. — Ele deu uns pulinhos pra pegar alguns limões.

– Cara de santa, mas não me engana não… — Cantei rindo da careta que ela fez e tacou um limão em mim.

– Ai sua bruxa! — Risos.

Continuamos a pegar limões, até que estava escutando alguns barulhos vindos atrás de uma arvore. Olhei pra Bruna e como já anoitecia, fiquei um pouco com medo, afinal sou muito medrosa. Colocamos os limões na sacola quando olhamos pra frente e…

– AAAAAAAAAAAH!!!!

Capítulo 10° — Show

– Nem me chamam! — Falei fazendo biquinho.

– Uai cadê seu grude? — Max riu.

– Já foi com o Andersom. — Falei.

– Marisinha do Luan. — Douglas disse. — Porque você não nos chamou? Iríamos com ele.

– Uai vocês não disseram nada. —Ri. — Olha vou à sogra e vocês se organizem, já já vamos. Vem Lari.

– Estou indo.

– Ainda leva a guria de nós.

– Ela é minha antes de ser de vocês. — Ri. — Se contentem! — Mandei beijos.

– É pequena, rouba minha muié mesmo… — Miguel disse, virei pra trás na mesma hora.

– Como assim? Vocês…

– Estamos tentando, né Lari? — Ele sorriu.

– É. — Ela sorriu ficando vermelha.

– Você sabe né Marina que quando diz “tentando” é porque já deu certo. — Douglas disse.

– Ôh se sei! — Nós rimos. — Depois conversamos nós três.

– Ui cupido! — Gustavo riu.

– Também te amo Gus!

Sair do quarto puxando a Larissa e ela estava toda vermelha, ô dó!

– Minha conversa até que deu certo… — Sorrir.

– Parece que sim amiga.

– Ficaram?

– Aram, como ele beija bem mds!

– Vocês ainda não tinham ficado antes?

– Não uai, mas ele é um amor!

– Awn! — Abraçando-a. — Fico feliz em saber que vocês estão juntos e irão tentar.

– Eu também. — Larissa sorriu.

Quando fui bater na porta do quarto Bruna e Marizete saíram do quarto.

– Opa! — Sorrir. — Já estava indo chamar vocês.

– Ah que bom, estão todos arrumados? — Sogra sorriu.

– Sim, vou chamar os garotos e descemos sogrinha. —Sorrir. — Podem indo na frente, viu?

– Ok!

Voltei pro quarto dos meninos e bati três vezes e entrei.

– E ai? Prontos? — Sorrir.

– Tudo pronto! — Disseram eles.

– Mas sua irmã está cada dia mais gata Gustavo. — Miguel disse rindo.

– Fala isso pro Luan ô Miguel! — Ele disse rindo, ri junto.

– Ai Miguel, quem vê até pensa né?  — Rindo, saímos do quarto.

– Pois é gatinha. — Nós rimos.

Fomos rindo e conversando pro elevador, chegando ao Hall do Hotel encontramos elas e fomos pra van que nos esperava. Sentando eu Bruna na frente, Larissa e Miguel conversando com a sogra, Gustavo, Douglas, Max e Marquinho atrás.

– E aí o guri lá?

– Está me esperando lá já. — Ela me olhou.

– Hmmm… — Risos.

– Ai para. — Ela riu ficando vermelha.

– Até parece né Bru! — Ri.

Em meia hora estávamos entrando no local do evento que estava lotado. Entramos por trás com nossos crachás, fomos procurar onde o Luan estava, até que vi um carinha baixinho junto do Anderson.

– Anderson cadê o Luan? — Perguntei.

– Está no camarim. — Sorriu. — Antes de levar vocês, deixa eu vos apresentar um mais novo amigo dessa equipe que estamos formando, ele se chama Rober.

– Oi Rober prazer! — Sorrir.

– O prazer é todo meu. — Ele sorriu me cumprimentando e me olhando dos pés a cabeça.

E foi apresentado pelo pessoal e logo nos levaram até o Luan. Quando o vi, coitado do meu amorzinho, estava quase tendo um infarto. (Risos)

– Psiu! — Sorrir. — Posso entrar?

– Opa, claro norinha… — Amarildo se levantou. —  Que bom que você chegou. Cadê o povo?

– Estão ali fora. — Disse, entrando.

– Ótimo então tente acalma-lo. Pois não é fácil! — Ele riu saindo da salinha que estávamos.

– O que foi amor? — Sentei ao lado dele.

– Um friozinho na barriga, deve ser normal. — Ele me olhou, enquanto passava os dedos pelas cordas do violão.

– Com certeza é normal. — Sorrir. — Sabe o que estou me lembrando? Do violão está pesado Luan. — Risos.

– Um artista desde sempre.

– Então… Pra que todo esse nervosismo? Só pra fazer charme né Luanzin. — Rimos.

– Me conhece tão bem! — Rindo.

– Besta! — Dei um selinho.

– Opa desculpe!  — Rober já ia entrando na sala.

– Que isso cara fica a vontade… — Luan disse. — Deixa eu te apresentar minha namorada, Marina esse é o Rober, o mais novo da equipe que esta começando.

– Já nos conhecemos lá fora né Rober?  — Sorrir. — Anderson nos apresentou ele.

– Ah bom! — Luan disse. — O que você queria mesmo?

– Dizer que em quinze minutos você entra no palco. — Ele sorriu.  — Venho te chamar.

– Ok, obrigado aí cara.

– De nada, com licença. — Ele saiu, e aquela turma inteira entrou… Não só como eles, mas a família de Luan também, alguns tios, primos, tias.

– E ai cara! — Max abraçou Luan e sair para cumprimentar a família dele.

Depois de conversarmos um pouquinho, fizemos uma oração e todos desejaram boa sorte para Luan e foram saindo para a área vip.

– Amor boa sorte e pense… Você já é um artista! — Sorrir, dei três selinhos demorados. — Te amo, arrasa!

– Obrigado gatinha, eu te amo. — Sorriu.  — E mais uma vez, feliz aniversário.

– Obrigado morzão, agora vai lá e arrebenta!

Sair daquela sala e fui direto para a área vip, assim que entrei vi Bruna e o guri se pegando. Guria rápida meu Deus! Miguel e Larissa se pegando, os garotos a caça, fui pra perto das primas de Luan e a sogra e ali nos sentamos nas cadeiras que tinham ali. Assim pude ver que aquele lugar não tinha mais onde entrar gente, de tão cheio que está. E o produtor do evento começou.

– Boa noite Barretos! — A gritaria tomava conta daquele lugar.  — Mas isso aqui esta bonito demais minha gente, vocês estão preparados?

– Sim! — Todos gritavam.

– Porque hoje abrindo o show do Fernando e Sorocaba, temos o mais novo cantor Sertanejo… O Gurizinho! — O pessoal gritava, aflitos para que a festa começasse logo. — E pra começar o show preciso da ajuda de vocês pode ser? Contem assim comigo 10, 9, 8, 7, 6, 5, 4, 3, 2, 1 A partir de agora com vocês O GURIZINHOOO! — Luan entrou no palco sorrindo e assustado ao mesmo tempo, nervoso, aflito, era sua primeira vez num show tão grande e tão cheio com pessoas de todo o Brasil. Ali ele iria se tornar mais uma estrela do mundo. E ele começou.

 – Boa noite Barretos, que galera bonita rapais. Borá cantar assim comigo vai… — Ele começou a tocar. — Você não tem limites você não tem hora liga pra brincar com o meu sentimento faz propostas que sempre me apavora, sabe o que é amar e tá perdendo tempo. Você me provoca e eu entro no seu jogo sabe dar as cartas sabe me ganhar, me coloca sempre em prova de fogo é tudo que eu preciso pra me entregar… — Todos cantavam juntos e dava pra ver a alegria no rosto dele. Afinal essa música na internet já fazia um sucesso tremendo. — Pare de uma vez com essa brincadeira chega de bobeira eu tô falando sério, preciso desse amor te amar a noite inteira, se você me quer saiba que também te quero. Você me provoca e eu entro no seu jogo sabe dar as cartas sabe me ganhar, me coloca sempre em prova de fogo é tudo que eu preciso pra me entregar… Pare de uma vez com essa brincadeira chega de bobeira eu tô falando sério, preciso desse amor te amar a noite inteira, se você me quer saiba que também te quero.

– Que perfeito sogra! — Sorrir.  — O seu menino, olha o que ele já esta causando! — Apontei pro público. — Ele merece.

Luan cantou Sufoco, Vai viola, Prefiro o violão, Amanhã, Meu Destino, Erramos sem querer, Sonho e várias outras de seu CD gurizinho, algumas a galera cantava. Luan logo perdeu aquela insegurança e se soltou, tirei várias fotos dele, pra depois mostra-lo. Gustavo veio por trás de mim e me abraçou.

– Tá top hein!  — Ele sorriu.

– Ele arrasa! — Sorrir. — E ai já pegou quantas? — Risos.

– Olha por incrível que parece, só uma… — Ele disse.

– Que isso galã! — Rindo. — Não gostou das Paulistas?

– Olha são lindas, mas tô preferindo as de CG…

– Jura? — O olhei rindo. — Qual de CG? Ranielle?

– Hmm… Deu pra vasculhar minha vida agora é?

– Uai só perguntei, você que se entregou.

– Aram tá bom. — Rimos.

Depois de mais ou menos uma hora e meia de show, Luan agradeceu e saiu do palco. Então voltei correndo pra lá, quando me deparei com dois homens, sim eram eles! Fernando & Sorocaba conversando com o Luan, sorrir mais uma vez pelo meu menino, pelo sorriso que estava em seus lábios. Sentei-me ali esperando ele terminar, quando dei por mim Luan estava na minha frente.

– Amor vem cá. — Me puxando. — Fernando, Sorocaba… Essa é Marina minha namorada.

– Prazer Marina. — Sorocaba me abraçou e Fernando fez o mesmo.

– O prazer é meu.  — Sorrir.

– Estava dizendo pro seu namorado, que ele tem muita coisa pela frente… É um ótimo cantor e que se ele continuar irei ajudar ele viu? Desde o começo.

– Que tudo! — Sorrir. — Espero que isso aconteça logo, pois é o sonho dele meninos. E eu o quero realizando todos os sonhos dele, pois ele merece. Como hoje ele arrasou.

– Verdade! — Sorocaba sorriu.

– Que isso galera, fiz o que eu pude. — Sorrindo. — Adorei poder abrir o show de vocês e conhecer vocês também é um prazer enorme. — Luan os abraçou.

– Olha assiste o show e já passei o contato pro Anderson e ele já me passou o seu qualquer coisa te falo. Ok? — Fernando disse.

– Valeu ai cara, vamos assistir ao show sim.

– Opa! — Sorriu.

Eles foram e passamos na salinha antes, Luan bebeu um gole de água e me olhou.

Capítulo 9° — Ajudinhas a parte

– Uai Bru, o que você quer então muié?

– Eu quero te mostrar o gatinho que está ali olha… — Ela me mostrou despistada mente.

Realmente era muito gato, mas deveria ter uns 15, 16 anos. Bom era pra Bruna, rs!

– Realmente Bru, mas você quer o que?

– Que você vá até ele e chame-o pra ir ao show com a gente… — Ela sorriu.

– Bru como farei isso guria? Eu não tenho nenhum ingresso. — Ela tirou um papel do bolso. — Mas eu tenho e da área vip, entrega pra ele. — Ela disse rindo.

– Quem te deu isso? — Disse rindo pegando o ingresso. — Nem eu tenho, tenho apenas o meu crachá.

– Conversei com o Anderson.

– A guria esperta! Ok, vou lá conversar com o guri, não deixa seu irmão ver ok? Isso será bom pra mim, quanto pra você… — Nós rimos.

– Pode deixar… Vai lá.

– Fui.

Fui atrás do garoto que quando me viu sorriu. O olhei e perguntei o seguinte.

– Oi tudo bem? Você trabalha aqui? — Sorrir.

– Não, estou apenas de passeio, esperando o show de Barretos.

– Ah sim, então você vai… Legal! — Sorrir.

– Vai sozinho?

– Com minha irmã e uma amiga dela.

– Então como imaginei você é solteiro.  — Sorrir. — É porque minha cunhada queria te conhecer.

– Aquela mocinha que passou com você aqui por agora?

– Sim ela mesma. — Sorrimos. — O que você acha?

– A achei bem bonita, adoraria conhecê-la também.

– Então vamos trocar seu ingresso? Estou com um da área vip onde ela estará te esperando.

– Ótimo! — Fizemos a troca dos ingressos e ele agradeceu. — Eu e ela não podemos conversar por agora não?

– Poderia sim, onde?

– Ali na sala do outro lado, no Hotel mesmo.

– Sim, aviso ela.  — Sorrir. — Tchau.

– Tchau, obrigado.

Voltei pra mesa e Luan me olhou tipo… “onde você estava?” Apenas sorrir e me sentei ao lado da Bruna, e como todos já almoçavam, comecei a comer conversando com as meninas. Logo falei com a Bruna que quase me matou por eu ter falado que ela iria pra sala encontrar o menino. Ela respirou fundo e se levantou dando um beijo na Marizete e eu a olhei.

– Você me paga cunhadinha. — Disse baixo. Ela riu e foi para o elevador pra despistar e depois foi pra sala.

Passou um tempo

Levantei-me da mesa pedindo licença e chamei o Luan que também veio atrás.

– Mô vou pro quarto, ok?

– Porque Mari?

– Descansar pra noite.

– Preguicenta! — Ele riu e me deu um beijinho. — Vai lá, te amo.

– Te amo também. — Dei outro selinho nele.

 

Quando estava indo em direção ao elevador, Bruna veio correndo.

– Mari ele é um fofo. — Sorriu.

– Mas já? —Rindo.

– Aram os amigos dele chegou lá, ai sair disse que nos encontraríamos a noite no show.

– Só carinha de boba, mas santa não tem nada! — Rimos entrando no elevador.

– Idiota! —Rimos.

– E você porque está subindo sem o Pi? —Ela me olhou.

– Cansada, vou deitar um pouquinho… Vamos lá pro meu quarto? — Sorrir.

– Borá uai.

Fomos pro meu quarto e nos jogamos na cama, e ali ficamos conversando sobre tudo. Bruna chegou ao assunto dos EUA, da minha viagem por 8 anos.

– Não queríamos que você fosse pra lá. — Ela disse. — Ficar sem você esse tempo todo é difícil, ainda mais saber que talvez a gente nem esteja mais em Campo Grande.

– Como assim?

– Você sabe que meus pais e o Pi tão com planos pra mudar… Não sabemos pra onde.

– Mas sempre irei vim visitar vocês, se Deus quiser!

– Mas você e o Pi não estarão juntos e isso é muito ruim.

– Não posso deixar seu irmão esperando por mim durante oito anos Bru… É covardia, um ser humano não é tão forte a esse ponto, seu irmão não é de ferro e precisa viver a vida dele, não pode parar por oito anos… Ele irá encontrar alguém que o ame, não digo que mais que eu, pois não existe. — Já estava chorando. — Mas ele irá um dia ficar rodeado de mulher, sabe aqueles shows em Jaraguari, CG? Tinha algumas mulheres meninas já o adorando imagina depois de hoje? —Sorrir. — Seu irmão irá fazer shows por todo Brasil, mundo! Acredite e ali ele irá encontrar uma pessoa que o ame de verdade.

– Além de ser tudo muito triste, você diz a verdade. —Sorrindo. — E olha quando você voltar procura pela gente, eu irei estar te esperando com muitas saudades.

– Com certeza irei procurar vocês! E você é pra correr atrás dos seus sonhos viu? Ainda quero ver você numa novela da Globo, uma vilã… Que tal?

– SONHOO! — Ela sorriu.

– Então siga ele. —Sorrir, abraçando-a.

– Falando de quê? — Luan entrou no quarto.

-Do futuro! —Bruna sorriu.

– Futuro? —Luan ergueu a sobrancelha como sempre e me olhou.

– Sonhos, futuro, vida…  Tudo! —Sorrir.

– Tô incluído aí? — Ele riu.

– Com certeza! —Bruna sorriu. — LuMari, meu casal preferido.

– Minhas princesas. — Luan nos abraçou.

– Own! —Bruna rindo. —Vou pro meu quarto nos vemos mais tarde.

– Beijo Bruninha! — Sorrir.

 – Beijo Piroca! — Luan deu um beijo na irmã e sentou-se do meu lado.

– Você estava chorando né pequena? — Ele passou a mão pelo meu rosto.

– Não amor, não estava.

– Além de ser seu namorado sou seu melhor amigo, te conheço melhor do que ninguém Mari. — Ele olhou dentro dos meus olhos. — Me diz o que é.

– Saudades antes de tudo já acontecer. — Ele me olhou sem entender.

– Como assim? Está falando da faculdade? EUA?

– Sim, não sei se consigo. Eu te amo tanto, seria sacrifício ter você tão longe de mim. — O olhei o abraçando fortemente, dei vários beijinhos. — Eu te amo muito, você esteve perto de mim nos melhores e piores momentos de minha vida, sabe tudo sobre mim, como você mesmo diz… “Conhece-me melhor do que ninguém…”.

– Quando você voltar eu estarei aqui pra te abraçar, te acolher…

– Você bonito desse jeito, acha que daqui uns oito anos estará solteiro? Isso se já não estiver casado, né?  — Ri e ele riu junto.

– E você hein? Com esses olhos azuis, ruiva, linda e gostosa… Acha que estará solteira?

– Olha amor namorando eu não estarei nem tempo pra isso irei ter, mas uns beijinhos nos finais de semana rola né? —Ri.

– Oiá, oiá! —Ele riu.

– Não se preocupe você irá estar rodeado de mulher poderá escolher várias. — Disse. —Loiras, morenas, e tudo! Deixa só o Luan Santana começar agir! — Ele já me olhava rindo, chorando de tanto ri. — Tô falando mentira?

– Não, claro que não, se você diz… — Risos.

– Terrível você desde sempre.

– E você não né? — Ele sorriu.

– Ás vezes sim. — Dei um selinho.

– Sabe… — Ele foi me deitando na cama com aquela cara de safado. — Nós podíamos brincar um pouquinho…

– Não sei se quero. — Mordi os lábios.

 

– Certeza? — Ele mordia meu pescoço.

– Aí é covardia né amor? — Me arrepiei por inteira.

E ele beijava meu corpo inteiro depois de alguns minutos já estávamos nus, e nos amamos loucamente o restante da tarde.

 

Ás seis e meia da tarde…

– Já se arrumou amor? —Luan me olhou.

– Vou pro banho agora, estava organizando esse quarto, porque né… —Risos. — Depois de mim você vai.

– Ok amor! — Ele ligou a TV e eu entrei pro banho, lavei os cabelos e tomei um banho bem relaxante. Sair do banheiro com uma toalha no corpo e a outra na cabeça, Luan continuava lá espichado na cama.

– Amor vai agora é você.

– Ai que preguiça! — Ele disse.

– Olha daqui a pouco o Anderson vem te chamar, ai você começa a desesperar… Anda você que vai abrir o show esqueceu?

– Não, mas… — O interrompi.

 – Mas nada. — Rindo. —Ô coisinha difícil de mexer!

– Aiai! — Ele levantou rindo pegando a toalha me deu um beijo e foi ao banheiro.

Vestir-me.

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Peguei o secador e apenas com o vento o sequei, nas pontas coloquei uns rolinhos para ficar com cachos. E fui pra make. Terminando Luan saiu do banho e se vestiu, e foi arrumar os cabelos que mais ou menos meia hora. Sentei-me e fiquei olhando a TV, enquanto ele terminava.

– Estou pronto. — Foi ele falar e o Anderson bateu na porta.

– Luan, borá? —Ele gritou.

– Estou indo Anderson. —Ele sorriu. — Amor, “Cê” vai com minha mãe né?

– Sim amor, pode ir… Já chego lá, te mando uma sms ok?

– Aram, juízo e aproveita o restante do seu dia! —Sorrimos.

– Pode deixar. Te amo!

– Também te amo meu amor. — O beijei e ele foi.

Ele pegou o violão e seu celular e saiu do quarto, acenei pro Anderson e peguei meu celular e sair do quarto também, fui pro quarto do Gustavo e Miguel. Bati e Gustavo abriu.

– Oi gatinha o que posso ajudar? —Gustavo idiota, rindo.

– Deixa de ser ridículo! — Risos. — Já estão arrumados?

– Sim.

– Me deixa ficar aqui com vocês? — Já disse entrando.

Estava rolando uma mini festinha ali. Miguel, Larissa, Douglas, Max, Marquinho e Gustavo.

Capítulo 8° — Presentes

– Quem te falou isso?

– Ele já me disse Lari, e todo mundo ver isso. Tá na cara!

– Mas ele nunca chegou a mim…

– Medo de você negar, por serem amigos há tanto tempo e não dá certo.

– Sei…

– Mas nada irá da certo se vocês não tentarem, olha eu e o Luan… Desde que nos conhecemos por gente somos amigos e além de tudo estamos juntos há dois anos. — Sorrir. — Amiga se ele chegasse a você, o que você acha?

– Amiga é… — Luan entrou no quarto interrompendo a Larissa.

– Oi meninas. — Luan entrou se jogando na cama.

– Oi Luan… Vou pro meu quarto Mari depois conversamos. Me chama na hora do almoço.

– Pode deixar amiga, pensa no que estávamos conversando.

– Ok. Tchau casal vinte. — Ela mandou beijinhos e saiu do quarto.

– E aí amor. — Sorrir. — Como foi na reunião?

– Mari se eu te contar você não vai acreditar…

– Se você não contar também não adivinharei. — Ri.

– Tenta adivinhar. — Ele riu.

– Te contar minha bola de Cristal quebrou ontem. —Fiz uma careta pra ele, e ele riu. — Conta logo vai.

– Vou abrir o show dos caras mais foda. — Luan disse.

– Quem amor?

– Fernando e Sorocaba. — Ele sorriu e eu sorrir junto e o abracei.

– Parabéns meu amor, isso é um ótimo começo.

– Eles são foda!

– Um dia você chegará como eles. Terão várias fãs te esperando nos aeroportos, hotéis, lembra-se da vovó Emanuela?

– O que?

– Quando ela dizia que queria que você ajudasse quem precisaria, por causa do câncer.

– Sim e eu irei fazer isso. — Ele sorriu. — Pode ter certeza!

– E eu não duvido, acredito em você. — Sorrir o abraçando.

– E você verá isso. — Me abraçou.

Deitamo-nos um pouco enquanto não chegara a hora do almoço, conversamos, rimos Luan palhaço, um pouco talvez muito, Rsrs. Luan muito ansioso pelo show à noite, como todos já haviam dito, era realmente um evento muito grande que iriam mais de cem mil pessoas. Ele tentava explicar como isso acontecia o frio na barriga, o medo, e eu o encorajando torcendo pra ele conseguir mais esse sonho.

Depois de várias conversas bateram na porta e gritou.

– Ô Gurizinho! — Gritou.

– É o Max? — Perguntei.

– A voz parece. — Luan disse. — Já vai.

Continuei sentada na cama mexendo no celular, quando voltou ele voltou com seu tio Max, gente boa. Como o Luan eu e Max também somos muitos amigos, alias crescemos todos juntos.

– E aí baixinha! — Me cumprimentou. — Parabéns muitos anos de vida que Deus te abençoe. — Me abraçando.

– E ai tio Max! Obrigado. — Sorrir. — Como tá?

– Tudo na melhor forma possível! — Sorriu. — E você Luan?

– Olha cara… — Luan riu. — Estamos ai com um pouco de insegurança, mas isso vai passando.

– Realmente, mas a ruivinha vai te acalmando… — Ele riu.

– Estou tentando Max. —Risos.

– Esse moleque é difícil! — Ele olhou. — Galerinha da família toda ai já viu…

– Opa! — Ele disse. — Na hora do almoço todos juntos, borá?

– Estamos dentro.

– Assim que é bom! — Falei.

– Douglas e Marquinhos tão lá no quarto.

– Uai porque não vieram aqui? —Luan o olhou.

– Disseram que na hora do almoço eles vão.

– Ok Max! Aqui vou abrir o show do Fernando e Sorocaba, cara! — Ele sorriu.

– Os caras são foda viu Luan! Parabéns… E estaremos todos lá torcendo por você a noite. Não é Mari?

– Claro uai, só curtindo! — Disse.

– Assim que é bom! — Max riu e disse. — Mas então até a hora do almoço.

– Valeu ai Max! — Luan disse.

– Valeu camarada! — Fizeram um toque. — Tchau ruivinha.

– Beijo! — Sorrir e voltei me deitar na cama.

Max foi e Luan voltou e pegou o violão.

– A galera toda veio! — Ele sorriu e dedilhava as cordas do violão.

– Hoje será a tua noite. — Sorrir.

– Amor… — Ele chamou pensativo. — Será que eles vão gostar? Só voz e violão… — Ele me olhou confuso.

– Muitas revelações sertanejas passaram por aquele palco, hoje são grandes cantores… Você tem fé, você tem tudo! Muitos pisaram ali só voz e sem o violão, e são grandes artistas. Assim será com você. Já deu certo meu anjo, confie e acredite. — Sorrir.

– Obrigado por sempre me fazer ver que nem tudo é difícil.

– Nada é difícil amor, nós que tornamos as coisas difíceis. — Passei minha mão sobre teu rosto. — E sempre que eu puder te fazer feliz eu irei fazer.

– Minha linda, hoje o aniversário é seu, mas o presente é meu. Deus te colocou na minha vida no tempo certo. — Ele alisou meu rosto, uma de suas mãos em minha nuca me deixando arrepiada, me dava alguns cheiros no pescoço, e assim iniciou um beijo, calmo, intenso, com muito amor, quente que já estava me tirando o fôlego, parei o beijo com alguns selinhos. Abri meus olhos e sorrir de uma forma apaixonada, sincera. — E agora tenho um presente pra você… — Ele começou a tocar o violão. — Escuta fiz pra você… E eu que achava que a vida fosse só uma viagem que o mundo tinha me esquecido, e eu que achava que o amor não existia pra todo mundo que era coisa de cinema, aí você apareceu com um olhar me convenceu, anjos de asas coloridas amor além da vida… Eu não resistir a tanto amor o meu coração se entregou e venha o que vier eu vou estar pra sempre com você. Eu não resistir a tanto amor o meu coração se entregou e venha o que vier eu vou estar pra sempre com você. — Ele me olhou sorrindo, e eu estava maravilhada com a música que ele tocava. — Aí você apareceu com um olhar me convenceu anjos de asas coloridas amor além da vida… Eu não resistir a tanto amor o meu coração se entregou e venha o que vier eu vou estar pra sempre com você. Eu não resistir a tanto amor o meu coração se entregou e venha o que vier eu vou estar pra sempre com você. — Parabéns gatinha, te amo viu? Muito!

– Você fez pra mim? Jura amor?

– Sim princesa pra você, gostou?

– Eu não gostei, eu amei… Estou apaixonada.

– Minha linda, ainda não acabou.

– Não?

– Tem meu presente uai. — Risos. Ele levantou foi até a porta abriu, agradeceu alguém e pegou um buque. Fechou a porta, quando me olhou. Eu estava sorrindo feito boba, aquele buque de rosas vermelhas com algumas brancas, tão lindo.

– Meu Deus! — Sorrir.

– Pra você meu amor. — Ele me entregou o buque, e uma caixinha.

Peguei o buque e a caixinha abrindo-a. Era um colar maravilhoso, com um pingente pequeno escrito por dentro, sempre. Eu sorrir e já estava chorando, o abracei o agradecendo muito, estava muito feliz.

– Parabéns minha princesa.

– Obrigado meu amor, amo muito você.

– Eu te amo mais. — Me deu um selinho e colocou o colar em mim.

– Lindo! — Sorrir.

– Eu ou o colar? — Luan riu.

– Besta! — Risos. — Os dois! Mas você é lindo, perfeito, gostoso, delícia, mas meu!

– Apenas! — Me deu um selinho.

Ficamos namorando por um tempo até dar a hora do almoço, que Bruna veio chamar nós. Passei no quarto da Lari e Luan no dos meninos e descemos. Lá em baixo estava Anderson, Amarildo, Marizete, Douglas, Marquinhos e Max. Juntaram uma mesa e sentamos todos juntos, me sentei ao lado da Lari.

Luan fez biquinho e eu mandei beijinho pra ele. Cumprimentei a galera que ainda não tinha visto e continuei conversando com a Lari que já tinha pensado no que havíamos conversado mais cedo. E claro que ela também estava gostando do Miguel e eu seria cupido desse casal.

– Conta comigo viu. — Sorri.

– Eu sei que posso contar. — Ela me abraçou.

Do outro lado Bruna estava me chamando.

– Mari vamos ao banheiro comigo.

– Borá princesa. — Sorrir. — Licença gente.

Sair dali com a Bruna ao banheiro, só que na metade do caminho ela parou e sorriu.

– Eu não quero ir ao banheiro. — Ela me olhou.

Comunicado importante!

Galerinha me desculpem por não estar postando os capítulos, pois ocorreu um erro com minha internet. Prometo voltar em breve com muitos capítulos novos pra vocês que estou adiantando!! Não me abandonem!! Beijos.

                                                                                                                          Izabella Miranda.